03 filmes para o feriado prolongado :)

Em 26.05.2016   Arquivado em CINEMA

Existe coisa melhor no feriado do que ver filme a tarde inteirinha ?!  Ainda mais quando está um friozinho gostoso (como hoje) ? Eu, particularmente, acho que não. Adoro chamar meus amigos e fazer uma sessão pipoca *-*

Trouxe algumas  dicas de filmes para vocês assistirem nesse feriado prolongado. E digo prolongado porque, para muita gente, FELIZMENTE, o feriado dessa quinta vai emendar com a sexta-feira.

 

SE VOCÊ GOSTA DE ROMANCE…

  1. Muito bem acompanhada (The Wedding Date)

Kate Ellis  não quer ir, de jeito nenhum, desacompanhada no casamento da sua irmã, Amy. Além de ter que aguentar os comentários da família sobre o porquê de ela ainda estar solteira, o seu ex-noivo será um dos padrinhos do casamento.

Por isso, ela resolve contratar um acompanhante (um garoto de programa), chamado Nick. Este deve fingir, para toda a família, ser o namorado de Kate.

 Porém, a única coisa que Kate não esperava era que fosse se apaixonar por Nick. O relacionamento entre os dois, que deveria ser fachada, se torna cada vez mais sério e real.

Esse filme é, sem dúvida, um dos meus romances preferidos. E olha que a lista de romances de que eu gosto é muito longa!

É um filme lindo. As cenas entre Kate e Nick são apaixonantes. É impossível você não pensar: porque não eu? Porque não fui eu quem contratou esse cara?! Eu diria que esse filme é “Uma Linda Mulher” às avessas! haha

E, além de tudo isso, o filme conta com a presença do MARAVILHOSO Dermot Mulroney na pele do personagem Nick. Enfim, se você gosta desse gênero, assista ao filme. Ele está no Netflix.

SE VOCÊ GOSTA DE COMÉDIA…

   2. Você de novo (You Again):

Marni foi, durante toda a sua adolescência, infernizada por Joanna, a “Queen Bee” do colégio.

Ela, entretanto, ao sair do ginásio, se reinventou completamente. Inteligentíssima, ela foi para  Los Angeles e se tornou uma profissional de grande sucesso. 

Em Los Angeles, Marni vive uma vida atarefada. Há muito tempo, ela não  vê a família. Porém, é véspera do casamento do seu irmão e ela precisa, irremediavelmente, visitar sua cidade natal para poder participar da cerimônia.

E qual a surpresa dela ao descobrir que a sua futura cunhada- a noiva de seu irmão- é Joanna, a rainha do colégio, que sempre a tratou como “lixo”? Marni, então, decide que precisa fazer qualquer coisa para impedir que seu irmão se case com sua inimiga nº1.

Esse filme, como a maioria das comédias, é super leve. Ele conta com a presença de Kristen Bell na pele da personagem principal, Marni.

Além de ser engraçado é, ao mesmo tempo, um filme interessante porque nos faz refletir sobre o quanto certas rixas de colégio, apesar de imaturas, deixam cicatrizes em nossas vidas. Ele também nos passa uma mensagem legal: que todos nós, independente de termos sido populares ou não na época do colégio, somos fortes e talentosos. Tudo podemos, se acreditamos em nós mesmos.

Enfim, ri bastante quando vi esse filme e gostei muito da mensagem que ele passou. Ele também está no Netflix.

SE VOCÊ GOSTA DE SUSPENSE…

     3.  As duas faces de um crime (Primal Fear): 

Em Chicago, um arcebispo foi assassinado com 78 facadas. O principal suspeito é um coroinha de 19 anos que foi preso, ao fugir da cena do crime, com roupas cobertas pelo sangue da vítima.  O assassinato, obviamente, por ser violento e cometido contra um importante membro da igreja, choca a todos. Logo, é a principal notícia transmitida pela mídia.

Martin Vail é uma famoso advogado criminalista. Anos antes, foi também promotor de justiça. Mas, desiludido com a corrupção que ocorria entre os funcionários públicos, resolveu mudar de carreira. Ele se tornou um dos mais talentosos  e famosos advogados de Chicago. 

Martin defende qualquer tipo de criminoso. Para ele, toda pessoa merece ser defendida, até porque todos são inocentes até que se comprove o contrário. Logo, o filme também trata de questões éticas.

Martin adora atuar em casos midiáticos, de grande comoção pública. Para ele, estar na mídia e vencer é ainda mais importante do que a contraprestação financeira por seus serviços.  E é por isso mesmo que ele decide atuar como o advogado de defesa de Aron, o coroinha, ainda que este não tenha um único tostão para pagar os honorários. 

Devo dizer que este filme me surpreendeu de muitas formas. O decorrer do filme e o final são inimagináveis.

O filme confunde. Você muda a sua opinião, quanto à Aron ser culpado ou não, a cada meia hora. E isso é bom.

Há neste filme, sem dúvida, um cabo de guerra que, ora, vira os  holofotes para  Richard Gere- ator que interpreta o advogado Martin- ora,  vira os holofotes para Edward Norton -ator que interpreta Aron, o coroinha.

Ambos, Norton e Gere, dão um show de atuação. É um filme que, sem dúvida, vale a pena ver.

Tenho certeza  de que, depois que vocês terminarem de assistir ao filme, irão refletir sobre ele durante muitos dias. Porque ele é, justamente, esse tipo de filme: o tipo inteligente que incomoda e provoca a reflexão.

Este filme também está disponível no Netflix.

Resenhando: série de livros “A mediadora”

Em 18.05.2016   Arquivado em LITERATURA

A série  “A mediadora”, da escritora Meg Cabot, é composta por 7 livros.

Eu li essa série pela primeira vez quando tinha 14 anos e, na época, amei. No mês passado, resolvi lê-la novamente. Quando relemos uma série de livros após um grande período de tempo, duas hipóteses são possíveis: você passa a amar a série ainda mais ou descobre que não se identifica mais com ela.

Felizmente, posso dizer que comigo aconteceu a primeira hipótese: o meu amor só aumentou.

Antes de falar sobre o enredo, quero comentar um detalhe: os livros da série possuem três versões diferentes de capa.

A primeira versão possui um fundo preto fosco e é ilustrada com desenhos. É a versão que eu mais gosto.

Atualmente, só se encontra a série nas capas antigas em sebos (estante virtual) ou em sites de usados, como o  enjoei.

A segunda versão de capas começou a aparecer lá para 2007-2008.Acredito que a Editora da Galera Record, responsável pela publicação da série aqui no Brasil, resolveu mudar as capas justamente porque, na época, os livros infanto-juvenis sobrenaturais (que passaram a fazer um tremendo sucesso) eram publicados em capas adultas, com fotografias, em um estilo gótico-sexy (como os livros de Twilight, por ex.).

 

 

Houve também uma terceira versão chamada “vira vira”.  Esta edição é econômica e contém dois volumes da série em apenas um livro.

 

As capas dos meus livros, infelizmente,  são meio mescladas, como vocês puderam observar nas fotos acima. Eu queria que todos os volumes  fossem da primeira versão, a mais antiga. Mas, na época em que comprei, não teve jeito!

Comentários gerais sobre os livros:

 

A série  A mediadora é centrada em Suzannah,  uma garota de 16 anos que poderia ser como qualquer outra, se não fosse por um pequeno detalhe: a capacidade de se comunicar com os mortos.

Os mediadores possuem um “dom”: são capazes de ver e conversar com fantasmas. Para eles, estes seres não são imateriais, mas sim sólidos e palpáveis … como se fossem de carne e osso.

A função de um mediador é ajudar os mortos a fazer a travessia da vida para o pós – morte. Segundo a mitologia do livro, um ser humano só fica preso na terra, na forma de fantasma, se deixou algo inacabado por aqui. Suzannah, como mediadora, deve resolver esses assuntos mal resolvidos. Só assim as almas conseguirão descansar em paz e encontrar o seu caminho.

Em alguns casos, esses “assuntos” podem ser vingança. E é aí que a nossa mediadora tem se durona e chutar “alguns traseiros fantasmagóricos” por aí.

A história do primeiro livro, A Terra das Sombras, começa com Suzannah se mudando de Nova York para a Califórnia, em razão do novo casamento da mãe.  Em Carmel, Califórnia, moram Andy (o padrasto) e os três filhos dele.

Dessa forma,  a vida de Suze está passando por muitas mudanças. Ela está morando do outro lado do país e convivendo com três novos meio – irmãos.

Embora Suze tente manter distância de prédios velhos (alô, são os locais mais propícios à fantasmas), o seu novo lar é um casarão de 150 anos e a sua nova escola é mais antiga a ainda, com cerca de quase 300 anos.  Quando Suze descobre a idade da sua casa, ela fica pirada porque tem certeza de que vai encontrar companheiros nada hospitaleiros por lá. E não dá outra: assim que pisa em seu quarto, lá está o fantasma de um cara morto …

O fantasma – Suze descobre mais tarde – se chama Jesse e morreu ali mesmo, naquele quarto, há 150 anos atrás,  quando o casarão da família ainda era um hotel para viajantes.

É claro que Suze, no início, tenta fazer de tudo para poder se livrar da presença do fantasma. Tenta mediá-lo de todas as formas possíveis. Mas nada funciona. Jesse se recusa a contar o motivo que o prende à terra e, também, se nega a ir embora da casa. Afinal, antes mesmo de Suze existir, aquele quarto já era dele. Foi ali que ele morreu e viveu por 150 anos como fantasma.  Aquele quarto é o seu lar.

Obviamente Suze odeia a insistência do cara. Não tem como  ela, uma garota de 16 anos, dividir o quarto com um homem. E o pior, um homem morto. Quer dizer, e para trocar de roupa, como faz?

Para piorar tudo,  Suze se sente atraída por Jess.  Porque ele não é apenas um fantasma: ele é um fantasma muito bonito.

“Ele piscou aqueles enormes olhos negros. Suas pestanas eram mais longas que as minhas. Não é sempre que eu dou de cara com um fantasma que também é uma graça, mas aquele cara… caramba, ele devia ter sido uma coisa quando vivo, pois ali estava ele morto e eu já queria adivinhar como eram as coisas por baixo da camisa branca que usava, bem aberta, mostrando um bocado do peito e até um pouco do abdômen. Será que fantasma também faz abdominal? Era o tipo de coisa que eu nunca tivera oportunidade- ou vontade- de explorar até então. Não que eu fosse me deixar perturbar por esse tipo de coisa àquela altura dos acontecimentos. Afinal de contas, sou uma profissional.” 

Aos poucos, no decorrer dos livros, vamos acompanhando a evolução dos sentimentos de Suze em relação a Jesse.

No primeiro dia de aula, no  novo colégio, Suze conhece Cece (uma albina muito inteligente) e Adam. Os dois se tornam seus melhores amigos. E Suze fica muito feliz com o fato de ter algum amigo, para variar. O dom da mediação foi algo que sempre a distanciou das pessoas. Amigos não gostam de mentiras e desculpas e Suze tem que inventar muitas para explicar suas ausências. Em todos os anos que morou em NY, Suze teve uma única amiga, a Gina. Fora ela, mais ninguém.

Outro personagem importante para a série é o Padre D., diretor do novo colégio de Suze  (o colégio Junipero Sierra é católico). Ele também é um mediador e está sempre ajudando Suzannah quando o assunto é sobre fantasma.

 

Comentários sobre cada livro especificamente (NÃO possui Spoiler):

1) Terra Das Sombras: Suzannah lida com o fantasma de uma adolescente que cometeu suicídio.  A menina se arrepende do que fez e quer viver novamente. Quando Suze mostra que seu desejo é impossível, Heather, a fantasma, procura uma forma de se vingar. A primeira vítima é o ex – namorado. Afinal, se ele nunca tivesse terminado o relacionamento, ela provavelmente ainda estaria viva.

Com o intuito de parar Heather em seu ânimo vingativo, Suze vai usar todas as medidas necessárias, até mesmo aquelas mais drásticas que envolvem uma certa TERRA DAS SOMBRAS.

2) O Arcano Nove: uma fantasma acorda Suze no meio da noite e pede para ela mandar uma mensagem a um homem chamado Red. Sem muitas informações acerca da identidade de Red, Suze inicia uma busca maluca e acaba se metendo em confusões que envolvem, inclusive, as quadrilhas criminosas de Carmel.

 

3) Reunião: Tudo começa quando Suze vê quatro jovens muito bonitos  na praia, em um dia de verão. À primeira vista, tudo parece normal. Mas em uma segunda olhada, ela percebe algo de muito errado com eles: vestidos com roupas de gala, os jovens emanam um brilho assustador.  Fantasmas, na praia, em plena luz do dia.

Por meio do jornal da cidade, Suze descobre que os jovens são os quatro alunos – modelo do colégio RLS. Os mesmos que sofreram um acidente de carro na noite anterior, quando voltavam de um baile do colegial..

O outro automóvel envolvido no acidente pertencia a Michael, um colega de classe de Suze.

Os fantasmas estão convencidos de que Michael é responsável pelo acidente. E desejam vigança.

Por isso, cabe à Suze, Jesse e ao Padre D. enfrentar a fúria assassina de cada um deles.

4) A hora mais sombria: É período de férias em Carmel e, para a família Ackerman, férias é sinônimo de emprego de verão. Por isso, Suze está trabalhando como babá em um hotel cinco estrelas.

Durante um dia de serviço, Suze descobre que Jack Slater, o menino de quem ela é babá, também é um mediador – embora ele mesmo ainda não saiba disso. Logo, Suze é encarregada, pelo padre D., de servir como mentora para menino. Como se não bastasse já ter que lidar com um Slater, Suze tem que lidar com dois. É que Paul, o irmão mais velho de Jack, não cansa de chamar Suze para sair.  O problema é que, embora Paul seja um gato e tudo mais, o coração da nossa mediadora parece bater mais forte por outro homem.

Sem entrar em muitos detalhes para não dar spolier, apenas posso dizer que Suze – neste livro – vai enfrentar a hora mais sombria de sua vida. E isso é um fato.

Para mim, este é o melhor livro da série.

5) Assombrado:  Meg Cabot se aprofunda na mitologia dos mediadores.  Neste livro, descobrimos mais sobre as origens e as habilidades deles.  Suze percebe que é muito mais poderosa do que imaginava.

6) Crepúsculo: Neste volume, temos o tão esperado final da história (ou seria um novo começo?!). E confesso que o desfecho foi …  INSUPERÁVEL. Eu não imaginava um final assim, não mesmo. Meg Cabot conseguiu ser surpreendente de uma forma incrivelmente positiva. Eu amei, amei e amei esse livro.

Nota e comentário final sobre a série:

A série A mediadora é infanto – juvenil e se volta para o entretenimento. Ela nos diverte e nos faz mergulhar no mundo da fantasia.  A Meg Cabot, na minha opinião,  sabe escrever livros adolescentes como ninguém. Ela compreende perfeitamente o mundo jovem. A sua linguagem é fácil, leve e inovadora. Se você quer rir e se apaixonar, leia uma história da Meg. Porém, se você estiver procurando por algo que trate de assuntos densos, eu o aconselho a  ler outra coisa.

A Mediadora é uma das minhas séries favoritas. E isso não é por acaso. Em primeiro lugar, acho a história criativa. Por mais que fantasmas sejam um tema batido, nessa série eles conseguem ser reinventados de uma forma cômica e interessante. Também acho legal legal essa dinâmica “mediadora se apaixona por fantasma”. Típico amor impossível, é verdade. Mas, ainda assim, um pouco inusitado.

Em segundo lugar, eu adoro a personalidade da Suzannah. Sim, ela é durona. Sim, ela é mal – humorada. E, sim, ela não tem papas na língua. Mas e daí? É exatamente isso que a torna diferente de tantas outras personagens “bocós” que vemos por aí nos outros livros Young – Adult.

E em terceiro lugar,  porque gostei muito do final do livro. Eu me surpreendi.Totalmente.

Além de Suze, temos outros personagens interessantes na série. Gosto bastante do Jess, embora ache as crises machistas dele chatas. Mas relevo porque, né, o cara nasceu no século passado. Dá para entender.

Adoro os meio – irmãos da Suze e o Padre Dominic. Eles contribuem muito para a diversão do livro. Não dá para deixá-los de fora. Por outro lado, no que se refere ao personagem Paul (que se torna relevante na história a partir do quarto livro), eu  tenho uma relação de amor e ódio. Mais ódio do que amor, na verdade. É assim: em alguns momentos, até gosto dele. Em outros: poxa, que personagem insuportável! Varia.

Em suma, A Mediadora é uma série que marcou minha adolescência. O meu eu adolescente sempre vai se identificar muito com a Suze. Eu tenho um carinho imenso por todos os seis livros. Levando tudo isso em consideração e considerando também que a finalidade desta história é unicamente divertir e entreter (e não abarcar assuntos densos), a minha nota é: 5/6 – Excelente.

Espero que tenham gostado dessa resenha imensa (tá tão grande que dá preguiça de ler tudo, eu sei). De qualquer forma, conta tudo aí nos comentários. 💋

 

 

Tendência – Outono/Inverno 2016: tons terrosos

Em 11.05.2016   Arquivado em MODA

Se você parou para olhar algumas vitrines no mês passado e neste mês,  deve ter se surpreendido com a quantidade de roupas e acessórios nas cores marrom, bege e vinho.  E isto tem uma razão: uma das maiores apostas desse Outono/Inverno são os tons terrosos.

Os tons terrosos são aqueles tons que remetem às cores da terra. São eles: marrom,  tabaco, caramelo, bordô, mostarda,  ferrugem e o alaranjado.

Os tons terrosos, sem dúvida, lembram o outono, estação na qual as folhas secas, já meio marrons, caem das árvores.  Mas quem pensa que só é possível usa-los no outono ou inverno, se engana: são tons que também se adequam muito bem ao verão, justamente por causa do sol e de suas cores, que também  remetem à terra.

Por isso, você pode comprar roupas nesses tons sem medo: além de serem cores fáceis de combinar, você poderá usar as roupas e acessórios tanto no inverno, como no verão.

Não é raro você encontrar esses tons terrosos em um FAMOSO TECIDO– que tem feito a cabeça de muita gente por aí- o SUEDE.  O tecido Suede é, juntamente com os tons terrosos,  tendência para esse inverno. O Suede consiste em um tecido que imita o camurça – é aveludado e fosco – mas, diferentemente da camurça, é MUITO MAIS leve e fresco, o que o torna próprio para o  ameno inverno brasileiro (vamos combinar, quase nem faz frio).

E mais: frequentemente, os tons terrosos e o Suede vêm acompanhados de franjas! Temos coletes, saias, vestidos, jaquetas e shorts…. tudo em Suede, em tons terrosos e com franjas! É tendência para amar, fala sério! Porém, se não curte as franjas, não esquenta: tem tudo isso sem franjas também.

Veja alguns looks para se inspirar:

  1. Tons terrosos em Suede:

Silver G.

Amy A.

 

Margarita M.

Tessa D.

Bryn N.

Flávia

Yan Yan

Megan B.

Elle May

Jocelyn

Emma

 2.  Tons terrosos em outros tecidos

Flávia

Chelsea J.

Natalie

Lisa P.

Ieva U.

Chloe

Cecilia

Flávia

Como vocês viram, dá para compor muitos looks diferentes com tons terrosos e Suede, em diversos estilos – embora o Boho seja o estilo mais visado para essas cores.

Se você gostou dessa tendência e quer – com certeza- uma peça ou acessório no seu guarda-roupa, fica tranquila: o suede e os tons terrosos estão “bombando” tanto que você, provavelmente, encontra em qualquer loja próxima.  Caso (pasmem!) você não encontre em nenhuma loja próxima a você, pode procurar na internet, que tem muito site vendendo!

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