Categoria "CINEMA"

Minhas séries de TV favoritas

Em 29.08.2016   Arquivado em CINEMA, LISTINHAS

Não é nenhum segredo que eu adoro acompanhar séries de TV.  Gosto começar séries novas, mas também de rever, muitas e muitas vezes, as antigas. Com o intuito de compartilhar  um pouquinho desse meu amor por séries, eu resolvi contar para vocês – em ordem de preferência –  quais são as minhas séries favoritas, os pontos positivos e os negativos de cada uma.

Quem sabe assim vocês não se apegam a elas também?!  Então, vem

 

PONTOS POSITIVOS

  •  é uma série Girl Power (alô, feminismo!);
  • os personagens têm profundidade;
  • os personagens amadurecem  ao longo da série;
  • Você, com certeza, vai se apegar aos personagens. Até hoje, eu sinto como se eles fossem amigos próximos com os quais eu preciso passar um tempo de vez em quando. Por isso, é claro que já vi essa série umas mil vezes!;
  • você acompanha a trajetória dos personagens do colégio até depois da faculdade;
  • é uma série que mistura terror, aventura, comédia e romance;
  • você vai rir muito, mas vai chorar também 
  • os monstros da série são, na verdade, metáforas para os dilemas vividos na adolescência e na vida adulta;
  • existem episódios especiais (episódio de natal, episódio musical, etc.);
  • foi uma série desbravadora, a primeira série a introduzir conceitos ainda não vistos na televisão;
  • tentou quebrar diversos preconceitos e tabus dá época;
  • é uma série inteligente;
  • todas as temporada, na minha opinião, são boas. Da primeira temporada em diante, a série só melhorou;
  • É uma série dos anos 90! Ou seja, moda noventa! (vocês sabem como eu amo tudo nos anos 90);
  • O estilo da personagem Buffy é, simplesmente, incrível. Willow, Anya e Tara também têm um estilo único;
  • É uma série cheia de referências POP;
  • Influenciou diversas outras séries (por exemplo, Supernatural);
  • Tem uma trilha sonora incrível;
  • Todas as temporadas estão na Netflix;
  • É minha série número 1. A preferida.

 PONTOS NEGATIVOS

  • Na minha opinião, nenhum. Pera, lembrei de um: a série APENAS tem 7 temporadas. Bem que podia ter umas 50, juro que não ia reclamar! 🙂 hahaha

 

PONTOS POSITIVOS

  • É uma série Girl Power (alô, feminismo!)
  • É uma série cheia de cultura POP. As personagens estão sempre fazendo referências a livros, filmes, séries e músicas
  •  Os diálogos são rápidos, inteligentes e dinâmicos;
  •  A cidade Stars Hollow, cenário dessa série, é também uma personagem. É uma típica cidade pequena com tradições esquistas e engraçadas;
  • As personagens principais têm profundidade e credibilidade. Amadurecem no decorrer das temporadas;
  • Os personagens secundários também são muito bem desenvolvidos;
  • Traz, em seu bojo, algumas críticas e reflexões sociais;
  • A trilha sonora é perfeita;
  • Gilmore Girls é uma série com uma ideia simples – o relacionamento entre mãe e filha e as fases da vida- mas muito original. Não sei se é o texto, as referências de cultura POP ou a trilha sonora -ou a combinação de todos esses elementos- que deixam essa série encantadora. Mas é isso que ela é! Encantadora, simples, cômica e inteligente;
  • Todas as temporadas estão na Netflix;
  • Vai ter Revival da série. Marca na agenda: 25 de novembro na Netflix!;
  • E para terminar, mais esse ponto positivo: Jared Padalecki adolescente  Como não amar?!

 

PONTOS NEGATIVOS

  • A quarta e a sétima temporada foram um pouco chatinhas
  • A Rory (uma das personagens principais) me dá muita raiva de vez em quando! Ela é muito indecisa no que diz respeito aos relacionamentos amorosos. E, por isso, acaba ferindo os outros…

Quem quiser saber mais sobre a série, é só clicar aqui.

 

 

 

 

 

PONTOS POSITIVOS

  • É uma série muito criativa;
  • A primeira temporada, na minha opinião, é brilhante;
  • Mistura terror, aventura, comédia e drama;
  • Existem episódios especiais (episódio de natal, episódio musical, episódio em que eles “aparentemente”entram na televisão, etc.);
  • A trilha sonora é incrível! Se você gosta de rock, você precisa ver essa série;
  • Dois irmãos -muito gatos, diga-se de passagem – dirigindo pelos EUA em um velho impala de 67 e enfrentando monstros…  essa é, simplesmente, uma ideia genial!;
  • Netflix disponibilizou essa série até a 10ª temporada;
  • E, vamos em rumo à 12ª temporada!

PONTOS NEGATIVOS

  • A sexta e a sétima temporada, na minha opinião, foram muito ruins;
  • Pouca representação feminina. Todas as personagens femininas, em uma hora ou outra, morrem na série;
  • A série se estendeu muito no tempo. E, embora, na 8ª temporada a série tenha voltado a ser bastante legal, ela não conseguiu recuperar, por completo, a qualidade e originalidade que tinha até a 5ª temporada.

 

 

 

 

 

 

 

 

PONTOS POSITIVOS

  • É uma série Girl Power (alô, feminismo!);
  • Tem aventura, um pouquinho de terror e romance;
  • É uma série criativa;
  • O foco está no relacionamento entre três irmãs bruxas adultas superpoderosas. Elas precisam equilibrar a sua vida pessoal com a sua vida “sobrenatural”;
  • É uma série dos anos 90;
  • O estilo das três personagens é muito legal. Cada uma tem um estilo único que reflete a sua personalidade. Além disso, é uma série com muita moda noventa!;
  • A série, na quarta temporada, passou por uma mudança brusca. A atriz Shannen Doherty, que interpretava a irmã Prue, saiu da série. Achei que o pessoal que produz a série, bem como o restante do elenco, soube lidar muito bem com essa mudança. A série poderia ter se tornado uma porcaria depois disso, mas ela ficou ainda melhor. Tornou-se mais criativa e dinâmica. A mudança, no fim, fez bem!;
  • Todas as temporadas estão na Netflix

PONTOS NEGATIVOS

  • É uma série com “muitos casos da semana” (a cada episódio, lutam com um monstrinho). Não soube colocar muito bem uma trama principal (ou, “vilão principal”) durante cada temporada.
  • Até a terceira temporada, a série é meio chatinha. A partir da quarta, melhora bastante. Os “casos da semana” diminuem e a série passa a incluir uma “trama principal” com mais credibilidade.

 

 

 

 

 

PONTOS POSITIVOS

  • Foi uma série criativa;
  • Lançou uma nova luz acerca da história do Super Homem. Foi super interessante acompanhar a adolescência e o início da vida adulta de Clark Kent;
  • Apesar de eu achar que “Casos da Semana” em excesso podem estragar uma série, devo dizer que “Smallville”  soube lidar muito bem com isso. Os “casos da semana” eram super legais!;
  • Adorei a atriz Erica Durance como Lois Lane. A personagem teve muita credibilidade;
  • Também adorei Michael Rosenbaum como Lex Luthor.
  • Tom Welling como nosso querido Clark Kent. Será que existe um super homem mais lindo?!;
  • Quem não sente saudade de cantar “SOMEBODYY SAVEE MEE” aos domingos, quando a série passava no SBT?
  • Foi a primeira série que eu acompanhei na vida!

PONTOS NEGATIVOS

  • A série se estendeu bastante no tempo e, com isso, perdeu um pouco o rumo da história
  • Achei o final da série muito fraquinho.

 

 

 

 

PONTOS POSITIVOS

  • Depois de Buffy The Vampire Slayer, é a melhor série com a temática “vampiros”, na minha opinião;
  • Apresentou uma mitologia bastante convincente e minuciosa sobre a origem e as características dos vampiros e dos lobisomens;
  • Foi uma série bastante influenciada por Buffy. Ou seja, aprendeu com a mestra!;
  • Até a quarta temporada, a série é realmente brilhante;
  • OMG! O maravilhoso Ian Somehalder como Damon. Depois do vampiro Spike (personagem da série Buffy), Damon é o vampiro de quem eu mais gosto;
  •  Netflix disponibilizou essa série até a 6ª temporada

PONTOS NEGATIVOS

  • Depois da quarta temporada, a série fica meio chatinha. Na sétima, eles conseguem melhorar um pouco;
  • Foi muito chato Nina Dobrev ter saído da série ao fim da sexta temporada. A boa notícia é que existe  alta probabilidade de ela retornar, ao menos, no fim da próxima (e última) temporada, a 8ª. A má notícia é que talvez ela não volte como a personagem Elena 🙁

 

 

 

PONTOS POSITIVOS

  • Tornou famosas algumas atrizes incríveis, como Troian Bellisario (Spencer Hastings) e Lucy Hale (Aria Montgmory). Eu adoro essas duas. Troian, com certeza, é uma das atrizes mais sensatas que conheço. Ela tem opiniões muito fortes sobre muitas coisas. Vale muito seguir ela no instagram e ficar por dentro das suas entrevistas!
  • Apesar de ser uma série bastante adolescente, PLL, à princípio, parecia ter muito a oferecer. A série nasceu com uma narrativa diferente, misteriosa e bastante interessante. Na história, a queen B do colégio – e a “melhor” amiga das nossas quatro protagonistas- desaparece misteriosamente. Não se tem certeza se ela morreu ou não. O desaparecimento deixou as protagonistas apreensivas, mas, ao mesmo tempo, aliviadas. Na ausência da líder do grupo, as quatro se distanciam. Porém, um tempo mais tarde, elas passam a receber mensagens muito comprometedoras de uma tal -A, que parece saber todos os segredos que Alisson, a líder desaparecida, conhecia a respeito delas. As mensagens fazem com que as garotas se aproximem novamente e passem a questionar  quem é -A e se Alisson ainda pode estar viva.
  • A série tratou, com bastante naturalidade, de assuntos que, até então, ainda eram tabu, como o homossexualismo (uma das protagonistas, a Emily,  descobre, na adolescência, que sente atração por meninas)
  • A série tem muita informação de Moda
  • Acho incrível o estilo das protagonistas. Cada uma tem um estilo próprio que reflete a sua personalidade. As roupas que elas usam são lindíssimas! Quisera eu ir tão produzida assim para o colégio hahaha haja tempo e dinheiro!
  • Episódios especiais de Halloween . São todos muito legais!
  • Está na Netflix

 

PONTOS NEGATIVOS

  • O andamento da série é muito lento. Demora muito até você ter uma informação realmente válida sobre o vilão(a) da série, o chamado(a) -A.
  • A série confunde o tempo todo e coloca muitas pistas falsas sobre determinado personagem. E isso é muito chato!
  • A série fez os fãs de trouxas por muito tempo. O único vilão da série, ao menos, até a sexta temporada é – A. E você só vai descobrir quem é esse vilão no meio da sexta temporada. Isso mesmo, as temporadas anteriores, praticamente, não tiveram nenhuma grande revelação (com exceção da primeira e da segunda temporada que foram  importantes).
  • Para mim, descobrir quem era -A foi uma grande decepção. Acho que houve muitas falhas e inconsistências aí.
  • Na sétima e última temporada, aparentemente temos um novo vilão (até que enfim!), mas até agora não parece nada muito promissor 🙁

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PONTOS POSITIVOS

  • É uma série sobre contos de fadas. Então, para quem gosta desse tema, assistir a essa série é essencial
  • Adorei a forma como eles contaram e adaptaram a histórias de nossos personagens Disney e não Disney favoritos! Eles conseguem conectar todas as histórias dos contos de fada de uma forma incrível.
  • É uma série Girl Power (alô, feminismo!)
  • Emma Swan  (a filha de Branca de Neve e do Príncipe Encantado), interpretada por Jennifer Morrison,  é uma heroína incrível. Mas, impossível mesmo, é você não se apaixonar por Regina, a Rainha má (Evil Queen) de Branca de Neve, interpretada por Lana Parrilla
  • A atuação de Robert Carlyle como Rumplestiltskin é maravilhosa
  •  Adorei a primeira parte da terceira temporada, em que eles recontam a história de Peter Pan e da Terra do Nunca. Achei uma interpretação muito criativa da história do Peter.
  • A série é dos mesmos criadores de Lost. Então, segue aquela mesma linha de narrativa: intercala o passado, o presente e o futuro nas cenas dos episódios. Isso é muito legal!
  • Está na Netflix

PONTOS NEGATIVOS

  • A quinta temporada foi muito fraquinha. Até agora, não consegui terminar de assistir. Esperemos que, na sexta temporada, a série volte a ter a mesma glória de antes.

 

 

 

 

 

PONTOS POSITIVOS

  • Depois de Smallville, a primeira série que acompanhei na vida, comecei a acompanhar Lost também.
  • Lost foi uma série com uma história bastante interessante. Todos os episódios eram recheados de mistério.
  • Se você assistia a um episódio, imediatamente queria assistir ao próximo para saber o que ia acontecer.
  • Foi uma série que gerou muitas discussões enquanto estava passando e, também, depois que acabou. Muitas pessoas questionavam sobre a ilha, se os personagens estavam mortos, o que era aquela fumaça preta, enfim. Foi uma série que gerou muita polêmica e, até hoje, anos depois do término, eu ainda vejo as pessoas falando sobre ela.
  • Eu adorava a forma de narrativa da série. Os episódios misturavam cenas do passado, presente e futuro dos personagens. Assim, acabamos conhecendo muito sobre a história e as características de cada personagem, um a um.
  • Está na Netflix

PONTOS NEGATIVOS

  • Acho que nem mesmo sei descrever o quanto o final dessa série me decepcionou. Eu esperava muito, mas muito mais. Acho que o final não teve nada a ver e muita coisa ficou sem explicação. A impressão que tive foi que o pessoal que produziu a série não sabia mais o rumo da história. Parece que eles inventaram tanto mistério e  suscitaram tantas perguntas durante o decorrer da série que acabaram se perdendo.  Daí fizeram um final de qualquer jeito.

 

 

PONTOS POSITIVOS

  • Eu comecei a ver essa série há pouquíssimo tempo. Ainda estou na segunda temporada, mas estou amando demais. Eu rio muito durante os episódios e acho a série super fofa. Por isso, precisei incluir Full House nessa listinha.
  • É muito bonitinho ver as meninas Olsen ainda bebês. Elas se revezavam para interpretar a Michelle.
  • É uma série simples, que fala sobre o relacionamento de uma família muito diferente. Mas, apesar de simples, a ideia me pareceu genial!
  • É uma série dos anos 80. EU AMO! Como não amar aquelas roupas?!
  • Ponto positivo para essa série porque, pela primeira vez na vida, eu gostei de uma série do gênero (pura) comédia. Nem mesmo aquelas risadinhas no fundo conseguiram me desanimar (e olha que essas risadinhas são um problema quando vou assistir à Friends, sério)
  • O ator John Stamos como Tio Jesse! 
  • Está na Netflix
  • Netflix vai fazer um spin-off dessa série, que se chamará “Fuller house”

PONTOS NEGATIVOS

Até agora, nada a reclamar. Assim que eu assistir ao restante das temporadas, farei resenha da série aqui contando mais detalhes para vocês.

 

 

 

 

 

PONTOS POSITIVOS

  • É uma série criminalista inteligente.
  • Tem bastante mistério. Desvendá-lo é sempre muito legal
  • É uma série viciante. Dá para assistir, sem problemas, a um episódio atrás do outro
  • A atuação de Viola Davis como a professora e advogada Annalise Keating
  • Adoro a forma de narrativa desta série! Ela é, mais ou menos, contada de trás para frente
  • Está na Netflix

PONTOS NEGATIVOS

  • O senso de ética  e moral dos personagens é muito duvidoso
  • Traz cenas de sexo em excesso, o que torna constrangedora a experiência de assistir a essa série perto dos seus pais, por exemplo.

Para saber mais sobre essa série, é só clicar aqui .

 

 

PONTOS POSITIVOS

  • É uma série criminalista inteligentíssima.
  • Mostra muito da realidade de uma investigação policial.  A  fotografia da série e o figurino dos personagens, nem um pouco floreado,  demonstram o quanto “The Killing” é uma série séria e realista.
  • As temporadas são pequenas, logo os casos de cada temporada são resolvidos rapidamente. A solução para os crimes é fantástica. Vale a pena ficar no mistério e aguardar o final da temporada.
  • Essa série é baseada (quase uma refilmagem) de uma série  dinamarquesa chamada  Forbrydelsen. Mas nem por isso ela deixa de ser instigante e original.
  • Todas as temporadas na Netflix.

PONTOS NEGATIVOS

  • É uma série sem glamour. Ela não traz sentimentos de alegria, mas de desesperança. Afinal, é uma série realista. E de vez quando, é necessário encarar a realidade. Mesmo que ela seja cruel.

Para saber mais sobre essa série, é só clicar aqui.

 

 

PONTOS POSITIVOS

  • É uma versão “Sherlockiana” moderna
  • Watson é, na verdade, uma mulher. Mas não torça o nariz para isso! Por mais inacreditável que pareça, essa mudança  na história de Holmes, deixou tudo ainda mais interessante.
  • Gostei muito da adaptação que eles fizeram! Não sou muito de gostar de versões modernas de Sherlock H., nem nos livros e nem nas telas. Gosto do bom e velho Sherlock vitoriano. Porém, me surpreendi com essa série e acabei me apegando a ela.
  • A atuação de  Jonny Lee Miller como Sherlock Holmes. Simplesmente, brilhante
  • Humanizou bastante o Sherlock
  • Gostei muito também de Lucy Liu como Watson. Ela não fez feio de jeito nenhum.
  • Está na Netflix

PONTOS NEGATIVOS

  • As temporadas são meio sem rumo. Não souberam trabalhar bem com “um vilão principal” em cada temporada.
  • Os casos da semana são muitos. Apesar de ser comum ver “casos da semana” quando o assunto é Sherlock Holmes (já que grande parte da vasta obra de Doyle, autor de Sherlock, é composta de contos sobre o famoso detetive), os casos da série uma hora ou outra ficam bastante chatinhos. Acaba faltando um pouco de criatividade.

 

 

PONTOS POSITIVOS

  • É uma adaptação do meu conto de fadas favorito, a Bela e a Fera.
  • Poder rever Kristin Kreuk (gostava dela em Smallville, apesar de achar a Lana meio chatinha)
  • O ator Jay Ryan
  • Rir muito com o personagem PhD T.J Forbes
  • Mistura ficção científica, romance e suspense. A série, à primeira vista, é muito interessante. A primeira temporada traz bastante questionamento e mistério
  • É uma série Girl Power (alô, feminismo!)
  • Está na Netflix

PONTOS NEGATIVOS

  • Os episódios são meio repetitivos.
  • Ás vezes, parece que a série não anda, mas que fica dando voltas e voltas
  • Até agora, muitas perguntas sobre o passado da mãe da personagem Catherine (Kristin Kreuk) não foram muito bem respondidas
  • O final da segunda temporada foi meio desanimador.Por isso, estou super enrolada com a terceira, e aparentemente, última temporada.

E, aí gostaram das séries? Quais vocês  já assistem? E quais vocês têm vontade de começar à assistir? Conta tudo! E se tiver alguma série, que não está nessa lista, da qual gostem muito, por favor, me indiquem. Preciso muito alimentar o vício que eu tenho por séries de TV 

 

Volta às aulas: um convite para assistir ao clássico “The Breakfast Club”

Em 29.07.2016   Arquivado em CINEMA

 

Muita gente fica animado quando as aulas recomeçam. Eu, por outro lado, detesto! Não é que não goste de estudar nem nada do tipo… eu só não gosto muito de rotina. Ou de ter um tempo racionado para fazer as coisas que amo.

E é bem verdade que o colégio e faculdade possuem uma “filosofia” própria e  todos nós temos devemos nos adaptar a ela. Nem sempre é fácil a adaptação. O período de colégio e da faculdade podem ser duros e árduos. Em ambos, nós temos que lidar com colegas sem criatividade, com professores intransigentes (que acham que sabem tudo) e com testes inúteis. A única diferença é que, na faculdade, estamos mais maduros e tudo tem uma dose extra de formalidade.

Entretanto, apesar de todas essas dificuldade, o período acadêmico pode proporcionar momentos incríveis também. Em muitos casos, é na escola/ faculdade que nós vamos encontrar os nossos melhores e mais leais amigos. Podemos viver, nesse período, muitas aventuras. Podemos encontrar  alguns poucos professores que se tornarão, para nós, amigos e mentores. Podemos aprender  e descobrir muito sobre nós mesmos, nossa personalidade (e nossos ideais) participando das aulas, ouvindo as palestras, estudando o material, convivendo com os outros alunos e enfrentando os desafios que nos são impostos. Portanto, muito embora o período acadêmico  tenha lá suas contradições, ele pode ser, por vezes, extremamente precioso. Uma joia em nossa vida.

Por isso,  convido vocês a assistirem ao clássico “The Breakfast Club” (ou “Clube dos cinco”, como é conhecido no Brasil). É um filme que pode nos inspirar, com toda a certeza, nessa volta às aulas.

 

Cinco adolescentes que nunca se falaram na vida, porque pertencem a panelinhas diferentes, são obrigados a cumprir uma detenção no sábado de manhã.  Como castigo, eles devem fazer uma redação sobre o que fizeram de errado, bem como sobre o que eles pensam acerca de si mesmos.

Na detenção, eles se conhecem melhor e, juntos, questionam diversos valores que costumam ser impostos na época do ensino médio. Eles se perguntam: Quem seremos na vida?  O tempo todo, somos rotulados, generalizados e padronizados pela instituição escolar e  pela familiar. Mas será que podemos ser mais do que os rótulos determinam? Será que existe a opção da escolha?

Necessariamente, o “Clube dos cinco” é um filme de desconstrução. É um filme que demonstra a juventude se rebelando contra tudo o que é imposto e ditado pelas instituições de controle (a família e a escola, por exemplo). O filme quer nos passar a seguinte mensagem: “Sabe de uma coisa? Você não precisa ser quem eles querem que você seja”.  Você não precisa ser a patricinha; ou o caso perdido; ou o criminoso; ou o atleta; ou o nerd.   É você quem escolhe a sua própria identidade.

       (a desconstrução dos rótulos)

 

A questão é que ninguém é perfeito. E ninguém pode ser descrito ou caracterizado de uma forma tão simplista. Por isso, não faz sentido rotular ou padronizar. Temos diversas características conflitantes dentro de nós. Temos um pouco de loucura e normalidade. Temos bondade e maldade. Existem momentos em que devemos ser sérios e existem momentos em que podemos ser pueris.

 

 

 

A verdade é que crescer é uma tarefa difícil. Todos nós precisamos buscar o nosso lugar. O ensino médio e a faculdade podem ser períodos árduos. Mas fazem parte das fases da nossa vida. Mais importante do que chegar ao topo de uma montanha, é escalá-la. É justamente na escalada que as melhores pessoas e os melhores momentos nos acontecem.  Junto de uma boa companhia, viver, “escalar” – passar pelas “fases”- se torna suportável, agradável e até mesmo feliz….

Assim como foi no sábado de detenção de nossos personagens: ele tinha tudo para ser chato e humilhante. Porém, todos eles, juntos, fizeram daquela manhã uma das aventuras mais importantes de suas vidas.

 

Sobre a cara que eles escrevem ao diretor:

“Sábado, 24 mar 1984. Shermer High School, Shermer, Illinois.
Caro Sr. Vernon, aceitamos o fato de que nós tivemos que sacrificar um sábado inteiro na detenção pelo que fizemos de errado … e o que fizemos foi errado, mas acho que você está louco por nos fazer escrever este texto dizendo-lhe o que pensamos de nós mesmos. Que importa? Você nos enxerga como você deseja nos enxergar … Em termos mais simples e com definições mais convenientes. Você nos enxerga como um cérebro, um atleta, um caso perdido, uma princesa e um criminoso. Correto? Essa é a maneira que nós nos víamos, às sete horas desta manhã. Passamos por uma lavagem cerebral.
Brian Johnson

Vício em séries de TV: por que assistir à Gilmore Girls ?

Em 12.07.2016   Arquivado em CINEMA

Eu não sei bem o motivo, mas eu tendo a gostar muito de séries mais antigas, do final do anos 90 ou início dos anos 2000. Afinal de contas, não tem como não amar a abertura dessas séries que sempre, sempre!, começam com uma música-tema super animada.

Não é à toa que a minha série preferida, a mais amada entre todas, é “Buffy The Vampire Slayer”. Esta série começou a passar na TV em 1997, ou seja, ela é meio antiguinha – e, sem dúvida, um clássico das séries de TV.

E com Gilmore Girls, série que se iniciou nos anos 2000, não foi diferente. Eu amo essa série e eu devo admitir que, nessas férias, o que eu mais tenho feito é assisti-la. Um episódio atrás do outro.

Na verdade, a minha história com essa série é meio engraçada. Eu lembro que, quando eu era mais nova, eu e minha mãe sempre víamos os episódios juntas. A minha mãe adorava a série porque, segundo o que ela me dizia, tinha tudo a ver com ela. A minha mãe, assim como a Lorelai, ficou grávida muito jovem. Além disso, eu e ela tínhamos uma relação mãe-filha bem parecida com a relação que a Lorelai e a Rory possuem.

Por isso, para mim, foi muito especial quando Gilmore Girls entrou para o catálogo da Netflix. Era  a oportunidade perfeita para ver certinho, de forma cronológica, a série.

Gilmore Girls é uma série que se passa na cidade fictícia de Stars Hollow (conforme vocês forem assistindo à serie, perceberão que a própria cidade é um personagem). Stars Hollow é uma cidadezinha do interior, perto de Hartford, cheia de bizarrices e com diversos eventos tradicionais e festas temáticas estranhas (que frequentemente servem de palco para os acontecimentos da série).

Como personagens principais, nós temos Lorelai Gilmore e Rory Gilmore.

Lorelai nasceu em um berço de ouro. Rebelde, ela nunca aceitou as exigências sociais e frivolidades da alta classe social da qual participava. Com uma personalidade completamente diferente da de sua mãe Emily, Lorelai jamais se sentiu próxima a ela; jamais a considerou como sua amiga. Também não combinava muito com Richard, o seu pai. A primeira coisa que ela queria fazer, assim que se tornasse maior de idade, era se afastar de sua família.

Aos 16 anos, entretanto, a rica Lorelai engravida. Percebendo que os pais têm a intenção de controlar e planejar ainda mais sua vida, sem consultá-la, ela decide fugir com a criança. Arranja um emprego, passa a pagar suas próprias contas e cria sua filha, Rory, sozinha.

Rory, por outro lado, é uma garota humilde, tímida e muito inteligente. Está sempre com a cara enfiada em algum livro. Sonha em viajar o mundo todo e em ir para Harvard, de forma que possa se formar em jornalismo e se tornar uma nova  Christiane Amanpour.  Para ela, a sua mãe é sua heroína. Ela e Lorelai – diferente da relação que esta tinha com Emily- são, além de mãe e filha, melhores amigas.

No episódio piloto da série, descobrimos que Rory conseguiu uma vaga na respeitável e prestigiada escola Chilton. Esta, entretanto, é uma escola muito cara.  Sem meios aos quais recorrer, Lorelai decide pedir um empréstimo aos pais. Estes aceitam emprestar o dinheiro sob uma condição: todas as sextas feiras, Lorelai e Rory devem  jantar com eles, em uma tentativa de reaproximar a família.  Dessa forma, a criadora da série, Amy Sherman Paladino, conseguiu incluir na trama os avós de Rory (e pais de Lorelai), Richard e Emily Gilmore.

A ideia da série é extremamente simples, como vocês podem ver. Ela gira em torno de uma família que se ama, mas que possui diversas dificuldades de comunicação e aproximação. Essa simples ideia, nas mãos de qualquer um, poderia se transformar em algo chato e monótono, porém nas mãos de Paladino, transborda originalidade e criatividade.

Alguns detalhes que fazem “Gilmore Girls” ser uma série única, inteligente e divertida:

  1. O texto: é rápido e sagaz. Possui tiradas incríveis e inteligentes. Além disso, é cheio de referências sobre cultura pop, literatura, música e política. Os próprios atores da série, ao lerem o longo script, pensavam ser impossível falar tudo aquilo em apenas 40 minutos de série. Daí a importância de o diálogo ser bastante dinâmico.
  2. Stars Hollow: essa cidade fictícia é, com certeza, um dos personagens mais importantes da série. Stars Hollow é uma cidade pequena e única. Todos os moradores se conhecem. Existem diversos eventos bizarros e tradicionais que servem como palco para os acontecimentos da série. Sem a menor dúvida, uma das razões que fazem Gilmore Girls ser uma série tão criativa e imponente é o fato de existir uma interação incrível entre o ambiente-cenário de Stars Hollow e seus habitantes-personagens.
  3.  Personagens secundários:  Rory e sua mãe Lorelai são ambas personagens muito bem escritas e cheias de profundidade. Mas o foco da série não está apenas nestas duas protagonistas. Existem diversos personagens secundários ( como Luke, Sookie, Emily e Richard, Paris, Lane, Mrs. Kim, Kirk, Dean, Jess, etc.)  e todos eles são também extremamente bem escritos. Cada personagem possui uma personalidade desenvolvida e valores próprios. Eles, sem dúvida, possuem diversas camadas. É necessário que, no decorrer da série, nós descubramos camada por camada.
  4. Trilha sonora: As músicas têm um papel importante na série. Sem dúvida, em muitos momentos, a trama transparece por meio da música.  Além disso, a trilha sonora é muito boa. Vale a pena procurar no Spotify  (a trilha sonora completa está lá).
  5. Críticas sociais: várias críticas sociais são feitas na série, especialmente quando nos deparamos com o relacionamento entre Emily e Lorelai.
  6. Feminismo: sim! É uma série Girl Power. Lorelai e Rory prezam por sua independência. E, por mais que elas namorem, a vida das duas não se resume a seus relacionamentos.

Gilmore Girls é um exemplo de como personagens bem desenvolvidos e uma trama simples, mas original e bem escrita, podem fazer TODA  a diferença.  A série inteira é incrível, apesar de existirem muitas ressalvas quanto à sétima temporada (que, até então, era a última temporada da série), já que esta não foi escrita pela criadora Amy Sherman Paladino. Ela e seu marido tiveram que se afastar da série devido a alguns problemas contratuais, de forma que a série foi remetida a  David S. Rosenthal. Muitos fãs não gostaram da sétima temporada, porque a série não manteve a mesma qualidade nos diálogos e na trama, em geral. Além disso, a série não terminou como Amy planejava que terminasse: com a as famosas “quatro últimas palavras” escritas, especialmente, para o último episódio da série.

Em razão disso, há muito tempo vinha sendo espalhado o boato de que a série retornaria na forma de uma nova temporada ou na forma de filme. A Netflix confirmou esse boato. Com o apoio dela,  a oitava temporada, chamada Gilmore Girls: A Year in the Life, estréia esse ano, dia 25 de novembro.

Gilmore Girls trata especialmente de relações familiares e de como passamos pelas fases da vida. E tudo isso com diálogos incríveis, inteligentes e divertidos. Você vai rir, vai se emocionar e, o mais importante, vai se surpreender.

E de brinde: você vai ver o Jared Padalecki (o “Sam” de Supernatural– outra série que eu adoro) anos mais jovem!!!!! Ele interpreta o Dean Forester- o primeiro e mais inesquecível namorado da Rory .

E só para constar (para quem ainda não percebeu): sim, sou #TeamDean. É verdade que houve algumas atitudes questionáveis da parte do Dean durante a quarta e quinta temporada. Muitos fãs da série não gostam dele por isso. Mas,  analisando o contexto, eu consegui entender o personagem e as suas atitudes. Enfim, o Dean cometeu erros, mas quem, naquela série, não cometeu alguns de vez em quando? Especialmente a Rory (super chatinha às vezes, por favor!).

Em defesa de Dean Forester, eu encontrei esse texto no Blog Dreams. Gostei bastante do texto e acho que ele consegue resumir  o que eu sinto em relação ao Dean e as suas contradições.

 

A série, com toda a certeza desse mundo, vale a pena ser vista. Eu estou amando poder vê-la certinho  pela Netflix e estou super ansiosa para a nova temporada. 

E, aí ficou animada para começar a ver a série ou fazer aquela maratona para matar as saudades? Conta tudo, por favor 💋

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