10 coisas que eu descobri com De Repente 30

Em 23.01.2017   Arquivado em CINEMA, LISTINHAS, PESSOAL

Sabe aquele filme que marca sua adolescência? Pois é. É assim que eu me sinto com De Repente 30.

Ontem, depois de rever este clássico da sessão da tarde, eu me senti nostálgica. E passei a refletir sobre as descobertas que fiz com ele quando tinha apenas 13 anos – a mesma idade de Jena, a protagonista.

Da reflexão, surgiu esse post.

 

Com “De repente 30” eu descobri que…

 

1) A popularidade não tem nenhum valor se ela acontecer em detrimento de você e da sua dignidade.

2)  Ser “popular” não significa ser “amado”.  Na maior parte das vezes, apenas significa viver de aparências e ser solitário.

3) Não vale você se esquecer de quem é para ser querido pelas pessoas.  Verdadeiros amigos nos amam por aquilo que somos.

4) Não mude para agradar os outros. Apenas mude por você. Quando e como você quiser. Se você não está satisfeito com quem você se tornou, você pode mudar … se isso o fizer feliz.

5) Revistas costumam falar sobre coisas que não têm importância. Como a vida dos famosos e outras frivolidades. Ás vezes, elas se esquecem de contar a história que verdadeiramente nos interessa. Elas se esquecem de olhar  o mundo que está logo ali, ao lado.

Quão incrível seria se algumas revistas se permitissem descobrir  o que aconteceu no baile da escola, naquela última noite. Ou como o time daquele bairro está ganhando o campeonato da cidade.

6) Os anos 80 salvam qualquer festa.  É só colocar um música como Thriller e pronto!

7) Acredite nas suas ideias e nos seus projetos. Se você não o fizer, ninguém fará por você.

8) Podemos ser adultos e ter uma vida de grandes responsabilidades, mas precisamos nos permitir voltar a ser crianças  e adolescentes de vez em quando.

Nunca é tarde demais para pedir colo de mãe.

Nunca é tarde demais para fantasiar e fofocar (como uma adolescente) sobre um primeiro encontro.

9) Se você está se sentindo triste, se a sua carreira está desmoronando, se você levou um pé na bunda … você deve ouvir e cantar (como se não existisse amanhã) a música Vienna, do Billy Joel.

OBS: Vale destacar que foi com “De Repente 30” que descobri A MÚSICA da minha vida. A música que me fez levantar em manhãs cinzentas. A música que nunca me deixou desistir. A música que fez com que eu me lembrasse do quanto eu era especial, ainda que muitos tentassem me dizer o contrário.

Essa música se chama Vienna. E foi escrita pelo Billy Joel. Aliás, o Joel  é um cantor e compositor fantástico! Apenas amo até dizer chega.

10) Não queira crescer antes do tempo.  A chance de você perder momentos valiosos e fazer escolhas erradas é 9 em 10.

Infelizmente, ainda não criaram um pó mágico que nos faça voltar no tempo e consertar todos os nossos erros. Então, o meu conselho é: não precise de um.

Em suma, para finalizar essa listinha, existem apenas mais algumas considerações a fazer:

Viva cada tempo no seu tempo.

Seja criança, enquanto você ainda puder ser uma.

Seja adolescente, mesmo que seja difícil.

A Bruna adolescente pensava que qualquer rejeição era o fim do mundo. Mas o mais engraçado é que, na manhã seguinte, quando ela acordava, o mundo ainda estava ali. Intacto.

Seja você. Ainda que isso signifique ser impopular. As pessoas que verdadeiramente se importam vão amá-lo por aquilo que você é.

Só mude se for para agradar a si mesmo.

E viva. Viver pode ser doloroso. Mas também pode ser lindo.

Só não deixe que viver se torne indiferente.💋

 

10 filmes que mostram o quanto as férias de verão podem ser surpreendentes

Em 09.12.2016   Arquivado em CINEMA, LISTINHAS

E o blog, agora, está na vibe “FÉRIAS” ! Eu amo esse período do ano: verão, natal e férias. É o momento perfeito para a gente repensar a vida, fazer aquela viagem inspiradora, colocar a leitura em dia, conhecer gente nova, enfim. É um mundo de possibilidades.

Confesso que eu comecei as minhas férias com muita nostalgia. Quarta – feira, assim que fiz minha última prova da faculdade, sentei no sofá e assisti a um monte de filmes que marcaram minha infância e adolescência. E aí me deu uma vontade imensa de fazer uma listinha cinematográfica super fofa. Sabe aquele filme que lembra, logo de cara, verão e sessão da tarde? Pois é, essa listinha tá recheada de filmes assim!

Por meio dessas histórias, eu aposto que você vai se convencer do quanto as férias de verão podem ser surpreendentes.  Então, vem! ❤️

1) Dirty Dancing

É claro que esse filme não podia ficar de fora. Afinal, é justamente nas maravilhosas férias de verão que Baby conhece os dois amores da sua vida: a dança e Johnny.

Esse filme marcou demais minha adolescência. Não é à toa que, no meu aniversário de 15 anos, eu escolhi a coreografia de (I’ve Had) The Time of My Life para poder dançar. É um filme lindo, lindo e lindo, apenas.

PLUS: Patrick Swayze.

2) Sabrina vai a Roma 

Como não amar Melissa Joan Hart no papel da bruxinha mais atrapalhada do mundo?  Além disso, quem não gostaria de passar umas férias nada humildes em Roma? Todos os caminhos levam a Roma, afinal.

3) Quatro Amigas e Um Jeans Viajante

Esse filme marcou muito minha adolescência. Adorava todas as personagens, embora a que mais tenha ficado no meu coração seja Tibby. Juro que, na época, até fiz umas mechas verdes no cabelo para parecer com ela. Simplesmente, adorava o jeitão rebelde da personagem.

Estou querendo muito ler os livros que inspiraram esse filme, todos escritos pela Ann Brashares. Com certeza, será uma das leituras dessas férias. Alguém aí já leu?

4) Quatro Amigas e um Jeans Viajante 2

Apenas porque não aguentaríamos ficar sem a sequência dessa história, certo? E se prepara: correm sérios boatos – inclusive, já meio confirmados pela Alexis Bledel (intérprete da Lena; minha eterna Rory) de que vem por aí o terceiro filme.

5) Conta comigo

Antes de mais nada, é necessário que se diga: você não pode morrer sem assistir a esse filme. Clássico dos anos 80 e baseado em um conto do grande Stephen King, “The Body” ou, em português,  “O Corpo”  (livro “As quatro estações”), o filme acompanha a trajetória de quatro amigos, de doze anos, em um verão de 1960. Fugindo de famílias disfuncionais e de identidades estigmatizadas socialmente, os quatro partem em uma jornada de autoconhecimento e amadurecimento.

É um clássico, que merece ser lido e visto relido e revisto por todos.

PLUS: terminar o filme cantando ” So, darlin’, darlin’ stand by me … Oh, stand by me

6) Operação Cupido

E já que estamos falando de férias de verão, impossível não pensar em sessão da tarde e, por sua vez, impossível não pensar em um filme chamado “Operação cupido”.  Acho esse filme muito fofo. Para quem não se lembra, as protagonistas se encontram, por um acaso, em um acampamento de verão e descobrem que são gêmeas. Daí fazem de tudo para juntar romanticamente os pais.

PLUS: Lindsey Lohan em dose dupla… Lindsey era a coisa mais fofa quando criança. Hoje, nem tanto.

PLUS 2: se você ama músicas dos anos 90, precisa assistir a esse filme. Ele tem uma trilha sonora incrível. SÉRIO.

7) As namoradas do papai

E já que estamos falando de gêmeas, como  não lembrar das gêmeas mais famosas desse mundo? É claro que tô falando das Olsen.

“It Takes Two” ou, em português , “As namoradas do Papai”, é outro filme que me faz lembrar nostalgicamente das épocas de sessão da tarde. É um filme que amo e que marcou muito minha infância! Aliás, eu amava todos os filmes das Olsen. Mas este e o “Double Double Toil and Trouble” sempre foram os meus favoritos.

A ideia desse filme é muito parecida com a do filme anterior. Exceto que, aqui, as meninas não são gêmeas. Mas sósias perfeitas.  Elas se encontram por acaso. Possuem vidas muito diferentes: enquanto uma, Amanda, é uma órfã pobre, a outra, Alyssa, é filha de um rico empresário. Porém, o plano das duas é praticamente o mesmo: elas decidem trocar de lugar para bancar o cupido, juntando o pai de Alyssa – que está noivo de outra – com a assistente social da órfã Amanda.

O filme extrapola os níveis de fofurice. Amo, amo e amo mais um pouco! haha

8) Férias Frustadas de Verão

Apesar desse filme ter sido lançado em 2009, a história dele se passa no fim dos anos 80. Por isso, tem uma trilha sonora muito boa.

Na história, o protagonista James acabou de se formar na faculdade. Embora tenha planejado passar as férias viajando pela Europa, ele é surpreendido pela notícia de que seus pais estão quebrados. Portanto, nada de viagem. E, para piorar, os pais querem que ele encontre um emprego de verão.

Depois de muitas entrevistas falhas, James consegue, enfim, ser contratado por um parque de diversão,  chamado Adventureland. No início, ele odeia o emprego. Mas, aos poucos, vai se acostumando com o lugar e com os colegas de trabalho. No fim, aquelas férias que tinham tudo para ser a coisa mais chata do mundo, se tornam as melhores de James.

Adventureland mescla drama, romance e comédia. É um filme que, com certeza, demonstra o quanto as férias podem ser surpreendentes e muito melhores do que imaginamos. Afinal, tudo na vida é uma questão de companhia. Se estamos com as pessoas certas, somos felizes.

9) Monte Carlo

Monte Carlo é um filme leve e divertido. Tem paisagens incríveis e fala, acima de tudo, sobre amizade.

No filme, as protagonistas – Grace, Emma e Meg –  vão passar suas férias em Paris. Porém, Grace é confundida com uma espécie de “Socialite” e elas acabam sendo levadas para Monte Carlo. E lá é só glamour. Porém, as coisas complicam quando um colar milionário desaparece e as três precisam recuperá-lo.

Faz muito tempo que vi esse filme. Mas, na época, o achei muito divertido. Adoraria ter as férias divas que essas três garotas tiveram. Paris, Monte Carlo, vestidos lindos e hotéis cinco estrelas… quem nunca quis isso?

PLUS: o filme conta com nomes como Selena Gomez, Leighton Meester (a eterna Blair de Gossip Girl) e Katie Cassidy (atua como Laurel em Arrow).

10) Pequena Miss Sunshine

Adorado por muitos, o filme “Pequena Miss Sunshine” marcou os anos 2000.

Na história, uma família peculiar e bastante problemática recebe a notícia de que a garotinha Olive, a caçula, foi classificada em um concurso chamado “Little Miss Sunshine”. Diante disso, todos viajam, em uma velha kombi amarela (o único automóvel grande o suficiente para levar toda a família), com o intuito de acompanhar a menina na competição.

Nos três dias de viagem, muitas coisas acontecem e os membros família, em meio a dores e descobertas, se veem obrigados a uma reaproximação.

Pequena Miss Sunshine é um filme nada clichê. Tem momentos engraçados, tristes e, também, de reflexão. Em suma, é uma filme icônico que merece ser visto por todas as gerações. Ele nos ensina que as diferenças não são um obstáculo para o amor e a comunhão familiar. Aprendemos que preconceitos devem ser deixados de lado e as divergências devem ceder lugar ao diálogo franco. Ás vezes, na vida, tudo o que precisamos é de uma boa sacudida. E esse filme é perfeito para dar uma.

E, aí … o que acharam da listinha? Conta tudo  ❤ 

Eu estou aproveitando essa primeira semana de férias para rever todos esses filmes. Tô adorando. Espero que vocês tenham gostado também! 💋

 

 

Vício em séries de TV: por que assistir à Gilmore Girls ?

Em 12.07.2016   Arquivado em CINEMA

Eu não sei bem o motivo, mas eu tenho tendência a gostar muito de séries mais antigas, do final do anos 90 ou início dos anos 2000. Afinal de contas, tem como não AMAR a abertura dessas séries que sempre, SEMPRE, começa com uma música-tema? hahaha

Não é à toa que a minha série preferida, a mais amada entre todas, é “Buffy The Vampire Slayer”. Esta série começou a passar na TV em 1997, ou seja, ela é meio antiguinha – e, sem dúvida, um clássico das séries de TV.

E com Gilmore Girls, série que se iniciou nos anos 2000, não foi diferente. Eu amo essa série e eu devo admitir que, nessas férias, o que eu mais tenho feito é assisti-la. Um episódio atrás do outro. Acho que a melhor aquisição do Netflix, este ano, com certeza foi Gilmore Girls.

Na verdade, a minha história com essa série é meio engraçada. Eu lembro que, quando eu era mais nova, eu e minha mãe sempre víamos os episódios juntas. A minha mãe adorava a série porque, segundo o que ela me dizia, tinha tudo a ver com ela. A minha mãe, igual a Lorelai (uma das protagonistas), ficou grávida muito jovem. Além disso, eu e ela tínhamos uma relação mãe-filha bem parecida com a relação que a Lorelai e a Rory possuem.

Por isso, para mim, foi muito especial quando Gilmore Girls entrou para o catálogo da Netflix. Era  a oportunidade perfeita para ver certinho, de forma cronológica, a série.

Gilmore Girls é uma série que se passa na cidade fictícia de Stars Hollow (conforme vocês forem assistindo à serie, perceberão que a própria cidade é um personagem). Stars Hollow é uma cidadezinha do interior, perto de Hartford, cheia de bizarrices e com diversos eventos tradicionais e festas temáticas estranhas (que frequentemente servem de palco para os acontecimentos da série).

Como personagens principais, nós temos Lorelai Gilmore e Rory Gilmore.

Lorelai nasceu em um berço de ouro. Rebelde, ela nunca aceitou as exigências sociais e frivolidades da alta classe social da qual participava. Com uma personalidade completamente diferente da de sua mãe Emily, Lorelai jamais se sentiu próxima a ela; jamais a considerou como sua amiga. Também não combinava muito com Richard, o seu pai. A primeira coisa que ela queria fazer, assim que se tornasse maior de idade, era se afastar de sua família.

Aos 16 anos, entretanto, a rica Lorelai engravida. Percebendo que os pais têm a intenção de controlar e planejar ainda mais sua vida, sem consultá-la, ela decide fugir com a criança. Arranja um emprego, passa a pagar suas próprias contas e cria sua filha, Rory, sozinha.

Rory, por outro lado, é uma garota humilde, tímida e muito inteligente. Está sempre com a cara enfiada em algum livro.Sonha em viajar o mundo todo e em ir para Harvard, de forma que possa se formar em jornalismo e se tornar uma nova  Christiane Amanpour.  Para ela, sua mãe é sua heroína. Ela e Lorelai – diferente da relação que esta tinha com Emily- são, além de mãe e filha, melhores amigas.

No episódio piloto da série, descobrimos que Rory conseguiu uma vaga na respeitável e prestigiada escola Chilton. Esta, entretanto, é uma escola muito cara.  Sem meios aos quais recorrer, Lorelai decide pedir um empréstimo aos pais. Estes aceitam emprestar o dinheiro sob uma condição: todas as sextas feiras, Lorelai e Rory devem  jantar com eles, em uma tentativa de reaproximar a família.  Dessa forma, a criadora da série, Amy Sherman Paladino, conseguiu incluir na trama os avós de Rory (e pais de Lorelai), Richard e Emily Gilmore.

A ideia da série é extremamente simples, como vocês podem ver. Ela gira em torno de uma família que se ama, mas que possui diversas dificuldades de comunicação e aproximação. Essa simples ideia, nas mãos de qualquer um, poderia se transformar em algo chato e monótono, porém nas mãos de Paladino, ela transborda originalidade e criatividade.

Alguns detalhes que fazem “Gilmore Girls” ser uma série única, inteligente e divertida:

  1. O texto: é rápido e sagaz. Possui tiradas incríveis e inteligentes. Além disso, é cheio de referências sobre cultura pop, literatura, música e política. Os próprios atores da série, ao lerem o longo script, pensavam ser impossível falar tudo aquilo em apenas 40 minutos de série. Daí a importância de o diálogo ser bastante dinâmico.
  2. Stars Hollow: essa cidade fictícia é, com certeza, um dos personagens mais importantes da série. Stars Hollow é uma cidade pequena e única. Todos os moradores se conhecem. Existem diversos eventos bizarros e tradicionais que servem como palco para os acontecimentos da série. Sem a menor dúvida, uma das razões que fazem Gilmore Girls ser uma série tão criativa e imponente é o fato de existir uma interação incrível entre o ambiente-cenário de Stars Hollow e seus habitantes-personagens.
  3.  Personagens secundários:  Rory e sua mãe Lorelai são ambas personagens muito bem escritas e cheias de profundidade. Mas o foco da série não está apenas nestas duas protagonistas. Existem diversos personagens secundários ( como Luke, Sookie, Emily e Richard, Paris, Lane, Mrs. Kim, Kirk, Dean, Jess, etc.)  e todos eles são também extremamente bem escritos. Cada personagem possui uma personalidade desenvolvida e valores próprios.Eles, sem dúvida, possuem diversas camadas. É necessário que, no decorrer da série, nós descubramos camada por camada.
  4. Trilha sonora: As músicas têm um papel importante na série. Sem dúvida, em muitos momentos, a trama transparece por meio da música.  Além disso, a trilha sonora é muito boa. Vale a pena procurar no Spotify  (a trilha sonora completa está lá).
  5. Críticas sociais: várias críticas sociais são feitas na série, especialmente quando nos deparamos com o relacionamento entre Emily e Lorelai.
  6. Feminismo: sim! É uma série Girl Power. Lorelai e Rory prezam por sua independência. E, por mais que elas namorem, a vida das duas não se resume a seus relacionamentos.

Gilmore Girls é um exemplo de como personagens bem desenvolvidos e uma trama simples, mas original e bem escrita, podem fazer TODA  a diferença.  A série inteira é incrível, apesar de existirem muitas ressalvas quanto à sétima temporada (que até então era a última temporada da série), já que esta não foi escrita pela criadora Amy Sherman Paladino. Ela e seu marido tiveram que se afastar da série devido a alguns problemas contratuais, de forma que a série foi remetida a  David S. Rosenthal. Muitos fãs não gostaram da sétima temporada, porque a série não manteve a mesma qualidade nos diálogos e na trama, em geral. Além disso, a série não terminou como Amy planejava que terminasse: com a as famosas “quatro últimas palavras” escritas, especialmente, para o último episódio da série.

Em razão disso, há muito tempo vinha sendo espalhado o boato de que a série retornaria na forma de uma nova temporada ou na forma de filme. A Netflix confirmou esse boato. Com o apoio dela,  a oitava temporada, chamada Gilmore Girls: A Year in the Life, estréia esse ano, dia 25 de novembro.

Gilmore Girls trata especialmente de relações familiares e de como passamos pelas fases da vida. E tudo isso com diálogos incríveis, inteligentes e divertidos. Você vai rir, vai se emocionar e, o mais importante, vai se surpreender.

E de brinde: você vai ver o Jared Padalecki (o “Sam” de Supernatural– outra série que eu adoro) anos mais jovem!!!!! Ele interpreta o Dean Forester- o primeiro e mais inesquecível namorado da Rory .

E só para constar (para quem ainda não percebeu): sim, sou #TeamDean. É verdade que houve algumas atitudes questionáveis da parte do Dean durante a quarta e quinta temporada. Muitos fãs da série não gostam dele por isso. Mas,  analisando o contexto, eu consegui entender o personagem e as suas atitudes. Enfim, o Dean cometeu erros, mas quem, naquela série, não cometeu alguns de vez em quando? Especialmente a Rory ( super chatinha às vezes, por favor!) Acho que todos nós, vez ou outra, cometemos algum.  Em defesa de Dean Forester, eu encontrei esse texto no Blog Dreams. Gostei bastante do texto e acho que ele consegue resumir  o que eu sinto em relação ao Dean e as suas contradições.

 

A série, com toda a certeza desse mundo, vale a pena ser vista. Eu estou amando poder vê-la certinho  pela Netflix e estou super ansiosa para a nova temporada. 

E, aí ficou animada para começar a ver a série ou fazer aquela maratona para matar as saudades? Conta tudo, por favor 💋