Categoria "CINEMA"

Especial – dia dos namorados: dois filmes lindos que celebram o romance e o amor <3

Em 11.06.2016   Arquivado em CINEMA

O dia 12 de junho, dia dos namorados, é, sem dúvida, um momento para celebrar o amor! E para ganhar presentes, é claro haha

Por isso, vim indicar para vocês meus dois filmes românticos preferidos (ambos estão disponíveis no Netflix). E, olha, é tão difícil escolher só dois! Existem muitos filmes de romance que eu amo, mas muitos mesmo!  Eu, com certeza, sou a louca dos filmes românticos, rs. Mas antes de eu indicá-los, permitam-me fazer uma pequena digressão:

Na minha opinião, a vida da gente deveria ser como um filme. E, como a romântica que sou, eu diria que a vida da gente deveria ser como um filme de romance, rs. E sabe porquê? Nesses filmes, tudo parece ser tão mágico e tão surpreendente.

É claro que nós nunca vamos encontrar a pessoa perfeita, um príncipe ou princesa encantados. E, aliás, quem quer isso? Não, nada de um Sr. perfeitinho por aqui!

Mas a verdade é que é muito difícil encontrar alguém com quem a química e o romance durem. Veja bem: encontrar alguém por aí para passar POUCOS, mas bons momentos, é fácil.  O difícil é encontrar alguém  que não deixe a rotina  tornar tudo maçante ou desinteressante.  Nós sempre ouvimos aquela ladainha, não é mesmo? “Aproveite enquanto você é solteiro, porque quando você casar ou namorar sério, tudo muda”.

O casamento ou até mesmo aquele namoro sério -em que você praticamente mora junto com o(a) namorado(a)- se tornam chatos porque você vê a mesma pessoa todos os dias e convive com os defeitos e manias dela todos os dias. A rotina do dia-a-dia faz tudo ficar monótono e tedioso. Sabe quando parece que não existe mais nada por vir? E é nesse momento que a companhia daquela pessoa – por quem, antes, você estava tão apaixonado(a) – se torna banal e comum.

Quando você está com alguém, o amor, o carinho e a amizade são coisas que não podem faltar. Mas a verdade é que, às vezes, isso não é suficiente. É necessário haver também tesão e romance.  E a rotina, infelizmente mata a ambos. A paixão acaba, o sexo fica ruim ruim e até o amor vai enfraquecendo…

Por isso, a minha dica, para você que está namorando ou até mesmo casado, é: faça do seu relacionamento um filme de romance. Não o deixe cair na rotina. Que em toda semana exista um “primeiro encontro”. Surpreenda quem está junto com você! Paquere, viaje e dance. Cuide-se, seja vaidoso para você e por você. A verdade é a gente ama quem ama a si mesmo.  Seja sempre jovem e faça umas loucuras de vez em quando. Lembre-se: o “dia dos namorados” não é apenas dia 12 de junho. É todos os dias.

Por favor, nunca deixem o romance sair de moda!

Fim da digressão 🙂

Então,  como homenagem ao dia 12 de junho, aqui vão os meus filmes preferidos que celebram o amor e o romance (quem sabe eles não te inspiram?) :

 

1-Pretty Woman-1990 (Uma Linda Mulher):

 

 

Esse é o classico dos filmes de romance e é, definitivamente, meu filme favorito <3 Se você ainda não viu, tem que ver! Além de ser um filme lindo- com uma história super diferente- ele conta com a presença de atores muito bons, a  Julia Roberts  e o Richard Gere.

A química entre os protagonistas, Vivian (J.Roberts) e Edward (R.Gere) é incrível.

Edward é um empresário rico e solitário cujo trabalho consiste em comprar empresas em falência.  Infeliz, ele vive em “mundo” em que as pessoas são superficiais e interesseiras.

O trabalho- que segundo Edward, não “constrói coisas”, mas apenas “destrói outras pessoas e suas empresas”- ocupa grande parte de sua vida. Ele não tem tempo para “ser social”, e, por isso mesmo, os seus relacionamentos nunca terminam bem.

Vivian, por outro lado, é uma garota que teve pouca sorte na vida. Abandonada pela família, começou a trabalhar desde cedo, como atendente de supermercado ou garçonete. Mas o dinheiro, no final do mês, nunca pagava as contas. Por isso, ela decide ser garota de programa.

É na Hollywood Boulevard que Vivian – uma prostituta- e Edward – um empresário rico- se conhecem. Edward, então, faz uma proposta a Vivian: que ela passe com ele uma semana, em hotel chique de Los Angeles, acompanhando-o a certos compromissos e eventos sociais.

Durante essa semana, Vivian tem algumas aulas de etiqueta, de forma que possa acompanhar Edward nos eventos.

É patente, no filme, que a forma como a  Vivian vê o mundo e as pessoas modifica o comportamento do empresário Edward. Ele, sempre acostumado a pessoas falsas e superficiais, se encanta com a simplicidade e honestidade de Vivian. Esta, apesar de ser garota de programa, sempre sonhou com mais: ser, de fato, alguém de quem possa se orgulhar.

Acho que uma das cenas mais marcantes do filme é quando Vivian vai fazer compras na Rodeo Drive, a rua com as lojas mais chiques de Los Angeles, ao som da música “Pretty Woman”. De início, todas as vendedoras olham torto para Vivian e suas roupas indecentes e recusam-se a vender roupas para ela. Porém,  Vivian passa por cima disso da melhor forma possível. Essa cena é muito engraçada; eu, pelo menos, sempre rio.

Com certeza, essa filme é uma versão moderna do conto “A cinderela”. Mas com um adicional muito feminista, porque no filme- ao invés de o princípe salvar a donzela- é Vivian quem salva Edward de uma vida cheia de mesquinhez e infelicidades.

Vivian, para mim, é, verdadeiramente, uma linda mulher. Assim que vocês virem o filme, vão perceber o quanto ela é guerreira. Apesar de ela ter tido pouca educação, ser sem classe e vender seu corpo, ela é muito mais dama do que todas as outras senhoritas engomadinhas que aparecem no decorrer do filme.

Enfim, vejam o filme. Ele é  lindo, mágico, divertido e, além de tudo, nos coloca para refletir.

 

 

 

 

2- A Lot Like Love- 2005 ( De Repente é Amor):

Esse filme também é lindo. Eu perdi a conta das vezes que já vi. O que eu mais gosto nele é o fato de ele parecer muito real.  O relacionamento dos dois protagonistas é algo que vai sendo construído durante anos, não é aquela coisa “à primeira vista”.

O filme conta a história de Oliver (Ashton Kutcher) e Emily (Amanda Peet).

Oliver é um recém- formado que sonha estar realizado profissionalmente e ter uma vida estável. Por isso, ele é um planejador: planeja todos os passos que deve seguir para que possa “enfileirar os patos”,  ou seja, estabelecer a sua carreira e a sua vida.  O seu maior desejo é abrir um negócio de compras online pela internet (não vamos nos esquecer que, em 2005, ter lojas online era novidade).

Já Emily é uma jovem espontânea, problemática e bastante indisciplinada. Diferente dele, ela não tem, ainda,  planos para  o futuro.

Os dois se conhecem em um avião, com destino à Nova York. Oliver pretende visitar o irmão e Emily mora lá.  Apesar de se sentirem atraídos um pelo outro e de passarem, durante a viagem, bons momentos juntos, eles sabem que são muito diferentes.  Ainda assim, em uma aposta, acabam trocando o número de telefone.

Três anos depois, Emily resolve ligar para Oliver. É véspera de ano novo e ela acabou de terminar com seu namorado. Eles vão a uma festa e passam a noite juntos.  Porém, como Oliver está de mudança para São Francisco- onde, finalmente, vai abrir uma empresa para seu negócio de vendas online- o encontro dos dois tem de terminar, novamente, ás pressas.

Apesar de Emily e Oliver serem diferentes e enxergarem a vida de forma diferente, parece que o destino ou – para aqueles que não acreditam em destino-o acaso sempre dá um jeito de  fazê-los se encontrar. Quando eles estão tristes ou “para baixo” com alguma coisa, eles acabam se vendo e trazendo, um ao outro, felicidade e companheirismo.

Essas idas e vindas duram cerca de 7 anos, até que os dois percebem que, talvez, amem um ao outro. De repente, pode ser amor.

Enfim, assistam a esse filme também. Ele é lindo, real e muito divertido.

 

 

 

 

 

 

 

Sobre o filme “Alice através do Espelho” , a loucura e o feminismo.

Em 27.05.2016   Arquivado em CINEMA, LITERATURA

Eu sou uma entusiasta em tudo aquilo que se refira à  “Alice no país das Maravilhas”. Desde criança, eu amo esse livro nonsense. Embora, é claro, aos 10 anos de idade eu pouco ou nada entendia sobre ele e  as suas entrelinhas.

Porém, após reler o livro muitas vezes, já na adolescência, eu passei a entender um pouco daquele incrível – e louco- mundo de Lewis Carroll. E o livro sempre me passou uma mensagem: desafie as regras sociais. Desafie os rótulos! Seja você mesma, ainda que isso seja considerado rebeldia ou loucura. Afinal,  como já dizia o gato de Cheshire: somos todos loucos por aqui. E essa é uma mensagem que devemos ouvir, especialmente na adolescência – fase em que está a personagem “Alice”,  de Carroll.

E eu pergunto  a você: o que é a loucura? Como separar os loucos dos não loucos? A verdade é que, já há muito tempo, várias obras foram feitas sobre a loucura: Foucault e a “História da loucura na idade clássica”; Machado de Assis e “O alienista” ;  Ken Kesey e “Um estranho no ninho”.

A grande conclusão que eu tiro de todas essas obras – em uma leitura não muito profunda, verdade seja dita–  é esta: por muito tempo (talvez, até mesmo, ainda hoje), a loucura foi uma ideia para se amarrar e amordaçar aqueles que se desviavam dos caminhos já construídos para o trilhamento da sociedade. A loucura foi um discurso que permitiu a exclusão dos rebeldes, ou seja, a exclusão daqueles que destoam dos padrões sociais.

Porém, eu acredito que, em muitos contextos (não em todos, mas em alguns contextos específicos), é importante você se desvincular dos padrões sociais. E isso não quer dizer que você seja louco. Muito pelo contrário, isso quer dizer que você é um ser humano pensante.

Mas, enfim, vamos conciliar toda essa digressão com o filme “Alice através do espelho”: eu, como entusiasta a tudo que se refere à obra de Carroll,  gosto muito de estar por dentro de todas as adaptações sobre essa história riquíssima. E foi por isso que resolvi ir ao cinema ontem, assistir à continuação do filme lançado em 2010 por Tim Burton. A continuação  leva o mesmo nome do segundo livro publicado por Carroll sobre a personagem “Alice”, que é “Alice através do espelho”

Para quem não sabe, Carroll escreveu dois livros sobre Alice: Alice no país das maravilhas e Alice através do espelho .

O filme  “Alice através do espelho”, dirigido por James Bobin,  não foi – nem de longe- fiel ao segundo livro escrito por Carroll. Mas nem por isso, ele deixou de ser uma adaptação maravilhosa.

Na história do filme, Alice é a capitã de um navio. Depois de alguns anos viajando ao mundo, ela retorna a sua casa, onde encontra sua mãe em uma situação bastante difícil: ela está quebrada financeiramente e  casa da família está hipotecada. O credor é Hamish (para quem não se lembra do primeiro filme, Hamish é o pretendente a quem Alice recusou). A única forma de a mãe de Alice ficar com a casa é justamente dar, como pagamento à dívida,  uma das coisas de que Alice mais gosta no mundo: seu navio.

Para Alice, perder seu navio significa perder toda a forma de vida que ela construiu para si mesma. Perder o navio é perder, completamente, sua independência. É perder a si própria.

A sociedade de Londres, especialmente Hamish, desaprova a forma de viver  de Alice.Consideram-na rebelde, desobediente e maluca. Afinal, Alice é uma mulher. O lugar de uma mulher não é viajando ao mundo; o papel de uma mulher não é ser capitã de um navio.  O lugar de uma mulher é em casa, cuidando da família e dos filhos. O papel social da mulher é ser a esposa submissa ao marido.  E o tempo, dizem todos, está contra Alice, que já tem quase 30 anos e ainda não se casou. É necessário que ela desista do navio e passe a ter uma vida decente na sociedade londrina (não podemos nos esquecer que a história do filme se passa lá para 1830).

Alice se vê em um grande dilema: ora, ela, uma mulher que sempre acreditou que poderia fazer aos menos 6 coisas impossíveis antes do café da manhã, deve realmente desistir da sua forma de viver  e se submeter aos costumes sociais machistas da época?  Mas, e sua mãe? Será viável destruir também, em prol de si mesma, toda a maneira de viver de sua mãe, que ficará  sem casa para morar?

E é neste momento, em que Alice precisa fazer uma difícil escolha, que o mundo do “País das maravilhas” se descortina, novamente, para ela. Desta vez, ela atravessa um espelho para chegar até lá. No país das maravilhas, ela descobre que o seu amigo, Chapeleiro Maluco, está muito doente. Ele teima  em dizer que sua família – dada como morta há anos- está viva.  Alice não acredita nessa possibilidade de início, porém, percebendo que seu amigo está morrendo, ela se determina  a ajudá-lo.  Em razão disso, Alice inicia uma luta contra o tempo. Ela deve roubar a cronosfera de Cronos (que é o próprio tempo) e voltar no tempo para tentar salvar a família do Chapeleiro.

No meio do filme, ainda que muito rapidamente, Alice até mesmo vai parar em um “hospício”. Como disse para vocês, por desafiar as regras sociais, ele sempre foi considerada, por quase todos, como meio maluca.

O filme, em si, é muito agradável de se ver. É criativo, engraçado, tem aventura, amizade, atores talentosos e efeitos especiais incríveis. Á primeira vista, ele pode parecer um filme leve e divertido apenas. Mas, eu acho que ele nos passa uma mensagem importante:

Nada é impossível. Você, mulher, pode ser quem você quiser. Basta que você tenha força e coragem para desafiar aqueles que não acreditam nas suas potencialidades. Basta que você acredite em você mesma.

Se você vai contra a correnteza, acredite, você não é, necessariamente, louca. Você é alguém que deseja ter a liberdade de escrever a sua própria história, da forma que quiser. 

Bem, naquela época a mulher que desafiava os costumes sociais machistas era louca.Sabe, acho que, ainda hoje, essa realidade não mudou muito. Ainda existe um grande preconceito social contra as feministas. Já ouvi chamarem-nas de muitas coisas: oportunistas, chatas, feias, encalhadas, revoltadas, histéricas, paranoicas, desvirtuadas, devassas, sexistas e – é claro- doidas. Mas eu não acho que exista algo errado com a ideia de se buscar a efetiva igualdade entre homens e mulheres. E é isso que, no íntimo, significa o feminismo.

Muitos pensam que o feminismo hoje é desnecessário. Afinal,o Direito e o Estado asseguram a equiparação entre os sexos.  Hoje, grande parte das mulheres trabalha e tem independência social e financeira. Existem mulheres que estudam, tem curso superior, são mestres e doutoras. Hoje, a mulher tem opção de não casar, se não quiser. Hoje, a mulher passou a acreditar em si mesma, em seu potencial. Hoje, não existe mais espaço para o discurso “lugar de mulher, é na cozinha”.

Mas será que isso vale para todas as mulheres? Se você parar para pensar, não só no Brasil, mas no mundo todo, ainda existem mulheres que vivem de forma adversa, em razão da sua condição de mulher. Existem mulheres que ainda tem que conviver com o discurso “lugar de mulher é na cozinha”. Existem mulheres que são violentadas, vítimas de violência doméstica e, também, sexual.

Em algumas partes do mundo, existem mulheres vendidas como escravas sexuais. Há o tráfico de mulheres.

O machismo, portanto, existe sim É ele que dá causa à violência física, ideológica e cultural contra as mulheres.

Por violência física, temos a doméstica e sexual; as mulheres que apanham e as mulheres que são estupradas e até vendidas e escravizadas, em alguns casos.  Por violência cultural e ideológica, nós temos as piadas de mal gosto; temos a publicidade machista, que sensualiza a mulher e a coloca na mesma condição de um objeto sexual; temos a cultura do estupro.

 E eu acho que uma das formas de se combater, ao menos  a violência cultural e ideológica, é usar a arte (cinema, literatura, pintura, etc.)

 As mulheres, desde pequenas, devem estar conscientes de que elas podem ser o que quiserem. Elas precisam acreditar em si mesmas. E é por isso que eu adoro filmes como “Alice através do espelho”. Ele é feminista e  GIRLPOWER. A personagem é uma HEROÍNA que luta por si mesma e pelo seu lugar no mundo.

Mas sabe o que é mais triste? As mulheres de que eu falei ali em cima- aquelas que ainda vivem de forma adversa, em pleno século XXI, em razão da sua condição de mulher- são justamente aquelas que não irão ver filmes como “Alice através do espelho”. São justamente aquelas que não terão acesso a um post, como esse.

Embora a violência sexual e doméstica atinja a mulheres de todas as classes sociais e econômicas, eu acho que  a maioria das mulheres que podem se ORGULHAR DE SEREM DONAS DE SI MESMAS são aquelas privilegiadas. Privilegiadas por poderem fazer uma faculdade, por poderem ter acesso a informação, por poderem ter nascido em uma família que sempre apoiou a emancipação feminina.

Por isso, são necessárias políticas públicas que possam efetivar as leis que garantem a igualdade entre homens e mulheres.  É necessário que as nossas leis tenham efetividade social. É necessário que elas atinjam senão todas, quase todas as mulheres.

E o mais difícil: são necessárias medidas que protejam a mulher, que a equiparem ao homem, em nível GLOBAL. Em um mundo com culturas e costumes tão discrepantes, será isso realmente possível? Bem, temos que tentar ao máximo.

Vamos lutar por isso? Vamos lutar pela igualdade? Vamos lutar pela diminuição da violência doméstica e sexual? Vamos lutar pelo feminismo?  Vamos lutar pelo direito de a mulher acreditar em si mesma e poder ser quem ela quiser? Vamos lutar pelo fim do machismo ideológico e cultural?

Fica aqui, então, uma análise, bastante amadora e até mesmo inusitada,  sobre o filme “Alice através do espelho”, sobre a loucura e sobre o feminismo.

03 filmes para o feriado prolongado :)

Em 26.05.2016   Arquivado em CINEMA

Existe coisa melhor no feriado do que ver filme a tarde inteirinha ?!  Ainda mais quando está um friozinho gostoso (como hoje) ? Eu, particularmente, acho que não. Adoro chamar meus amigos e fazer uma sessão pipoca *-*

Trouxe algumas  dicas de filmes para vocês assistirem nesse feriado prolongado. E digo prolongado porque, para muita gente, FELIZMENTE, o feriado dessa quinta vai emendar com a sexta-feira.

 

SE VOCÊ GOSTA DE ROMANCE…

  1. Muito bem acompanhada (The Wedding Date)

Kate Ellis  não quer ir, de jeito nenhum, desacompanhada no casamento da sua irmã, Amy. Além de ter que aguentar os comentários da família sobre o porquê de ela ainda estar solteira, o seu ex-noivo será um dos padrinhos do casamento.

Por isso, ela resolve contratar um acompanhante (um garoto de programa), chamado Nick. Este deve fingir, para toda a família, ser o namorado de Kate.

 Porém, a única coisa que Kate não esperava era que fosse se apaixonar por Nick. O relacionamento entre os dois, que deveria ser fachada, se torna cada vez mais sério e real.

Esse filme é, sem dúvida, um dos meus romances preferidos. E olha que a lista de romances de que eu gosto é muito longa!

É um filme lindo. As cenas entre Kate e Nick são apaixonantes. É impossível você não pensar: porque não eu? Porque não fui eu quem contratou esse cara?! Eu diria que esse filme é “Uma Linda Mulher” às avessas! haha

E, além de tudo isso, o filme conta com a presença do MARAVILHOSO Dermot Mulroney na pele do personagem Nick. Enfim, se você gosta desse gênero, assista ao filme. Ele está no Netflix.

SE VOCÊ GOSTA DE COMÉDIA…

   2. Você de novo (You Again):

Marni foi, durante toda a sua adolescência, infernizada por Joanna, a “Queen Bee” do colégio.

Ela, entretanto, ao sair do ginásio, se reinventou completamente. Inteligentíssima, ela foi para  Los Angeles e se tornou uma profissional de grande sucesso. 

Em Los Angeles, Marni vive uma vida atarefada. Há muito tempo, ela não  vê a família. Porém, é véspera do casamento do seu irmão e ela precisa, irremediavelmente, visitar sua cidade natal para poder participar da cerimônia.

E qual a surpresa dela ao descobrir que a sua futura cunhada- a noiva de seu irmão- é Joanna, a rainha do colégio, que sempre a tratou como “lixo”? Marni, então, decide que precisa fazer qualquer coisa para impedir que seu irmão se case com sua inimiga nº1.

Esse filme, como a maioria das comédias, é super leve. Ele conta com a presença de Kristen Bell na pele da personagem principal, Marni.

Além de ser engraçado é, ao mesmo tempo, um filme interessante porque nos faz refletir sobre o quanto certas rixas de colégio, apesar de imaturas, deixam cicatrizes em nossas vidas. Ele também nos passa uma mensagem legal: que todos nós, independente de termos sido populares ou não na época do colégio, somos fortes e talentosos. Tudo podemos, se acreditamos em nós mesmos.

Enfim, ri bastante quando vi esse filme e gostei muito da mensagem que ele passou. Ele também está no Netflix.

SE VOCÊ GOSTA DE SUSPENSE…

     3.  As duas faces de um crime (Primal Fear): 

Em Chicago, um arcebispo foi assassinado com 78 facadas. O principal suspeito é um coroinha de 19 anos que foi preso, ao fugir da cena do crime, com roupas cobertas pelo sangue da vítima.  O assassinato, obviamente, por ser violento e cometido contra um importante membro da igreja, choca a todos. Logo, é a principal notícia transmitida pela mídia.

Martin Vail é uma famoso advogado criminalista. Anos antes, foi também promotor de justiça. Mas, desiludido com a corrupção que ocorria entre os funcionários públicos, resolveu mudar de carreira. Ele se tornou um dos mais talentosos  e famosos advogados de Chicago. 

Martin defende qualquer tipo de criminoso. Para ele, toda pessoa merece ser defendida, até porque todos são inocentes até que se comprove o contrário. Logo, o filme também trata de questões éticas.

Martin adora atuar em casos midiáticos, de grande comoção pública. Para ele, estar na mídia e vencer é ainda mais importante do que a contraprestação financeira por seus serviços.  E é por isso mesmo que ele decide atuar como o advogado de defesa de Aron, o coroinha, ainda que este não tenha um único tostão para pagar os honorários. 

Devo dizer que este filme me surpreendeu de muitas formas. O decorrer do filme e o final são inimagináveis.

O filme confunde. Você muda a sua opinião, quanto à Aron ser culpado ou não, a cada meia hora. E isso é bom.

Há neste filme, sem dúvida, um cabo de guerra que, ora, vira os  holofotes para  Richard Gere- ator que interpreta o advogado Martin- ora,  vira os holofotes para Edward Norton -ator que interpreta Aron, o coroinha.

Ambos, Norton e Gere, dão um show de atuação. É um filme que, sem dúvida, vale a pena ver.

Tenho certeza  de que, depois que vocês terminarem de assistir ao filme, irão refletir sobre ele durante muitos dias. Porque ele é, justamente, esse tipo de filme: o tipo inteligente que incomoda e provoca a reflexão.

Este filme também está disponível no Netflix.

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