TAG: me conhecendo melhor

Em 20.01.2017   Arquivado em PESSOAL

Hoje,  eu vou responder a TAG: me conhecendo melhor.  Quem me indicou para responder foi a Valéria,   a minha colega do blog Hey I’m With The Band.

Val, obrigada por ter me indicado para essa TAG! Vou adorar responder.

Então, lá vai!

1. Você se considera uma pessoa do dia ou da noite? 
Essa pergunta é bastante difícil! Eu amo o período diurno. Se eu tivesse que escolher, seria “dia”.
Mas, por outro lado, acho que funciono melhor à noite. A minha concentração e o meu humor são infinitamente melhores no período noturno. Então, vou ficar no meio termo.
Para sair: dia, sem dúvida.
Pensar e me concentrar: período da noite.
2. Você coleciona alguma coisa? 
Quando eu era criança, eu colecionava papel de carta. Mas isso passou.
Hoje, eu só coleciono livros. Tem um tanto bom aqui em casa. E, por mais que eu tente resistir, sempre acho espaço para “mais um”. hahaha
3. Qual era o seu programa preferido quando criança? 
Eu sou da geração que, na infância, não teve TV à cabo.
Então, eu só assistia coisas da TV aberta mesmo.
Amava Bom dia & Cia e TV CRUJ.
Gostava muito do canal Futura e assistia sempre às Historinhas de Dragões, As Trigêmeas e Madeleine.
Eu também era apaixonada por desenhos como:  As Três Espiãs Demais, Scooby – Doo (apaixonada até hoje!) e O Pequeno Urso.
E já que estamos falando de ursos, se fosse para definir meu desenho preferido da Disney quando criança, ele seria … O Ursinho Pooh.
4. Sobre o que você pensa antes de dormir? 
Nossa, sobre muitas coisas.
Na verdade, depende: se o meu dia foi cansativo, mas tranquilo, eu durmo imediatamente. E muito bem.
Porém, se estou receosa, preocupada ou ansiosa, aí… tudo desanda. Fico pensando no objeto da minha preocupação até de madrugada e, praticamente, nem consigo dormir.
5. Qual a sua cor favorita? 
Azul  💙
6. Você é viciada em algum vídeo game ou jogo de computador? 
Não. É triste, mas é a verdade.
Quando criança, até gostava de videogame ou de joguinhos de computador. Hoje, não tenho paciência.
7. Você tem algum hábito ruim? 
Diversos.
Sou extremamente estressada. Acordo de mal humor. Sofro muito por tudo. Romantizo (e idealizo) demais. Planejo demais. E consequentemente, crio muitas expectativas sem sentido (e… também, consequentemente, me dou mal  para não dizer outra coisa).
Eu sou pessimista. E se estou frustrada, sou rude  com outras pessoas.
Sim, tenho muitos defeitos e hábitos ruins. Sei que pareço fofa, mas, ás vezes, eu … sou muito chata!!! hahaha
8. Você tem irmão ou irmã? 
Dois irmãos. Ambos são mais novos do que eu.
9. Você tem alguma tattoo ou piercing? 
Não tenho. Mas estou morrendo de vontade (há seculos, verdade seja dita) de fazer uma tatuagem. Aliás, isso já é um plano para 2017.
10. Qual a sua flor favorita? 
Margaridas
11. Quando pequena, o que você queria ser quando crescer? 
Detetive e cantora.
12. O que você guarda embaixo da cama? 
Nada hahaha
13. Você se considera organizada ou bagunceira? 
Muito organizada. Até demais. Defeituosamente.
Já quase perdi amigos por isso … sério.
Uma vez, eu quis arrumar o quarto de uma amiga, fui “entrona” e ela ficou meio chateada com isso.
14. Se você pudesse viver em qualquer lugar do mundo, onde seria? 
Londres ou em algum lugar na Califórnia.
15. Qual o seu filme favorito? 
Tenho cinco. E não consigo diminuir a lista.
São eles: Uma linda mulher, Across The Universe,  De repente é amor,  Sociedade dos Poetas Mortos e, por último, Thelma & Louise.
Todos esses filmes me marcaram de alguma forma e em algum momento da minha vida.
Vale ressaltar também que a minha série de TV preferida é Buffy The Vampire Slayer.
16. Qual o ator ou atriz que dizem que você se parece? 
Não faço ideia. Uma pessoa uma vez me falou que eu parecia com a Keira Knightley, na época em que ela estava fazendo Piratas do Caribe. Mas acho que não tem nada a ver.
Por favor, me ajudem: com quem vocês acham que eu pareço?! haha
17. Diga uma coisa que as pessoas não sabem sobre você. 
Muitas pessoas me falam que eu fico super confortável quando estou falando em público. Dizem que, apesar de eu falar rápido, sei discursar bem.
Mal eles sabem que, por trás da pose de durona, eu estou uma pilha de nervos. hahaha
18. Qual a última mensagem do seu celular? 
Se não estivermos falando de WhatsAPP, a minha última mensagem  é da Vivo.
Sério, acho que quase ninguém mais usa mensagem de celular.

Normalmente, eu teria que indicar cinco blogueiras para responder essa TAG. Mas vou indicar uma só: a Débora, do blog Contadora de Histórias.

De qualquer forma, se você gostou da TAG, sinta – se à vontade para respondê-la. 💋

Resenha: Quando cai o raio – Série Desaparecidos (Meg Cabot)

Em 18.01.2017   Arquivado em LITERATURA

Sinopse:

“Quando cai o raio, isso só pode significar problemas –  como Jessica Mastriani descobre ao ser pega de surpresa com sua melhor amiga Ruth em uma tempestade. Não que Jess tentasse evitar confusões, pelo contrário. Afinal, ela sempre acaba envolvida em brigas com o time de futebol e presa na detenção por meses sem fim. Pelo menos isso tinha seus pontos positivos, como se sentar perto de Rob, o motoqueiro mais gato da escola!

Mas dessa vez, o problema é sério. Porque, de alguma maneira, ao voltar para a casa sob aquela tempestade, Jessica se vê com um talento inédito:  ela agora sabe exatamente onde se encontram as crianças cujas fotos estampam o Disque-Desaparecidos. Porém, ao pensar que estava fazendo uma boa ação ligando para o telefone da instituição, ela acaba levantando suspeitas das autoridades… Agora só precisa convencer o FBI a acreditar nela.”

 

Semana passada,  resolvi me aventurar  em mais uma série da escritora Meg Cabot: Desaparecidos. Não é nenhum segredo que eu adoro os livros da Meg. Divertidos, irreverentes e com uma linguagem bastante atual e inovadora, eles sempre nos proporcionam boas risadas.

Quando Cai o Raio, primeiro livro da série Desaparecidos, traz como personagem principal a adolescente Jessica Mastriani.  Jess mora em Indiana, Califórnia. Tem uma melhor amiga chamada Ruth e uma família um tantinho complicada. O irmão mais velho, Douglas, é doente.  No último verão, quando tentou se matar e alegou que vozes mandaram que fizesse isso, ele foi diagnosticado com esquizofrenia. E, agora, a família tenta a todo custo se assegurar que o filho mais velho tome os remédios e, assim,  não tenha novos “episódios” (momentos em que as vozes se manifestam).

Portanto, não é a toa que a vida de Jess anda um grande caos. Ela está cheia de detenções porque bate em todos aqueles que fazem brincadeiras de mau gosto com seu irmão ou com sua melhor amiga meio gordinha. Durante a detenção, ela conhece Rob Wilkins – um motoqueiro bonitão que frequenta sua escola. É ele quem assume o papel de “crush” na trama.

Um dia, depois da aula, Jess está esperando que sua melhor amiga (e vizinha) venha buscá-la. Como não possui licença para dirigir (foi reprovada no exame por “excesso de velocidade”), Jess pega rotineiramente carona com Ruth para ir e voltar do colégio. Porém, no dia em questão, Ruth vai buscá-la … mas sem carro.  É claro que Jess detesta a ideia de ir para casa a pé – especialmente porque uma grande tempestade se aproxima. Quando a chuva começa (com granizo, para piorar), as garotas se abrigam debaixo da arquibancada do colégio. O problema é que a arquibancada é feita de metal.  E vocês já sabem o que dizem: durante uma tempestade elétrica, você NÃO deve se esconder sob nada que seja metálico. E isso, é claro, tem um fundo de verdade porque quando os raios começam a cair, um deles acerta o pedaço da arquibancada em que Jessica está encostada e o metal acaba conduzindo a descarga elétrica até ela. Assim, Jess é atingida por um raio. E fica com uma cicatriz imensa na forma de “estrela” no abdômen.

Apesar de ter sido eletrocutada, Jess diz à amiga que se sente bem. E, achando que está tudo normal, nem mesmo vai a um médico. Coitada. Porque é óbvio que nada, nada mesmo, está normal. No dia seguinte, Jess tem sonhos esquisitos e  acorda com uma informação em mente: ela sabe onde está Sean Patrick O’Hanahan e Olivia Maria D’Amato. As crianças da caixa de leite. As crianças cujas fotos estão na seção de “Desaparecidos”.  A partir daí, a vida da personagem muda completamente, em especial porque as suas constantes ligações para o Disque – Desaparecidos atraem a atenção indesejada do FBI. Afinal, como é que uma adolescente consegue saber tanto sobre crianças desaparecidas?!

O que eu achei do livro:

A ideia de Meg é criativa. É interessante termos uma protagonista com um “poder” tão distinto assim.

O livro, obviamente, diverte. Você vai rir das palhaças adolescentes da Jessica. Mas, ao mesmo tempo, vai se irritar um pouco com a lerdeza da personagem.

A única coisa que me incomodou bastante foi a similaridade da personalidade de Jessica com a personalidade de Suze, protagonista da série A mediadora (também escrita pela Meg). Ás vezes, no meio da narrativa, eu me perguntava: “pera, de quem estamos falando? Suzannah ou Jessica?”

Acho que, apesar da Meg ter inovado bastante em alguns pontos, ela usou a mesma fórmula de Suze para criar Jessica. E, comparando as duas, para mim Suze ganha em todos os sentidos.

Por outro lado, sabe quando você não se sente muito próxima da personagem? Pois é. Foi assim que me senti com Jessica. E também não vi nada de muito especial em Rob. Achei ele sem sal.

Apesar desses problemas, o livro é divertido e cumpre seu intento. Como todas as outras obras da Meg, é leitura de “uma tarde”, ou seja, rapidinho você termina.

Quando cai o raio é o primeiro livro da série Desaparecidos. Esta, até agora, possui cinco volumes  e gerou um seriado canadense chamado  1-800 MISSING. No Brasil, a série foi publicada até o quarto volume. Ainda não existe previsão para o quinto (em inglês, “Missing you”).

Ainda que não tenha achado este livro excelente, pretendo ler os próximos. Pode ser que consiga me identificar um pouco com Jess e goste mais de Rob. Ou não. Vamos ver.

Em suma, se você busca uma leitura leve e que entretenha, Desaparecidos funciona.

Nota – 4/6 – Bom.

 

Nome do Livro: Quando Cai O Raio  (When Lightning Strikes)

Série: Desaparecidos

Outros volumes: Codinome Cassandra; Esconderijo Perfeito; Santuário e Missing you (ainda não publicado no Brasil)

Autora:  Meg Cabot

Editora: Galera Record

Páginas: 270 páginas

 

 

 

7 desejos para 2017

Em 17.01.2017   Arquivado em PESSOAL

(tentei representar nessas imagens todos os 7 desejos)

 

1 – Viajar. Para qualquer lugar, desde que eu consiga sair da rotina que tanto me engessa. Mas, em especial, eu  gostaria de conhecer o mundo que existe para além do Brasil.

Este é um sonho que eu tenho desde criança. E planejo fazer o possível para começar a realizá-lo este ano.

2 – Saber usar uma câmera. Na minha opinião, fotografar é uma arte. Tudo parece mais mágico se visto de uma lente fotográfica.

É hora de colocar a mão na massa e fazer um trabalho fotográfico interessante aqui, no blog.

3 – Ler. E ler muito.

Sempre amei livros. Eles fazem parte da minha rotina desde a minha infância, quando minha mãe me deu o primeiro   clássico  que eu li na vida: Pollyanna.

Neste ano, eu não quero colocar desculpas como “tenho prova” ou “preciso estudar” na frente da literatura. Ler é conseguir viver uma outra vida e ser uma  outra pessoa sem precisar sair do lugar.  Já perdi a conta das vezes que quis ser uma personagem de livro.

Esses dias, me deparei com uma frase: “She read about people she could never be, on adventures she would never have” (frase de Pushing Daises).

Em algumas vezes, eu acho que isso é verdade. Em outras, eu quero ser ousada e criar a minha verdade própria.

4 – Voltar a escrever. Quando mais nova, eu transcrevia – em textos introspectivos ou em contos – tudo aquilo que estava acontecendo na minha vida.  Minhas aventuras, minhas frustrações e meus anseios.  Sinto falta de fazer isso.

Com a correria da vida, ás vezes perdemos um dos bens mais preciosos: a sensibilidade.  Esquecemos de tentar decifrar a nossa própria confusão interna. E, com isso, a vida passa sem ser sentida.

Escrever sempre me ajudou a descobrir quem eu era e o que eu queria (ou não queria) naquele exato momento.

Em suma,  voltar a escrever é preciso porque:

” É na hora de escrever que muitas vezes fico consciente de coisas, das quais, sendo inconsciente, eu antes não sabia que sabia.

Um jornalista me perguntou: Por que é que você escreve? Então eu lhe perguntei: Por que você bebe água? A honestidade é muitas vezes uma dor. O bom de escrever é que não sei o que vou escrever na próxima linha. (…) Escrever, para mim, é um aprendizado. Assim como viver é um aprendizado. “

Palavras de Clarice Lispector, não minhas. Mas bem que poderiam ser as minhas.

5 – Fazer pelo menos uma tatuagem. Sério, faz tempo que quero fazer uma.

Mas receios infundados nunca deixam.

6 –  Reinventar a mim mesma. Quero andar na chuva. Quero viver uma aventura de comédia romântica – pelo menos por um dia. Chega de felizes para sempre. Não somos e nunca seremos.

Quero ficar bêbada mais frequentemente. Quero sair para conversar e esquecer que existe o amanhã.

Quero sorrir sem perceber que estou sorrindo (a espontaneidade mandou um oi).

Quero ser quem eu sou, com simplicidade. Sem usar verdades fingidas.

Quero plenitude em todas as coisas, nem que para isso eu tenha que me despir das tradições irracionais há muito tempo forjadas.

Em suma, eu quero viver,  literalmente, a frase …

7 – … Carpe diem.  Porque ser realista (ou pessimista, depende da perspectiva) é admitir que a vida é uma linha mais tênue do que se pensa. Podemos ter os papéis e as falas já planejadas … podemos ser grandes planejadores. Eu sou. Mas sabe de uma coisa? Planos não garantem nada.

Não podemos temer a morte, mas também não podemos temer a vida.

Do último livro que li (A Irmandade Das Calças Viajantes), eu tirei uma lição importante. Sabe do que eu tenho medo?

“Eu tenho medo do tempo. Quero dizer que tenho medo de não ter tempo que chegue. Tempo que chegue para compreender as pessoas como são realmente ou para eu mesma ser compreendida. Tenho medo dos julgamentos apressados e dos enganos que todo mundo faz. Não se pode acertar sem tempo.”

Portanto, eu termino essa lista de desejos com mais uma citação sim, mais uma. Dessa vez, eu passo a palavra para um dos meus filmes preferidos – A sociedade dos poetas mortos :

Carpe Diem. Aproveitem o dia. Façam de suas vidas uma coisa extraordinária

 

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