Categoria "CINEMA"

O que eu achei de Gilmore Girls: A Year In The Life (ALERTA! Contém spoiler)

Em 26.11.2016   Arquivado em CINEMA

Ontem, dia 25, o Revival de Gilmore Girls foi disponibilizado na Netflix. E, juro, tentei não assistir todos os episódios de uma só vez, mas não consegui!  Assim que assisti ao primeiro, não parei mais.

A primeira sensação que tive, logo que o primeiro episódio começou (com todas aquelas frases icônicas das temporadas anteriores) foi: voltei para a casa!  Ver Stars Hollow  novamente foi incrível. Ás vezes, parecia que nada tinha mudado e, outras vezes, parecia que tanta coisa tinha! Eu, como fã  da série, não podia ter pedido por algo melhor. Realmente, só tenho elogios a fazer a essa nova temporada.

Levando em consideração o tanto que eu amei esse retorno, não compartilhar detalhadamente tudo o que eu senti, em cada episódio, seria impossível. Eu PRECISO falar dessa nova temporada! Preciso destacar quais cenas mais gostei e quais diálogos mais me emocionaram. Preciso contar o que eu achei das últimas quatro palavras de Gilmore Girls (há tanto tempo planejadas pela criadora da série, Amy S. Palladino). Eu preciso, gente, apenas preciso.

Portanto, se você ainda não assistiu TODOS OS EPISÓDIOS de Gilmore Girls: A Year In the Life, eu aconselho que mude rapidamente de página, porque o texto vai conter muitas revelações. Então, ALERTA ! SPOILER. depois não digam que não avisei

Episódio 1 – INVERNO

Nesse primeiro episódio, nós ficamos a par da nova vida das Garotas Gilmore.

Lorelai e Luke vivem juntos há anos, embora não sejam casados. Rory é uma atarefada jornalista com um grande buraco na carreira. Embora tenha conseguido publicar um artigo no The New Yorker, ela está sem dinheiro, sem perspectiva de emprego e a sua vida amorosa também anda um desastre. Em suma, ela está uma grande bagunça.Mas Rory é Rory.  E isso significa que ela vai tentar ser otimista até o último momento.

A vida em Stars Hollow continua quase a mesma. Ainda temos os malucos eventos tradicionais da cidade. Ainda temos Miss Patty e Babette. Taylor ainda é o prefeito. Mas, ao mesmo tempo,  a cidade tem tentado se modernizar um pouco mais. Afinal de contas,  a nova temporada se passa no mesmo ano em que estamos: 2016. Logo, apesar de estarmos falando da tradicional Stars Hollow, elementos da modernidade como Wi-Fi, redes de esgoto, a Uber (ou, de acordo com Kirk, a ÖÖÖBER) , tudo isso, eventualmente, tinha que chegar  à cidade.

Sookie já não trabalha mais na pousada junto com Lorelai. E Michel está querendo trabalhar em um Hotel maior, o que deixa Lorelai muito triste.

Descobrimos que o avô da Rory, Richard, morreu de um ataque de coração fulminante. E Emily está sem rumo na vida, após a morte do marido.

Rory está tentando escrever uma biografia para uma personalidade feminina, Naomi Shropshire, que mora em Londres. Logo, as viagens para lá são frequentes. E quem mora em Londres, mesmo? Logan! Os dois estão tendo uma espécie de relacionamento,  muito embora Logan esteja noivo de outra mulher.

No primeiro episódio, portanto,  a intenção é reapresentar os personagens.

Eu amei a abertura dele! Ver todas aqueles frases icônicas das temporadas anteriores, como “I love you, you idiot” ou “People die. We pay” , fez com que eu me sentisse nostálgica.

Emily de calça jeans! Gente, quem mais não surtou vendo essa cena? Amei a referência que a Lorelai faz sobre o inverno e a magia da neve: everything is magical when it snows. Bem parecido com a primeira temporada, em que ela usa a mesma frase!  Adorei a cantoria de natal na praça da cidade…. quem se lembra dos “trovadores” de Stars Hollow?  E ver Lane e a banda Hep Alien (com a participação de Sebastian Bach!) foi também pura nostalgia.

Na temporada inteira,  nós sentimos a presença de Edward Herrmann. Nem posso pensar na morte dele, porque já me deixa muito triste. Mas, nesse primeiro episódio em específico, existe uma grande homenagem ao ator e, também, ao personagem, o que eu achei muito bonito.

EPISÓDIO 2 – PRIMAVERA

Acho que esse foi um dos episódios mais engraçados da temporada! E sabe porque? Paris Geller!

Rory e Paris vão à Chilton. A palestra que as duas dão… gente, até arrepiei ao escutar a Rory falando. Foi lindo.

E aquela cena em que Paris vê Tristan e entra enlouquecida no banheiro? Não consegui parar de rir! E, então, a Francie entra e você relembra das primeiras temporadas de Gilmore Girls, de Paris e Rory e o jornal da Chilton. Do clube das “Puffs”. Gente, quem lembra?!  Para mim, essa foi a melhor cena do episódio. Amo a Paris e adorei ver a atriz Liza Weil dar vida a ela no revival.

Algo que também gostei muito neste episódio: Emily e Lorelai fazendo terapia juntas! Claro que isso não poderia durar muito tempo. Mas foi incrível! Ri demais com as farpas que as duas trocavam.

Outra coisa que me fez ficar nostálgica: as assembleias presididas pelo Taylor! Quem não morria de rir com elas? Adorei ver que isso ainda existe em Stars Hollow.

Como a carreira de Rory está desabando, ela tenta, de todo jeito, encontrar uma emprego. Alguma fonte de renda E para isso se submete a ter que escrever matérias chatas e sem qualquer emoção, como “filas em Nova York”.  Por isso, ela e a mãe viajam para cidade com o intuito de cobrir a matéria. Adorei ver ela e Lorelai tendo um momento “mãe e filha” naquele hotel, em NY. Me fez lembrar aquele episódio em que as duas viajam rumo à Harvard (quando Lorelai cancela o casamento com Max), na segunda temporada.

E também amei a cena em que a Rory, ao som daquela familiar música, começa a quebrar todos os três celulares que possui.

No fim do episódio, uma Rory muito desiludida resolve voltar a morar, ao menos temporariamente, em sua antiga casa em Stars Hollow. É nesse momento em que ela percebe o quanto a sua vida tomou um rumo que ela não queria. A carreira de jornalismo não está dando certo, ela não tem casa própria ou emprego fixo, não sabe como classificar o tipo de relacionamento que possui com o Logan e já tem 32 anos, ou seja, já não é mais tão jovem.

Os sonhos que ela tinha de ser grande, a  sede de conhecimento, a vontade de ver o mundo inteiro, enfim, parece que tudo está desmoronando.

E voltar para casa é mais difícil do que parece.

EPISÓDIO 3 –  VERÃO

Rory está de volta à Stars Hollow. E ela encontra muita dificuldade em demonstrar para os moradores da cidade que a sua volta é temporária, ou seja,  ela não pretende morar lá definitivamente, mas só até conseguir encontrar de novo um sentido para sua vida.

E é aí que o Jess entra em cena. Apesar de não serem mais namorados, eles são amigos. Ainda mais porque Luke, tio de Jess, mora com Lorelai. Seria impossível eles não se esbarrarem de vez em quando. Ele diz para Rory que é normal se sentir perdido em alguns momentos da vida. E que ela, ao invés de ficar procurando trabalhos que não quer, deveria se concentrar em fazer algo que gosta, como escrever. E, de preferência, escrever sobre algo que conhece, como, por exemplo: ela e sua mãe. Rory deveria escrever sobre a relação das duas, a vida que construíram juntas. Ela deveria fazer um livro sobre as Garotas Gilmore.

Sobre essa cena, tenho que dizer: achei – a inspiradora. Nunca fui tão fã do casal Jess e Rory, especialmente porque não curtia o estilo “bad boy” do Jess. Mas é incrível o quanto ele compreende a Rory.  E é óbvio que depois de tantos anos, ele mudou. Ainda tem aquele jeitão sarcástico, mas é muito mais tolerante e maduro. Aprovei o novo Jess, de verdade.

No episódio, Emily continua sem saber como lidar com a morte do marido.  Depois de passar dias dormindo porque não consegue gostar mais de sua antiga vida sem Richard, ela se pergunta se não é hora de mudar. De ares, de vida, de tudo.

Lorelai, por outro lado, começa a questionar uma porção de coisas. Depois de ela ter feito terapia junto com Emily e, inclusive, ter continuado quando esta parou de ir, muitas dúvidas surgiram.  Duvidas acerca do relacionamento que tinha com os pais, sobre a forma como lidou com a morte de Richard, se, depois de tantos anos, ela não deveria se casar com Luke. Michel também confessa para ela, expressamente, que quer deixar a Dragonfly Inn, a menos que ela concorde em expandir o negócio.E Lorelai se sente triste. Sem Sookie, que está trabalhando em outro negócio, e sem Michel, ela não sabe como continuar. Ora, ambos são seus melhores amigos. Foram as primeiras pessoas que ela conheceu ao se mudar para Stars Hollow.

No episódio, a cena mais importante é quando as três Gilmore decidem ir ao túmulo de Richard, para ver a nova lápide feita para ele. Rory decide contar a sua mãe o projeto em que está trabalhando:  a história das Garotas Gilmore. Um livro sobre ela e sua mãe, sobre o relacionamento das duas. O problema é que Lorelai não recebe muito bem a notícia. Para ela, a história é invasiva demais. Por mais que ela ame Rory, não foi fácil para ela, aos 16 anos, se ver grávida e ter de lidar com a vida sozinha, como se fosse uma adulta. O começo foi muito difícil. As duas, então, brigam feio, igual àquela briga que tiveram no final da quinta temporada, quando Rory decidiu que queria largar Yale.

Nas últimas cenas, vemos Lorelai tendo uma epifania no ensaio do musical de Stars Hollow. Ao ouvir uma música (que parecia ter sido feita para ela, naquele momento), ela percebe que é “agora ou nunca”. Os assuntos mal resolvidos em sua vida, as mágoas e os medos precisam ser tratados e curados. É hora de mudança. O episódio termina com Lorelai dizendo à Luke que vai viajar e ficar fora por algumas semanas ou talvez mais.

Acho que o episódio “Verão” misturou coisas leves e engraçadas, como aquele musical “horrível”, com coisas mais sérias. É um episódio em que todas as Gilmore percebem que precisam mudar de vida.

As sete temporadas de Gilmore Girls foram incríveis. Mas muita coisa terminou sem nó, ficou em aberto. Senti que esse episódio quis trazer todas essas perguntas à tona. E as respostas para todas elas, nós encontramos no próximo episódio, Outono.

Episódio 4 – Outono

Foi o melhor episódio de todos. Não só pelas participações especiais, mas porque o enredo foi incrível, mesmo.

Amy S. Palladino quis dar uma resposta a todas as questões em aberto na série.

Em primeiro lugar, eu preciso dizer que amei a volta da “Brigada da vida e morte”. Aquela cena, ao som de “With a Little Help From My Friends”, do Beatles, foi uma das melhores. Eu amei, amei e amei até dizer chega. Em meio a um episódio com muitos momentos cheios de seriedade e significado, a Brigada da Vida e Morte deu a leveza necessária. Só digo uma coisa sobre isso: In Omnia Paratus!

Finalmente, tivemos o desfecho necessário para a relação de Rory e Logan. Foi uma cena de cortar o coração, mas necessária. Rory percebe que o relacionamento entre os dois, especialmente por causa do noivado de Logan, não iria dar certo. Era o momento de dizer adeus.

Outra cena incrível foi quando Rory diz que sabe exatamente aonde vai escrever a história da sua vida, a história sobre as garotas Gilmore, e ela vai para a casa dos avós e se senta na escrivaninha de Richard. Não consegui segurar o choro nessa cena. Me fez lembrar de Edward Herrmann, de Richard, enfim, da família Gilmore.  E, eu juro, não podia ter trilha melhor para cena do que os “la la las” característicos de Gilmore Girls. Fiquei triste e feliz, ao mesmo tempo. Foi um dos melhores momentos do episódio.

E Lorelai tentando fazer “The Wild”. Ela esquece sua autorização e tem que voltar para o hotel. Mas, no caminho, resolve buscar café. Como a cafeteria estava fechada, ela sobe uma montanha que tem ali por perto e bum! Mais uma epifania. É como se tudo viesse com clareza à mente da personagem. Quem ela é  e  o que ela viveu. Ela, então, liga para a mãe e conta uma história sobre Richard. Foi outra cena que me emocionei. Ver mãe e filha, ali, resolvendo suas questões, solucionando o passado e moldando o futuro, foi lindo. Foi algo que os fãs de Gilmore Girls sempre esperaram para ver.

Amei  quando ela contou ao Luke que quer se casar com ele.  O melhor foi ver a reação dele. E plus: Lorelai dizendo o quanto tudo na sua vida tem a ver com café. Aliás, quem duvida que, em outra vida, ela foi  café? Diálogos malucos e engraçados sempre fizeram parte de Gilmore Girls!

Precisamos dar destaque para o momento em que Emily contracena com  as mulheres do DRA. Finalmente, ela saiu daquele clube mesquinho. E com a melhor classe possível:

“Eu não posso fazer isso mais. Eu não posso gastar mais tempo e energia com artifícios e papinhos do cacete.”

Alguém conseguiu não rir nessa cena? Eu preciso dizer que amei Emily nesse revival. Ela mudou… ela foi obrigada a mudar. Vendeu a casa e, pela primeira vez, quis fazer as coisas por conta própria! Conseguiu encontrar sua própria felicidade. E de quebra: conseguiu segurar uma empregada doméstica (e toda a sua família!) por uma temporada inteira. Emily se tornou mais humana, apenas isso.

MEU DEUS! E aquela cena com o Dean. Por muito tempo, joguei no time do Dean. E ver essa cena entre os dois, era tudo o que eu precisava! O personagem se despediu com estilo. E não houve escolha mais acertada do que fazer a cena no Doose’s Market. O diálogo  entre eles foi lindo.

  • Posso incluir você ? (Rory pergunta se pode incluir Dean no livro que está escrevendo sobre ela e sua mãe)

  • Eu não sei… o que você vai dizer?

  • Que você foi o melhor namorado do mundo.Que você foi generoso, protetor, gentil e forte. Que seria melhor eu ter conhecido você quando eu fosse mais velha e madura, mas sem você naquela época, eu não seria quem sou hoje. Você me ensinou o que é estar segura.

E depois ela diz:

  • Dean. Amido de Milho.

E ele:

  • Pague por ele desta vez.

Amei essa referência ao primeiro beijo da Rory, aos dois na Doose’s. Era o adeus que eu precisava.

Rory e Lorelai, é claro, fizeram as pazes no episódio. Lorelai, por fim, aceita que Rory escreva sua história. Amei essa cena “mãe e filha” entre as duas.  E adivinhem o título do livro? Sim, Gilmore Girls. É como se a série toda tivesse sido contada nas palavras da Rory.   Surtei quando a Lorelai fala:

  • Só uma coisa. Tire o artigo “The”. Deixe só Gilmore Girls. Fica melhor.

Nós revemos Sookie. É lógico que ela tinha que voltar para  casamento de Lorelai, certo? Quer dizer, esse casamento não podia acontecer sem um bolo deslumbrante da Sookie.

Revemos Christopher. Eu adorei o diálogo que ele e a Rory tiveram. E, depois que vemos a última cena da temporada, dá para entender o porquê foi tão importante para a ela questionar o pai sobre os motivos de ele ter deixado Lorelai criar sua filha sozinha.

Amei a cena em que Lorelai pede dinheiro à mãe para poder expandir sua pousada. E tudo acontece igualzinho à cena do primeiro episódio da série.

Precisamos falar sobre o olhar que Jess dá para Rory no final do episódio. Ficou muito claro que ele ainda tem sentimentos por ela. A história entre os dois ficou um pouco em aberto. Seria a hipótese de uma possível nova temporada? Quem sabe. Estou torcendo.

Foi lindo ver o gazebo todo enfeitado para o casamento de Lorelai. E, mais lindo ainda, ver ela e Luke subindo ao altar, para se casar em uma noite bonita, pouco movimentada e serena em Stars Hollow.

Agora, a cena que mais me deixou emocionada e chocada. Exatamente a cena em que ouvimos as últimas quatro palavras da série.  O final planejado há muitos anos pela criadora, Amy Sherman – Palladino.  É claro que essas palavras saíram em um diálogo entre as duas protagonistas. E as palavras, de Rory para Lorelai, foram: mãe, eu estou grávida. Ao final, só vemos a cara de choque de Lorelai.

Não eram as palavras que eu esperava. Mas, a partir disso, tudo fez sentido. O início de um ciclo, o fim de um ciclo e o começar de outro.  Quando a série foi ao ar, Lorelai tinha aproximadamente 32 anos, a mesma idade em que Rory estava nessa temporada. Era justo que a  série terminasse com uma Rory, de 32 anos, esperando a próxima ou o próximo Gilmore.

Muitos se questionaram de quem seria o filho, já que a série termina sem dar respostas. Creio que seja de Logan, não sei. Alguém aí tem mais alguma teoria?

Gilmore Girls, nessa última temporada, conseguiu fechar seu ciclo de forma majestosa. Foi um final muito melhor do que eu imaginava. Acredito que exista margem para uma nova história que desnude esse novo ciclo que se iniciou com a gravidez de Rory. Mas se não houver nova temporada, se esta for a última, tudo bem. Eu acredito que dei o adeus que precisava dar aos meus personagens queridos. E isso já basta.

Confesso que foi impossível não ficar triste ao terminar de ver. Escrevo neste momento com sentimentos de ausência e perda, porque Gilmore Girls sempre foi muito mais do que um show. Nas palavras das próprias garotas Gilmore, essa série é um estilo de vida; algo para ser visto e amado religiosamente.

O que vocês acharam dessa nova temporada? Conta tudo! Vamos discutir as teorias e as possibilidades dessa série continuar haha 💋

21 momentos lindos, hilários e inesquecíveis de Gilmore Girls

Em 24.11.2016   Arquivado em CINEMA, LISTINHAS

Gente,  o revival de Gilmore Girls já é amanhã!!! 

Eu preciso dizer o quanto eu estou animada?!!! Acho que não né !!!

Tá bom, eu vou parar com esses pontos de exclamação, haha.  É que estou muito feliz e ansiosa para esse revival. Como vocês se sentiriam se uma das suas séries preferidas retornasse  depois de 9 anos? Pois é. É assim mesmo que eu estou me sentindo.

Pensando no revival que chega amanhã na Netflix, eu, muito nostálgica, fiz uma listinha com os melhores e mais inesquecíveis momentos  das nossas garotas Gilmore. Então, vem cá curtir essa nostalgia comigo 

1. O primeiro beijo da Rory. Gente, como não lembrar da Rory e do Dean na Doose’s Market?

2. Amor e neve. É nesse episódio que aprendemos o quanto tudo fica mágico quando neva <3

3.  “I love you, you idiot!“.  Quando o Dean e a Rory se reconciliam no final da primeira temporada. Essa cena é icônica, apenas. haha

4. A viagem da Lorelai e Rory para Harvard.  Como não rir e se emocionar nesse episódio da segunda temporada?

5.  “Like Mother, Like Daughter”. Amo essa cena entre a Emily e  a Lorelai.  É um dos poucos momentos em que as duas, por alguns bons minutos, deixam as diferenças de lado e vivem a típica frase “tal mãe, tal filha”.

6. A formatura de Lorelai. É um momento de realização para a nossa mãe favorita. E é incrível ver Emily e Richard se emocionando junto com a gente.

7. O beijo de Rory e Jess.  Apesar de não ser o meu casal preferido, até eu admito que esse beijo foi lindo.

8. O cabelo roxo da Lane.  Adorava as não muito drásticas atitudes da Lane quando ela queria se rebelar contra a Mrs. Kim

9. Quando Paris perde o controle, em um discurso da escola, por não ter entrado em Harvard. E o total apoio que Rory dá a ela. É o momento que faz a gente perceber o quanto a relação das duas evoluiu para uma amizade quase que incondicional.

10. A formatura de Rory na Chilton. Gente, esse episódio foi incrível. Impossível não se emocionar com mais essa conquista da Rory, da Paris e, até mesmo, da Lorelai. Afinal de contas, ela deu duro para criar a Rory e ver a filha se formando em uma das melhores escolas é motivo de orgulho para uma mãe, sem dúvida.

11. O primeiro dia em Yale. Uma nova era para mãe e filha.

12. O beijo de Luke e Lorelai. Depois de quase quatro temporadas de espera, ele aconteceu!

13. Aquela cena hilária  entre Lane e Rory que acontece na biblioteca.

14. Se você pular, eu pulo. Quem não amou esse episódio em que ficamos a par do clube secreto de Yale, chamado de “A Brigada de vida e morte”?

15. Quando Dean e Rory terminam o relacionamento na quinta temporada. Achei aquela cena triste, apenas.

16. Luke descobre que é pai.  Quem aí também adora a April?

17. The Prodigal Daughter Returns.  Quando Rory desiste de Yale, nós temos a primeira briga realmente feia entre mãe e filha.  As duas ficam sem se falar durante meses.  Por isso, a reconciliação não podia ter sido mais bonita, certo?

18. A icônica frase de Lorelai quando Luke diz que não gosta de ultimatos.

19. You’re the Man I want to Want. O término do relacionamento entre Lorelai e Christopher na sétima temporada.

20. I will always love you. A serenata que a Lorelai, inicialmente, faz para Rory quando, de repente, Luke aparece.

21. Bon Voyage. A festa surpresa que todo o pessoal de Stars Hollow preparou para Rory e Lorelai no último episódio da série.

Ficaram ainda mais ansiosos para o revival amanhã? Conta tudo 💋

O que eu achei de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”

Em 17.11.2016   Arquivado em CINEMA

Fui hoje ao cinema para assistir  à “Animais Fantásticos e Onde Habitam” e, como a boa fã de Harry Potter que sou, não podia deixar de compartilhar  o que eu achei do filme. Então, vamos lá!

Para quem não sabe “Animais fantásticos e onde habitam” foi baseado no livro de mesmo nome escrito pela J.K ,  sob o pseudônimo de Newt Scamander.  Porém, como este livro é, na verdade, uma espécie de enciclopédia, ou seja, não é uma narrativa, mas uma relação didática com informações acerca das criaturas fantásticas que habitam o mundo de Harry Potter, a J.K também escreveu novos contos  para incrementar o enredo do filme. Portanto, a versão cinematográfica de “Animais fantásticos e onde habitam” é uma história completamente nova inspirada no livro e nos contos disponibilizados  no Pottermore.

Os contos da J.K, que inspiraram o filme, narram sobre o mundo bruxo dos EUA. Sim, você não está enganado! Existe um mundo mágico para além da Inglaterra. Aliás, já sabíamos disso desde o “O Cálice de Fogo”, quando foram introduzidas outras duas escolas de magia, a do Viktor Krum, Durmstrang, (localizada ao norte da Suécia ou Noruega) e a da Fleur, Beauxbatons (França). Vocês se lembram? Pois bem, a querida J.K resolveu criar, então, um Ministério  de Magia e uma Escola da Magia também nos Estados Unidos da América. NY, aqui vamos nós! Nos contos, nós passamos a conhecer o MACUSA (congresso mágico dos EUA) e a escola de magia americana Ilvermony. Para ler estes contos traduzidos no Pottermore, é só clicar aqui  e aqui.

O filme “Animais Fantásticos” vai ter como cenário, justamente, a cidade de NY, nos loucos anos de 1920 …. ou seja,  cerca de 70 anos antes dos acontecimentos de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Já está imaginando o que vem por aí, certo? Uma história sobre Dumbledore e  Grindelwald, pois é! OBS: essa informação já foi compartilhada há algum tempo pela diva J.K, então não é um spoiler! A franquia de “Animais Fantásticos” renderá  cinco filmes. Este, que estreou hoje, foi apenas o primeiro. WHAT IT MEANS? AND FOUR TO GO!

Neste primeiro filme, a intenção era justamente descortinar o mundo mágico de NY e introduzir a história de nosso diretor preferido, Dumbledore, e o bruxo Grindelwald.

No filme, temos quatro personagens centrais:

1) Newt Scamander.  O ex- aluno de Hogwarts, pertencente à casa Lufa – Lufa, é um excêntrico entusiasta na fauna do mundo bruxo. Se você quer conhecer sobre as criaturas e suas propriedades mágicas, é só perguntar para o Newt ali. Ele está prestes a publicar um livro. Adivinha como ele se chama? Sim, “Animais fantásticos e onde habitam”. E o que ele está fazendo em NY? Bem, vocês vão ter que assistir para saber! HAHA

 2) Tina Goldstein. É a certinha e ambiciosa funcionária do MACUSA. Ela me lembrou um pouquinho a Mione… porque será?😂

3) Jacob Kowalski. É um não – maj que acaba, por acidente, se juntando à aventura. Acho que as cenas mais hilárias do filme são com o Jacob. OBS: não -maj é o termo que os americanos usam para se referir aos não bruxos. Logo, significa a mesma coisa que “trouxa”.

4) Queenie Goldstein. É irmã da Tina. Também trabalha no MACUSA. Ela é bastante engraçada. Aposto que vocês vão gostar da personagem!

“Animais Fantásticos” foi um filme de que gostei bastante. Ele não foi mais e nem menos do que eu esperava. Foi exatamente o que eu achava que seria. E o que eu quero dizer com isso? Quero dizer que foi um filme bom, um filme que me fez relembrar, com muita saudade, do mundo de Harry Potter. Foi um filme que me fez pensar “Oh, boy… como é bom estar de volta“. Mas, ao mesmo tempo, não foi – como eu já sabia que não seria – a mesma coisa que Harry Potter. Simplesmente, acho que nenhum filme ou livro, ainda que se passe nesse mesmo mundo mágico da J.K, vai superar o que eu senti com os sete livros e oito filmes anteriores. Enfim, o que eu quero mesmo dizer é que não foi a mesma coisa que assistir ao nosso eterno trio, interpretado pelos queridos Dan, Emma e Rupert. O que não significa que “Animais Fantásticos” tenha sido ruim. Não, muito pelo contrário: é um filme que vale a pena assistir, ainda mais se você é fã de Harry Potter.

A história é interessante. Mescla humor, aventura e romance. Tem efeitos especiais legais. Personagens muito bacanas (amei o Newt!). E muitas – mas, muitas mesmo- criaturas fantásticas. Portanto, sim: assista!

Em suma, pessoal, ainda que não tenha sido a mesma coisa, foi incrível poder voltar ao universo de HP. Acredito que os próximos quatro filmes desta franquia serão muito melhores. Como eu disse, este primeiro buscou introduzir toda a história. Vem muita coisa boa por aí! Então, fãs de Harry Potter, uni-vos. hahaha

Vocês já assistiram Animais Fantásticos e Onde Habitam? Ou  querem assistir? Conta tudo, por favor 💘

E só para avisar: na segunda – feira, provavelmente, deve sair resenha da peça “Criança Amaldiçoada”. Li há poucos dias  o roteiro e quero muito comentar sobre ele aqui com vocês! 💋

 

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