Categoria "LISTINHAS"

Quem você seria no mundo dos livros, filmes e séries?

Em 23.12.2016   Arquivado em CINEMA, LISTINHAS, LITERATURA

Esses dias, navegando pela blogosfera, eu me deparei com essa pergunta. Sendo uma entusiasta em tudo o que se refira à literatura e cinema, eu admito que a vontade de responder foi imediata!

É verdade que, em muitos momentos da vida, a gente encontra personagens que traduzem tudo aquilo que somos ou que gostaríamos de ser. Existem personagens que personificam nossos ideais … isso é um fato.

Com isso em mente, eu trouxe esse questionamento para o blog. Responde-lo é uma forma de colocar em discussão alguns pontos de vista e dar mais espaço para vocês, leitores, me conhecerem melhor.

Não pensem que foi fácil! Não, o processo de seleção de personagens foi uma tarefa que exigiu bastante reflexão e sangue – frio.  À primeira vista, havia uma infinidade de nomes para incluir nessa lista. Porém, como não queria deixa-la muito extensa, precisei tomar algumas decisões difíceis. hahaha

As conclusões foram estas:

 

Se eu vivesse em uma série de TV, eu seria ….

1) Buffy Summers.

(a atriz Sarah M. Gellar como Buffy Summers na série BTVS)

Caro leitor e amigo, se você não esperava por essa, só lhe conto uma coisa: você não sabe nada a meu respeito. Buffy, vindo de mim, é clássico.

Buffy The Vampire Slayer é a minha série número 1, a preferida entre todas.  E Buffy, a personagem principal, representa tudo aquilo em que eu acredito. Ela é uma mulher feminina, forte, durona e leal.

Buffy me ensinou o valor da verdadeira amizade. Ela me ensinou, também, que você pode amar uma pessoa sem  depender dela.  Você pode ser suficiente para si mesma e, mesmo assim, amar o outro –  seja este um amigo ou namorado (a).

Ela me ensinou que vão existir momentos na vida em que você vai estar sozinho. Em algum momento, até os seus amigos mais próximos vão julga-lo e abandona-lo. Não porque eles não o amam ou porque não se importam com você, mas apenas porque não o compreendem, pelo menos não naquele momento.

Nesse caso, mesmo sozinho, você não pode desistir. Siga sua intuição e seja quem você precisa ser. De duas, uma: ou você vai quebrar a cara (ora, seus amigos tinham razão) ou você vai ser vitorioso (ora, você tinha razão).

O perdão é necessário. Você deve perdoar seus amigos quando eles forem injustos, se a amizade deles valer a pena. E, o mais importante, você deve perdoar a si mesmo.

Buffy é a prova de que uma mulher pode ser forte, independente e destemida e, ao mesmo tempo, ser FEMININA.  Ela pode gostar de maquiagem, de roupas, de filmes clichês e revistas sobre famosos. Ela pode gostar de todas as coisas tidas como “coisas de mulherzinha”, se isso a fizer feliz. Na série Buffy, não existem padrões. Seja quem você quiser ser e seja forte.

E  não pense que estou falando apenas de força física. Buffy, como uma caçadora de vampiros e de outros seres mitológicos, é, sim, fisicamente mais forte do que muitos outros homens (e mulheres). Mas, na verdade, os seus “poderes” são apenas uma metáfora para a sua verdadeira força: estar pronta para o que der e vier.  Não desistir, mesmo que isso seja o fim.

Buffy é minha heroína. Todas as vezes que tenho medo, eu penso nela. E ela me enche de coragem.

Todas as feministas do mundo deveriam ver essa série. Primeiro, porque ela é recheada de mulheres fortes. Não apenas Buffy, mas muitas outras. Segundo, porque ela é uma série que quebra barreiras e preconceitos, inclusive dentro do próprio movimento feminista que (não se enganem!) também esconde uma série de padronizações. Para muitas feministas, a mulher não pode ser magra, não pode estar dentro do que a frívola sociedade considera como “beleza”, não pode se depilar e não pode gostar de coisas de mulherzinha. Para algumas feministas – não todas, não estou generalizando – se a mulher quer ter os mesmos direitos que os homens, ela deve ser igual aos homens. Isso é muito complicado, porque também cria uma série de padrões que devem ser atingidos: ora, se você alisa o cabelo (por exemplo), você não é feminista. Buffy quebra com todos os padrões. Para ela, se você acredita em si mesma, você é feminista. Você é um ser humano que, mesmo com erros e acertos, é completo.

Por favor, não generalizem o que disse ali em cima. Não são todas as feministas que pensam assim. Apenas algumas. Existem correntes e correntes.  Eu me considero feminista e, não, não penso daquela forma.

Por fim, só me resta declarar o meu amor incondicional por Buffy. Eu amo essa série e essa personagem. Aprendi coisas que levarei comigo para o resto de minha vida. Eu não seria quem sou hoje se não fosse por Buffy. Tenho certeza disso.

2) Lorelai Gilmore.

(a atriz Lauren Graham como Lorelai Gilmore na série Gilmore Girls)

Protagonista de Gilmore Girls, Lorelai, definitivamente, me representa.

Lorelai também é uma mulher fora dos padrões.  Apaixonada pelo velho e bom rock n’ roll, ela é uma entusiasta em séries e filmes. Não sabe cozinhar quase nada, detesta limpar a casa e é maluca por café.

Ela nasceu em uma família rica e conservadora, mas a sua forma de agir e pensar sempre foi muito diferente da de seus pais, Richard e Emily Gilmore. Aos 16 anos, Lorelai engravida. Percebendo que os pais pretendem assumir todas as suas responsabilidades e, mais uma vez, privá-la de quem ela é, Lorelai resolve fugir de casa. Ela dá adeus a todo o conforto e mordomia em troca da liberdade de ser quem é e de acreditar no que acredita.  Se reinventa e cria sua filha, Rory, sozinha – fazendo um excelente trabalho, por sinal.

Nem tudo foram flores no caminho de Lorelai. Mas isso não a impediu de lutar pela vida que ela queria. Uma vida simples, mas sincera e espontânea, longe das frivolidades da alta classe social em que nasceu.

É claro que Emily e Richard voltam a participar da vida dela. Mas precisam aceitar quem a filha é e se tornou, ao invés de exigir que ela seja o que eles querem.

Algo que sempre me orgulhou na Lor: os relacionamentos amorosos foram importantes na vida dela, mas nunca foram a parte principal. Ela sempre colocou a filha e a si mesma acima de tudo. Ainda que para ela, uma mãe solteira, fosse mais cômodo ter um marido que  sustentasse a casa e auxiliasse no cuidado com os filhos, ela nunca se permitiu obter isso à custa dos seus ideais ou dos ideais da filha.

Em suma, Lorelai também é uma personagem Girl Power com quem me identifico muito. E Gilmore Girls é uma série que marcou toda uma geração. É algo para ser visto e amado religiosamente.

Para saber mais sobre a série, clique aqui.

Para saber o que eu achei do revival de Gilmore Girls, clique aqui (atenção, contém spoiler.)

3) Regina, The Evil Queen.

(a atriz Lana Parrilla como Regina na série Once Upon a Time) 

Regina é a madrasta de Branca de Neve, em Once Upon a Time.

Em primeiro lugar, preciso dizer o quanto amei o que essa série fez com os contos de fada. Ela conseguiu manter a essência destes e, ao mesmo tempo, mudar o que precisava ser mudado.

Aqui, nós não temos princesas inseguras e dependentes. Temos mulheres de garra. Os vilões não fazem maldades porque nasceram maus, mas porque, em algum momento, eles passaram por alguma situação que desencadeou essa escolha.  Por alguma razão, eles se viram com o direito de obter o que queriam pelos meios que fossem necessários.

Regina, por exemplo, não teve uma história de vida lá muito fácil. Ela achou a resposta para a sua dor na crueldade com os outros. Quis fazer com que os outros sentissem a mesma infelicidade que ela sentia. E, sim, isso é egoísmo.

E é por isso mesmo que me identifico com essa personagem. Em alguns contextos, eu sou egoísta, estou de mal com a vida e desconto as minhas frustrações em outras pessoas. É um defeito que eu tenho. Afinal de contas, sou um ser humano. Erro e acerto.

Na verdade, acho que todo mundo tem uma “rainha má” dentro de si. A questão é saber até qual ponto vamos deixar ela se manifestar.

E digo mais: Regina pode ter sido cruel, mas ela foi forte o suficiente para se redimir. Forte o suficiente para aceitar as consequências dos seus atos. Portanto, sim. Eu me orgulho dessa personagem e me identifico com ela, em ambas as fases: rainha má e mulher em redenção.

 

Se eu vivesse no mundo dos livros, eu seria …

 

1) Hermione Granger.

(a atriz Emma Watson como Hermione no Filme “HP e o enigma do príncipe”)

Para explicar  porque eu me identifico com essa personagem, vou contar duas características minhas:

  • Um defeito que eu tenho: eu banco a dona da verdade em muitos momentos. E isso tem tudo a ver com a Hermione. É claro que ela está certa na maior parte das vezes, mas, em algumas, ela está muito errada.
  • Uma qualidade que eu tenho: eu sou persistente. Quando desejo alguma coisa, eu tento. Se não conseguir, me esforço um pouco mais. E, assim, as coisas vão fluindo. Ninguém disse que tudo na vida seria fácil e, verdade seja dita, quase nada é. Por isso, ter uma dose extra de esforço é necessário. E a Hermione é a personagem mais esforçada que eu conheço.

Eu admiro demais a lealdade da Hermione para com seus amigos. E admiro, também, o fato de ela ser uma mulher forte, uma bruxa extremamente competente e dona de um coração imenso. Além disso, ninguém pode dizer que Hermione não é uma personagem feminista porque ela o é. Ela está naquele livro para quebrar tudo quanto é tipo de preconceito e desigualdade. Por isso, eu a amo muito e tento, ao máximo, me aproximar da sua forma de ser.

Quer mais um motivo para ser Hermione? Eu dou um: viver no universo de Harry Potter. Sonho com isso desde os meus 10 anos de idade, quando mergulhei nessa história pela primeira vez.

Já li algumas coisas nessa caminhada – e pretendo ler muitas outras – mas  tenho certeza de que Harry Potter é um amor para a vida toda. Os sete livros são os meus livros preferidos.  Harry Potter e  Buffy The Vampire Slayer ocupam, de fato, um lugar muito especial no meu coração.

2) Scarlett O’Hara.

 (a atriz Vivien Leigh como  Scarlett no filme “E o vento levou”)

Personagem do livro E o vento levou, Scarlett é , antes de qualquer coisa, uma sobrevivente.

Complexa, realista e palpável … muito se engana quem pensa que Scarlett é uma heroína, porque ela não é. Chega quase a ser um anti – herói. Porém, com ela, aprendi a sobreviver. Aprendi que, às vezes, é melhor ser prático do que idealista. Aprendi que o mundo é um lugar cheio de frivolidades, etiquetas e convenções sociais que não fazem qualquer sentido, especialmente quando questões de vida e morte estão sendo discutidas.

Com ela, aprendi a ser uma mulher determinada. Pouco importa se vamos ou não chocar uma sociedade conservadora, desde que possamos ser quem somos.

Scarlett foi uma mulher que casou sem amor, que traiu a melhor amiga em prol do homem que achava amar e que atirou primeiro, antes que uma arma lhe fosse apontada. Mas foi também a mulher que plantou e colheu quando a situação da fome, em meio ao pós – guerra e suas consequências, apertou. Foi a mulher que fez de tudo para ajudar a amiga  a dar à luz,  em um parto complicado. Foi a mulher que fortaleceu e deu esperança a sua família e a seus amigos quando tudo parecia estar perdido.

Em suma, Scarlett é uma mulher cheia de determinação e esperança. Ela não sucumbe, mas trabalha duro.

Ela teve erros e acertos. Quanto àqueles, tentou ao máximo se redimir. Mas tudo o que fez foi em prol da sobrevivência. Sem dúvida, é uma personagem memorável e feminista. Marcou muito a mim e trouxe ensinamentos que pretendo levar para o resto da vida.

E o vento levou é um dos melhores livros do mundo. Pode até ser uma leitura trabalhosa, mas vale a pena. Clássico para ser lido e relido, várias e várias vezes.

3)  Suze Simon

(livro 1 de A Mediadora, na edição Australiana)

 

O meu eu adolescente não podia deixar de fora uma personagem da Meg Cabot.  Suzannah, a protagonista da série A Mediadora, foi a responsável pela minha rebeldia na adolescência. De batom vermelho, coturno e jaqueta de couro, ela era tudo o que eu queria ser no auge dos meus 14 anos.

Acredito que a Meg  – grande fã da série Buffy, assim como eu – se inspirou na caçadora de vampiros para criar essa mediadora. Suze é durona e não leva desaforos para a casa. O seu trabalho é guiar os mortos para o pós – vida e, assim, evitar que eles fiquem vagando pela terra na forma de fantasmas.

Eu adoraria viver as aventuras vividas por ela. E adoraria ter um Jesse para chamar de meu.

Em suma, Suze é uma personagem marcante, além de muito querida, para mim. Para variar, ela também tem um quê Girl Power e feminista. Portanto, sim, ela precisava estar nessa lista!

Se eu vivesse no mundo dos filmes, eu seria …

 

1) Vivian Ward.

 

(a atriz Julia Roberts como Vivian no filme “Pretty Woman”)

Vivian é a protagonista do filme Uma linda Mulher. Quando digo que seria ela, não quero dizer que gostaria de trabalhar como uma prostituta. Não, obviamente que não gostaria.

Mas me identifico bastante com o jeito da personagem. Ela é honesta e vê a vida com simplicidade. Ainda que trabalhe como garota de programa, ela sonha com mais. Quer ser, de fato, alguém de quem possa se orgulhar. E admiro muito essa atitude dela.

Assim como Scarlett, vejo Vivian como uma lutadora e uma sobrevivente. É uma mulher forte que fez o que teve que fazer para sobreviver à selva da vida.

Uma linda mulher é um dos meus filmes preferidos. Não me canso de ver, simplesmente.

E o mais legal é que este filme é um conto de fadas às avessas, com um adicional bastante feminista. É Vivian, a pobre e simples garota de programa, que salva Edward, um rico empresário, de uma vida cheia de mesquinhez e infelicidade.

Uma linda mulher é um clássico para ser visto e revisto, muitas e muitas vezes!  Para saber mais sobre o filme, leia a resenha que fiz aqui sobre ele.

2) Kat Stratford

(a atriz Julia Stiles como Kat no filme “10 Things I Hate About You”)

Personagem do filme 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você, Kat é uma feminista antissocial e leitora voraz. Cheia de valores niilistas, ela adora discutir com professores  e questionar o patriarcalismo.

O que eu mais gosto em Kat é o fato de ela não mudar o seu jeito de ser por nenhum garoto. Ela é inteligente e militante e não tem qualquer vergonha disso. Ela está confortável na própria pele e é isso o que importa. Quem quiser gostar dela, ótimo. Quem não quiser, sem problemas!

E é por isso que identifico com Kat . Sem contar que eu adoraria ter um Patrick Verona para chamar de meu.

Para quem não sabe, o filme foi baseado no  livro “A Megera Domada”, de Shakespeare. Nunca o li, mas tenho vontade.

“Eu não faço o que as pessoas esperam. Para quê viver do modo que as pessoas esperam, se eu posso viver do meu?”

3) Louise Sawyer.

(a atriz Susan Sarandon como Louise no filme “Thelma and Louise”)

Personagem do filme Thelma & Louise.

Louise é uma mulher corajosa o suficiente para atirar em um cara que estava estuprando a sua melhor amiga. E forte o suficiente para  pensar com clareza quando o mundo está caindo aos pedaços.

Louise me ensinou o que é lealdade, parceria e aventura. E, muito mais do que isso, ela me ensinou o quanto o mundo pode ser cruel com as mulheres – mesmo quando elas são as vítimas –  e o quanto a liberdade é uma sensação ilusória, se você é mulher em um mundo de homens.

Para mim, Thelma & Louise é um filme que todos deveriam assistir. Além de ser um filme muito bem feito, mesclando momentos de reflexão com momentos leves e engraçados, ele tem uma mensagem muito importante. É um dos meus cinco filmes preferidos. Vale muito a pena ver e rever.

Bônus:

Se eu vivesse no mundo dos contos de fadas, eu seria…

1) Belle.

(o clássico The Beauty And The Beast da Disney)

É claro que o meu conto de fadas seria “A Bela e Fera”. Belle é  sonhadora, louca por livros e  ama explorar. E ainda digo mais: ela não é nenhuma donzela em perigo. É ela quem salva a Fera e não o contrário. Portanto, seria impossível eu não me identificar com a personagem.

E, aí meu povo? Deu para me conhecer um pouquinho melhor? hahaha Gostei muito de fazer esse post. Sério. Foi divertido refletir e escrever sobre as personagens com quem me identifico.

E vocês? Com quem se identificam? Pensem aí em casa. É um exercício super interessante, eu garanto. Se quiserem compartilhar suas conclusões, é  só comentar aí abaixo! Vou adorar. 💋 💋 💋

 

5 filmes que se passam no natal

Em 19.12.2016   Arquivado em CINEMA, LISTINHAS

Se existe um período do ano em que eu me sinto mais leve e feliz, é o natal.  Acho o clima natalino a coisa mais gostosa do mundo: as luzes,  os lindos enfeites, o cheiro de panetone e a comunhão familiar tornam tudo muito mais mágico.

Natal, para mim, é sinônimo de esperança, renovação e solidariedade. É um apelo de ajuda ao próximo.

É a época do ano em que caímos mais em nós mesmos. Nos colocamos a pensar a vida e separamos aquilo que é frivolidade daquilo que é necessário. Em suma, o natal é a preparação para o ano novo, um ano que só será novo se o deixarmos ser.

Pensando em todo esse encanto e magia natalina, eu vim aqui hoje com intuito de fazer um post duplo e trazer para vocês duas coisas que eu adoro fazer nessa época do ano: assistir filmes e ouvir músicas que tenham tudo a ver com o natal.

Nesse post, vou indicar cinco filmes de natal e no  outro post (o que está abaixo) vai ter playlist natalina. Então, vem! 🎁🎄🎅

1 – Milagre na Rua 34

 

Esse filme é um clássico do natal. Prefiro essa versão de 1994 (remake do original de 1947), com a Mara Wilson – minha eterna Matilda – no papel da protagonista.

No filme, Susan (Mara Wilson) não acredita que o papai Noel existe. Até que um doce velhinho, contratado para trabalhar na loja de sua mãe,  faz de tudo para provar à garota o contrário.

É um filme fofíssimo que traduz todos os bons sentimentos natalinos.

2 –  Pode me chamar de Noel

Este filme, assim como o primeiro, trabalha com a ideia do verdadeiro papai Noel. O diferencial é que ele traz a Whoopi Goldberg – essa atriz maravilhosa – no papel principal.

Se o filme tem a Whoopi, meu caro, vale a pena assistir. Pode confiar! ✨

3 –  O príncipe e eu

Se você curte contos de fada, vai gostar desse filme.  Aqui,  a doce protagonista Jules, uma plebeia,  se apaixona por um nobre que ostenta um título de príncipe.

A fórmula, portanto, é a mesma dos contos de fada. Entretanto, ainda que o filme seja clichê, ele é divertido e fala sobre a magia do natal. É uma ótima história para você se entreter e se distrair.

Diferencial: possui Sam Heughan – meu eterno James Fraser, de Outlander –  no papel do “príncipe” Ashton. Precisa falar mais? Acho que não, haha.

4 –  O amor Não Tira Férias

É o melhor romance natalino do mundo. Temos duas protagonistas  que estão infelizes e desiludidas com suas vidas – Iris (Kate Winslet) e Amanda (Cameron Diaz). Em um momento de desespero e anseio por mudanças, as duas combinam pela internet de fazer um intercâmbio. Iris irá passar as festas de fim de ano em Los Angeles,  na casa de Amanda, enquanto esta irá a Londres para ficar na casa de Iris.

Se as duas queriam mudanças, estas não faltaram. Iris conhece um músico, Milo (Jack Black), e Amanda se envolve com Graham (Jude Law), o irmão de Iris.

O filme é lindo e, na minha opinião, inteligente no que concerne à relacionamentos. Não é um filme clichê ou irreal.  Pelo contrário, a história é palpável e bastante divertida.

Enfim, vale muitíssimo a pena ver!

5 – Mensagem para você

É um dos meus romances preferidos. Primeiro porque a Meg Ryan – uma das atrizes que mais amo no mundo – contracena com Tom Hanks – meu boy magia dos anos 80.

Meg e Tom é aquele tipo de casal que sempre dá certo quando contracena junto. Não é por acaso que eles atuaram como par romântico em outros filmes (Sintonia do amor, Joe contra o vulcão e Ithaca). A questão é que os dois têm uma química incrível. Por isso, ver filmes com esse casal é sempre uma boa experiência para quem gosta de comédias românticas, assim como eu.

Esse filme não fala propriamente de natal, mas se passa nas festividades de fim de ano. Ele retrata o começo da era digital, quando o e-mail ainda era uma novidade.

A protagonista, Kathleen,  é dona de uma pequena e aconchegante livraria que está falindo, em razão de uma grande companhia de livros ter se mudado para o seu bairro. O que ela não sabe é que o homem com quem ela vem se correspondendo por e-mail (e por quem pode estar começando a se apaixonar), um tal de NY152, é o proprietário da companhia e, portanto, o seu rival nos negócios.

Mensagem para você é um filme divertidíssimo. Com certeza, vou revê-lo essa semana.  💙✨

 

BÔNUS:

Além dos cinco filmes, indico dois desenhos para vocês assistirem nessa semana do natal.

6 – Anastasia

Eu assistir à Anastasia no dia 24 ou 25 de dezembro virou tradição. Não sei muito bem o porquê disso, mas acredito que tenha a ver com o fato de a Globo reprisar com frequência o desenho nesta época do ano.

Eu sei que a história real da família Romanov não tem muita relação com a história desse filme. Aliás, existe uma divergência imensa entre elas.  Mas mesmo assim, não me canso de assistir a esse filminho. Marcou muito minha infância e, depois de A Bela e a Fera, é o meu filme de princesa predileto. Não me canso de cantar “Foi no mês de dezeeeembro”. 

Sabia que este é um dos poucos desenhos com princesas feministas? Ah, me conta, existem muitos filmes por aí em que a donzela salva o “cavalheiro”? Acho que não. Com exceção de A Bela e a Fera e Anastasia, não conheço nenhum outro.

Portanto, amo e indico Anastasia. E é óbvio que dia 24, lá estarei eu, assistindo a esse desenho incrível e  cantando “foi no mês de dezembro”. Isso aí. haha

7 –  O estranho mundo de Jack

Quem duvida que esse seria o natal mais assombroso de todos? Eu é que não duvido. Essa animação é incrível. Aliás, como poderia não ser, tendo a mente geniosa do Tim Burton como diretor ?

Saudades de Sally e Jack. Preciso rever esse filme urgentemente!

 

Gostaram da listinha natalina? Conta tudo 💋

 

 

5 filmes sobre Sereias

Em 14.12.2016   Arquivado em CINEMA, LISTINHAS

Como ultimamente eu tenho estado numa vibe  meio “sereística”, eu quis assistir de novo a todos os meus velhos conhecidos filmes de sereia. Essas férias estão rendendo bastante … todo dia eu to revendo algum filme que marcou minha infância ou adolescência  e os filmes sobre sereias entram nessa categoria.

Aproveitando que ontem saiu um post sobre a G. Offer, uma marca especializada em acessórios de sereia, nada mais justo do que eu hoje dar continuidade ao tema aqui, no blog.

Com a intenção de fazer um post bem completo, eu me coloquei a pesquisar sobre outros filmes sobre sereias, além dos que já conhecia. E, gente, pasmem! Existe muito pouco por aí sobre isso, SÉRIO. O que é bem chato, porque se você pensar bem, é um tema super amplo e interessante para se trabalhar.     

Por favor, pedindo mais filme sobre sereias para já! 💙

Então, vamos lá!  !🐚

1) Aquamarine

Esse filme é super engraçado e divertido. Marcou, com certeza, minha adolescência. E, gente, como não amar o cabelo lindo de sereia, com mechas azuis, da Aqua?

2) Splash, uma sereia em minha vida

 Daryl Hannah e  Tom Hanks – meu boy magia dos anos 80  estrelam esse filme. Preciso dizer mais alguma coisa? Acho que não. Só isso já é capaz de demonstrar o quanto esse filme é I- N – C – R – Í – V- E- L.

OBS: existe uma continuação, porém ela não conta com os mesmos atores. Como não vi o segundo filme, não tem como opinar se ele é bom ou ruim. Mas só de saber que muda o elenco, a gente já desanima né?

OBS 2: Existem sérios e fundados boatos de que este clássico dos anos 80 será refilmado.  Parece que o remake irá contar a história de uma perspectiva diferente. Para ler mais informações, clique aqui.  Não sei o que dizer a respeito dessa notícia, porque o problema é que dificilmente um remake consegue superar a obra original. Aliás, a chance de estragar a história sempre existe, certo? Espero que isso não aconteça com Splash.

 

3) As sereias

Eu adoro esse filme! Ele conta a história de três irmãs sereias que seguiram caminhos diferentes. Enquanto uma preferiu ficar no mar, as outras duas preferiram viver entre os humanos.

Quando o pai delas morre,  as três se juntam para investigar a sua morte e vingá-la.

O filme é interessante porque as três sereias não possuem apenas cauda, mas alguns poderes. Além disso, cada uma tem um objeto mágico que simboliza todo esse poder.

Enfim, acho esse filme super criativo. Marcou muito minha adolescência. E acho que ele conseguiu explorar muito bem a mitologia acerca das sereias. É um típico filme sessão da tarde que vale muito a pena ver.

4) Fishtales

É outro filme típico da sessão da tarde. Na enredo, um professor de História Grega, junto com sua filha Serena, viaja à Grécia com o intuito de buscar a inspiração de que necessita para concluir uma tese a respeito de “feitiços gregos”. Serena quer muito que o pai encontre o amor pela primeira vez, já que ele nunca se apaixonou verdadeiramente. Quando está quase perdendo as esperanças de descobrir um par perfeito para seu pai, ela esbarra com a sereia Nereida. A partir daí a menina vai fazer de tudo para que os dois fiquem juntos.

Fishtales  é um romance super fofo que nos traz  paisagens lindas da Grécia. É a escolha mais acertada para aquela tarde em que você não tem nada para fazer e quer se distrair com um filme divertido.

5) Sabrina vai à Austrália

Dessa vez, acompanhamos a bruxinha mais atrapalhada do mundo na Austrália, onde ela vai passar suas férias de verão. Lá, ela encontra uma população de sereias e tritões ameaçada por um tóxico que está sendo jogado no mar.

É um filme que diverte e nos lembra, nostalgicamente, das épocas de sessão da tarde.

Bônus: 

Além dos cinco filmes, trago para vocês duas séries em que as sereias entram em cena.

6) H2O – Meninas Sereias

A série conta a história de três garotas que, após nadarem em uma caverna misteriosa, durante a lua cheia, se tornam sereias. Além da cauda, elas também ganham alguns poderes especiais.

Eu apenas vi alguns episódios da primeira temporada. E, para ser sincera, não gostei muito. Achei a série meio bobinha, sabe? Mas pode ser que, com o decorrer dos episódios, a história fique melhor. Terei que assistir um pouco mais para saber.

Além da série, foi feito também um filme – também chamado H2O, Meninas Sereias. Esse eu nunca vi. Mas quero assistir!

Vocês já assistiram à série ou ao filme? Gostaram? Contem as suas opiniões nos comentários, por favor.

7) Charmed

Eu amo Charmed. É uma das minhas séries favoritas, como já havia contado aqui.

A  série não foca em sereias. Na verdade, ela conta a história de três irmãs bruxas. Acontece que no primeiro e segundo episódio da quinta temporada, a Phoebe se torna uma sereia temporariamente. São dois episódios super mágicos que estão entre os preferidos pelos fãs.

Se você gosta de séries divertidas e Girl Power, com um leve toque sobrenatural,  Charmed é perfeita para você! Aposto que, assim que chegar na quinta temporada, vai amar a Phoebe como sereia! HAHA

OBS: Não inclui na lista o clássico da Disney A Pequena Sereia, porque todo mundo já conhece. Mas é lógico que, no que tange às sereias cinematográficas, a ruiva Ariel é rainha!  👑

Vocês gostaram das indicações? Conhecem outros filmes de sereia? Conta tudo 💋

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