Quem você seria no mundo dos livros, filmes e séries?

Em 23.12.2016   Arquivado em CINEMA, LISTINHAS, LITERATURA

Esses dias, navegando pela blogosfera, eu me deparei com essa pergunta. Sendo uma entusiasta em tudo o que se refira à literatura e cinema, eu admito que a vontade de responder foi imediata!

É verdade que, em muitos momentos da vida, a gente encontra personagens que traduzem tudo aquilo que somos ou que gostaríamos de ser. Existem personagens que personificam nossos ideais … isso é um fato.

Com isso em mente, eu trouxe esse questionamento para o blog. Responde-lo é uma forma de colocar em discussão alguns pontos de vista e dar mais espaço para vocês, leitores, me conhecerem melhor.

Não pensem que foi fácil! Não, o processo de seleção de personagens foi uma tarefa que exigiu bastante reflexão e sangue – frio.  À primeira vista, havia uma infinidade de nomes para incluir nessa lista. Porém, como não queria deixa-la muito extensa, precisei tomar algumas decisões difíceis. hahaha

As conclusões foram estas:

 

Se eu vivesse em uma série de TV, eu seria ….

1) Buffy Summers.

(a atriz Sarah M. Gellar como Buffy Summers na série BTVS)

Caro leitor e amigo, se você não esperava por essa, só lhe conto uma coisa: você não sabe nada a meu respeito. Buffy, vindo de mim, é clássico.

Buffy The Vampire Slayer é a minha série número 1, a preferida entre todas.  E Buffy, a personagem principal, representa tudo aquilo em que eu acredito. Ela é uma mulher feminina, forte, durona e leal.

Buffy me ensinou o valor da verdadeira amizade. Ela me ensinou, também, que você pode amar uma pessoa sem  depender dela.  Você pode ser suficiente para si mesma e, mesmo assim, amar o outro –  seja este um amigo ou namorado (a).

Ela me ensinou que vão existir momentos na vida em que você vai estar sozinho. Em algum momento, até os seus amigos mais próximos vão julga-lo e abandona-lo. Não porque eles não o amam ou porque não se importam com você, mas apenas porque não o compreendem, pelo menos não naquele momento.

Nesse caso, mesmo sozinho, você não pode desistir. Siga sua intuição e seja quem você precisa ser. De duas, uma: ou você vai quebrar a cara (ora, seus amigos tinham razão) ou você vai ser vitorioso (ora, você tinha razão).

O perdão é necessário. Você deve perdoar seus amigos quando eles forem injustos, se a amizade deles valer a pena. E, o mais importante, você deve perdoar a si mesmo.

Buffy é a prova de que uma mulher pode ser forte, independente e destemida e, ao mesmo tempo, ser FEMININA.  Ela pode gostar de maquiagem, de roupas, de filmes clichês e revistas sobre famosos. Ela pode gostar de todas as coisas tidas como “coisas de mulherzinha”, se isso a fizer feliz. Na série Buffy, não existem padrões. Seja quem você quiser ser e seja forte.

E  não pense que estou falando apenas de força física. Buffy, como uma caçadora de vampiros e de outros seres mitológicos, é, sim, fisicamente mais forte do que muitos outros homens (e mulheres). Mas, na verdade, os seus “poderes” são apenas uma metáfora para a sua verdadeira força: estar pronta para o que der e vier.  Não desistir, mesmo que isso seja o fim.

Buffy é minha heroína. Todas as vezes que tenho medo, eu penso nela. E ela me enche de coragem.

Todas as feministas do mundo deveriam ver essa série. Primeiro, porque ela é recheada de mulheres fortes. Não apenas Buffy, mas muitas outras. Segundo, porque ela é uma série que quebra barreiras e preconceitos, inclusive dentro do próprio movimento feminista que (não se enganem!) também esconde uma série de padronizações. Para muitas feministas, a mulher não pode ser magra, não pode estar dentro do que a frívola sociedade considera como “beleza”, não pode se depilar e não pode gostar de coisas de mulherzinha. Para algumas feministas – não todas, não estou generalizando – se a mulher quer ter os mesmos direitos que os homens, ela deve ser igual aos homens. Isso é muito complicado, porque também cria uma série de padrões que devem ser atingidos: ora, se você alisa o cabelo (por exemplo), você não é feminista. Buffy quebra com todos os padrões. Para ela, se você acredita em si mesma, você é feminista. Você é um ser humano que, mesmo com erros e acertos, é completo.

Por favor, não generalizem o que disse ali em cima. Não são todas as feministas que pensam assim. Apenas algumas. Existem correntes e correntes.  Eu me considero feminista e, não, não penso daquela forma.

Por fim, só me resta declarar o meu amor incondicional por Buffy. Eu amo essa série e essa personagem. Aprendi coisas que levarei comigo para o resto de minha vida. Eu não seria quem sou hoje se não fosse por Buffy. Tenho certeza disso.

2) Lorelai Gilmore.

(a atriz Lauren Graham como Lorelai Gilmore na série Gilmore Girls)

Protagonista de Gilmore Girls, Lorelai, definitivamente, me representa.

Lorelai também é uma mulher fora dos padrões.  Apaixonada pelo velho e bom rock n’ roll, ela é uma entusiasta em séries e filmes. Não sabe cozinhar quase nada, detesta limpar a casa e é maluca por café.

Ela nasceu em uma família rica e conservadora, mas a sua forma de agir e pensar sempre foi muito diferente da de seus pais, Richard e Emily Gilmore. Aos 16 anos, Lorelai engravida. Percebendo que os pais pretendem assumir todas as suas responsabilidades e, mais uma vez, privá-la de quem ela é, Lorelai resolve fugir de casa. Ela dá adeus a todo o conforto e mordomia em troca da liberdade de ser quem é e de acreditar no que acredita.  Se reinventa e cria sua filha, Rory, sozinha – fazendo um excelente trabalho, por sinal.

Nem tudo foram flores no caminho de Lorelai. Mas isso não a impediu de lutar pela vida que ela queria. Uma vida simples, mas sincera e espontânea, longe das frivolidades da alta classe social em que nasceu.

É claro que Emily e Richard voltam a participar da vida dela. Mas precisam aceitar quem a filha é e se tornou, ao invés de exigir que ela seja o que eles querem.

Algo que sempre me orgulhou na Lor: os relacionamentos amorosos foram importantes na vida dela, mas nunca foram a parte principal. Ela sempre colocou a filha e a si mesma acima de tudo. Ainda que para ela, uma mãe solteira, fosse mais cômodo ter um marido que  sustentasse a casa e auxiliasse no cuidado com os filhos, ela nunca se permitiu obter isso à custa dos seus ideais ou dos ideais da filha.

Em suma, Lorelai também é uma personagem Girl Power com quem me identifico muito. E Gilmore Girls é uma série que marcou toda uma geração. É algo para ser visto e amado religiosamente.

Para saber mais sobre a série, clique aqui.

Para saber o que eu achei do revival de Gilmore Girls, clique aqui (atenção, contém spoiler.)

3) Regina, The Evil Queen.

(a atriz Lana Parrilla como Regina na série Once Upon a Time) 

Regina é a madrasta de Branca de Neve, em Once Upon a Time.

Em primeiro lugar, preciso dizer o quanto amei o que essa série fez com os contos de fada. Ela conseguiu manter a essência destes e, ao mesmo tempo, mudar o que precisava ser mudado.

Aqui, nós não temos princesas inseguras e dependentes. Temos mulheres de garra. Os vilões não fazem maldades porque nasceram maus, mas porque, em algum momento, eles passaram por alguma situação que desencadeou essa escolha.  Por alguma razão, eles se viram com o direito de obter o que queriam pelos meios que fossem necessários.

Regina, por exemplo, não teve uma história de vida lá muito fácil. Ela achou a resposta para a sua dor na crueldade com os outros. Quis fazer com que os outros sentissem a mesma infelicidade que ela sentia. E, sim, isso é egoísmo.

E é por isso mesmo que me identifico com essa personagem. Em alguns contextos, eu sou egoísta, estou de mal com a vida e desconto as minhas frustrações em outras pessoas. É um defeito que eu tenho. Afinal de contas, sou um ser humano. Erro e acerto.

Na verdade, acho que todo mundo tem uma “rainha má” dentro de si. A questão é saber até qual ponto vamos deixar ela se manifestar.

E digo mais: Regina pode ter sido cruel, mas ela foi forte o suficiente para se redimir. Forte o suficiente para aceitar as consequências dos seus atos. Portanto, sim. Eu me orgulho dessa personagem e me identifico com ela, em ambas as fases: rainha má e mulher em redenção.

 

Se eu vivesse no mundo dos livros, eu seria …

 

1) Hermione Granger.

(a atriz Emma Watson como Hermione no Filme “HP e o enigma do príncipe”)

Para explicar  porque eu me identifico com essa personagem, vou contar duas características minhas:

  • Um defeito que eu tenho: eu banco a dona da verdade em muitos momentos. E isso tem tudo a ver com a Hermione. É claro que ela está certa na maior parte das vezes, mas, em algumas, ela está muito errada.
  • Uma qualidade que eu tenho: eu sou persistente. Quando desejo alguma coisa, eu tento. Se não conseguir, me esforço um pouco mais. E, assim, as coisas vão fluindo. Ninguém disse que tudo na vida seria fácil e, verdade seja dita, quase nada é. Por isso, ter uma dose extra de esforço é necessário. E a Hermione é a personagem mais esforçada que eu conheço.

Eu admiro demais a lealdade da Hermione para com seus amigos. E admiro, também, o fato de ela ser uma mulher forte, uma bruxa extremamente competente e dona de um coração imenso. Além disso, ninguém pode dizer que Hermione não é uma personagem feminista porque ela o é. Ela está naquele livro para quebrar tudo quanto é tipo de preconceito e desigualdade. Por isso, eu a amo muito e tento, ao máximo, me aproximar da sua forma de ser.

Quer mais um motivo para ser Hermione? Eu dou um: viver no universo de Harry Potter. Sonho com isso desde os meus 10 anos de idade, quando mergulhei nessa história pela primeira vez.

Já li algumas coisas nessa caminhada – e pretendo ler muitas outras – mas  tenho certeza de que Harry Potter é um amor para a vida toda. Os sete livros são os meus livros preferidos.  Harry Potter e  Buffy The Vampire Slayer ocupam, de fato, um lugar muito especial no meu coração.

2) Scarlett O’Hara.

 (a atriz Vivien Leigh como  Scarlett no filme “E o vento levou”)

Personagem do livro E o vento levou, Scarlett é , antes de qualquer coisa, uma sobrevivente.

Complexa, realista e palpável … muito se engana quem pensa que Scarlett é uma heroína, porque ela não é. Chega quase a ser um anti – herói. Porém, com ela, aprendi a sobreviver. Aprendi que, às vezes, é melhor ser prático do que idealista. Aprendi que o mundo é um lugar cheio de frivolidades, etiquetas e convenções sociais que não fazem qualquer sentido, especialmente quando questões de vida e morte estão sendo discutidas.

Com ela, aprendi a ser uma mulher determinada. Pouco importa se vamos ou não chocar uma sociedade conservadora, desde que possamos ser quem somos.

Scarlett foi uma mulher que casou sem amor, que traiu a melhor amiga em prol do homem que achava amar e que atirou primeiro, antes que uma arma lhe fosse apontada. Mas foi também a mulher que plantou e colheu quando a situação da fome, em meio ao pós – guerra e suas consequências, apertou. Foi a mulher que fez de tudo para ajudar a amiga  a dar à luz,  em um parto complicado. Foi a mulher que fortaleceu e deu esperança a sua família e a seus amigos quando tudo parecia estar perdido.

Em suma, Scarlett é uma mulher cheia de determinação e esperança. Ela não sucumbe, mas trabalha duro.

Ela teve erros e acertos. Quanto àqueles, tentou ao máximo se redimir. Mas tudo o que fez foi em prol da sobrevivência. Sem dúvida, é uma personagem memorável e feminista. Marcou muito a mim e trouxe ensinamentos que pretendo levar para o resto da vida.

E o vento levou é um dos melhores livros do mundo. Pode até ser uma leitura trabalhosa, mas vale a pena. Clássico para ser lido e relido, várias e várias vezes.

3)  Suze Simon

(livro 1 de A Mediadora, na edição Australiana)

 

O meu eu adolescente não podia deixar de fora uma personagem da Meg Cabot.  Suzannah, a protagonista da série A Mediadora, foi a responsável pela minha rebeldia na adolescência. De batom vermelho, coturno e jaqueta de couro, ela era tudo o que eu queria ser no auge dos meus 14 anos.

Acredito que a Meg  – grande fã da série Buffy, assim como eu – se inspirou na caçadora de vampiros para criar essa mediadora. Suze é durona e não leva desaforos para a casa. O seu trabalho é guiar os mortos para o pós – vida e, assim, evitar que eles fiquem vagando pela terra na forma de fantasmas.

Eu adoraria viver as aventuras vividas por ela. E adoraria ter um Jesse para chamar de meu.

Em suma, Suze é uma personagem marcante, além de muito querida, para mim. Para variar, ela também tem um quê Girl Power e feminista. Portanto, sim, ela precisava estar nessa lista!

Se eu vivesse no mundo dos filmes, eu seria …

 

1) Vivian Ward.

 

(a atriz Julia Roberts como Vivian no filme “Pretty Woman”)

Vivian é a protagonista do filme Uma linda Mulher. Quando digo que seria ela, não quero dizer que gostaria de trabalhar como uma prostituta. Não, obviamente que não gostaria.

Mas me identifico bastante com o jeito da personagem. Ela é honesta e vê a vida com simplicidade. Ainda que trabalhe como garota de programa, ela sonha com mais. Quer ser, de fato, alguém de quem possa se orgulhar. E admiro muito essa atitude dela.

Assim como Scarlett, vejo Vivian como uma lutadora e uma sobrevivente. É uma mulher forte que fez o que teve que fazer para sobreviver à selva da vida.

Uma linda mulher é um dos meus filmes preferidos. Não me canso de ver, simplesmente.

E o mais legal é que este filme é um conto de fadas às avessas, com um adicional bastante feminista. É Vivian, a pobre e simples garota de programa, que salva Edward, um rico empresário, de uma vida cheia de mesquinhez e infelicidade.

Uma linda mulher é um clássico para ser visto e revisto, muitas e muitas vezes!  Para saber mais sobre o filme, leia a resenha que fiz aqui sobre ele.

2) Kat Stratford

(a atriz Julia Stiles como Kat no filme “10 Things I Hate About You”)

Personagem do filme 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você, Kat é uma feminista antissocial e leitora voraz. Cheia de valores niilistas, ela adora discutir com professores  e questionar o patriarcalismo.

O que eu mais gosto em Kat é o fato de ela não mudar o seu jeito de ser por nenhum garoto. Ela é inteligente e militante e não tem qualquer vergonha disso. Ela está confortável na própria pele e é isso o que importa. Quem quiser gostar dela, ótimo. Quem não quiser, sem problemas!

E é por isso que identifico com Kat . Sem contar que eu adoraria ter um Patrick Verona para chamar de meu.

Para quem não sabe, o filme foi baseado no  livro “A Megera Domada”, de Shakespeare. Nunca o li, mas tenho vontade.

“Eu não faço o que as pessoas esperam. Para quê viver do modo que as pessoas esperam, se eu posso viver do meu?”

3) Louise Sawyer.

(a atriz Susan Sarandon como Louise no filme “Thelma and Louise”)

Personagem do filme Thelma & Louise.

Louise é uma mulher corajosa o suficiente para atirar em um cara que estava estuprando a sua melhor amiga. E forte o suficiente para  pensar com clareza quando o mundo está caindo aos pedaços.

Louise me ensinou o que é lealdade, parceria e aventura. E, muito mais do que isso, ela me ensinou o quanto o mundo pode ser cruel com as mulheres – mesmo quando elas são as vítimas –  e o quanto a liberdade é uma sensação ilusória, se você é mulher em um mundo de homens.

Para mim, Thelma & Louise é um filme que todos deveriam assistir. Além de ser um filme muito bem feito, mesclando momentos de reflexão com momentos leves e engraçados, ele tem uma mensagem muito importante. É um dos meus cinco filmes preferidos. Vale muito a pena ver e rever.

Bônus:

Se eu vivesse no mundo dos contos de fadas, eu seria…

1) Belle.

(o clássico The Beauty And The Beast da Disney)

É claro que o meu conto de fadas seria “A Bela e Fera”. Belle é  sonhadora, louca por livros e  ama explorar. E ainda digo mais: ela não é nenhuma donzela em perigo. É ela quem salva a Fera e não o contrário. Portanto, seria impossível eu não me identificar com a personagem.

E, aí meu povo? Deu para me conhecer um pouquinho melhor? hahaha Gostei muito de fazer esse post. Sério. Foi divertido refletir e escrever sobre as personagens com quem me identifico.

E vocês? Com quem se identificam? Pensem aí em casa. É um exercício super interessante, eu garanto. Se quiserem compartilhar suas conclusões, é  só comentar aí abaixo! Vou adorar. 💋 💋 💋

 

O que eu achei de Gilmore Girls: A Year In The Life (ALERTA! Contém spoiler)

Em 26.11.2016   Arquivado em CINEMA

Ontem, dia 25, o Revival de Gilmore Girls foi disponibilizado na Netflix. E, juro, tentei não assistir todos os episódios de uma só vez, mas não consegui!  Assim que assisti ao primeiro, não parei mais.

A primeira sensação que tive, logo que o primeiro episódio começou (com todas aquelas frases icônicas das temporadas anteriores) foi: voltei para a casa!  Ver Stars Hollow  novamente foi incrível. Ás vezes, parecia que nada tinha mudado e, outras vezes, parecia que tanta coisa tinha! Eu, como fã  da série, não podia ter pedido por algo melhor. Realmente, só tenho elogios a fazer a essa nova temporada.

Levando em consideração o tanto que eu amei esse retorno, não compartilhar detalhadamente tudo o que eu senti, em cada episódio, seria impossível. Eu PRECISO falar dessa nova temporada! Preciso destacar quais cenas mais gostei e quais diálogos mais me emocionaram. Preciso contar o que eu achei das últimas quatro palavras de Gilmore Girls (há tanto tempo planejadas pela criadora da série, Amy S. Palladino). Eu preciso, gente, apenas preciso.

Portanto, se você ainda não assistiu TODOS OS EPISÓDIOS de Gilmore Girls: A Year In the Life, eu aconselho que mude rapidamente de página, porque o texto vai conter muitas revelações. Então, ALERTA ! SPOILER. depois não digam que não avisei

Episódio 1 – INVERNO

Nesse primeiro episódio, nós ficamos a par da nova vida das Garotas Gilmore.

Lorelai e Luke vivem juntos há anos, embora não sejam casados. Rory é uma atarefada jornalista com um grande buraco na carreira. Embora tenha conseguido publicar um artigo no The New Yorker, ela está sem dinheiro, sem perspectiva de emprego e a sua vida amorosa também anda um desastre. Em suma, ela está uma grande bagunça.Mas Rory é Rory.  E isso significa que ela vai tentar ser otimista até o último momento.

A vida em Stars Hollow continua quase a mesma. Ainda temos os malucos eventos tradicionais da cidade. Ainda temos Miss Patty e Babette. Taylor ainda é o prefeito. Mas, ao mesmo tempo,  a cidade tem tentado se modernizar um pouco mais. Afinal de contas,  a nova temporada se passa no mesmo ano em que estamos: 2016. Logo, apesar de estarmos falando da tradicional Stars Hollow, elementos da modernidade como Wi-Fi, redes de esgoto, a Uber (ou, de acordo com Kirk, a ÖÖÖBER) , tudo isso, eventualmente, tinha que chegar  à cidade.

Sookie já não trabalha mais na pousada junto com Lorelai. E Michel está querendo trabalhar em um Hotel maior, o que deixa Lorelai muito triste.

Descobrimos que o avô da Rory, Richard, morreu de um ataque de coração fulminante. E Emily está sem rumo na vida, após a morte do marido.

Rory está tentando escrever uma biografia para uma personalidade feminina, Naomi Shropshire, que mora em Londres. Logo, as viagens para lá são frequentes. E quem mora em Londres, mesmo? Logan! Os dois estão tendo uma espécie de relacionamento,  muito embora Logan esteja noivo de outra mulher.

No primeiro episódio, portanto,  a intenção é reapresentar os personagens.

Eu amei a abertura dele! Ver todas aqueles frases icônicas das temporadas anteriores, como “I love you, you idiot” ou “People die. We pay” , fez com que eu me sentisse nostálgica.

Emily de calça jeans! Gente, quem mais não surtou vendo essa cena? Amei a referência que a Lorelai faz sobre o inverno e a magia da neve: everything is magical when it snows. Bem parecido com a primeira temporada, em que ela usa a mesma frase!  Adorei a cantoria de natal na praça da cidade…. quem se lembra dos “trovadores” de Stars Hollow?  E ver Lane e a banda Hep Alien (com a participação de Sebastian Bach!) foi também pura nostalgia.

Na temporada inteira,  nós sentimos a presença de Edward Herrmann. Nem posso pensar na morte dele, porque já me deixa muito triste. Mas, nesse primeiro episódio em específico, existe uma grande homenagem ao ator e, também, ao personagem, o que eu achei muito bonito.

EPISÓDIO 2 – PRIMAVERA

Acho que esse foi um dos episódios mais engraçados da temporada! E sabe porque? Paris Geller!

Rory e Paris vão à Chilton. A palestra que as duas dão… gente, até arrepiei ao escutar a Rory falando. Foi lindo.

E aquela cena em que Paris vê Tristan e entra enlouquecida no banheiro? Não consegui parar de rir! E, então, a Francie entra e você relembra das primeiras temporadas de Gilmore Girls, de Paris e Rory e o jornal da Chilton. Do clube das “Puffs”. Gente, quem lembra?!  Para mim, essa foi a melhor cena do episódio. Amo a Paris e adorei ver a atriz Liza Weil dar vida a ela no revival.

Algo que também gostei muito neste episódio: Emily e Lorelai fazendo terapia juntas! Claro que isso não poderia durar muito tempo. Mas foi incrível! Ri demais com as farpas que as duas trocavam.

Outra coisa que me fez ficar nostálgica: as assembleias presididas pelo Taylor! Quem não morria de rir com elas? Adorei ver que isso ainda existe em Stars Hollow.

Como a carreira de Rory está desabando, ela tenta, de todo jeito, encontrar uma emprego. Alguma fonte de renda E para isso se submete a ter que escrever matérias chatas e sem qualquer emoção, como “filas em Nova York”.  Por isso, ela e a mãe viajam para cidade com o intuito de cobrir a matéria. Adorei ver ela e Lorelai tendo um momento “mãe e filha” naquele hotel, em NY. Me fez lembrar aquele episódio em que as duas viajam rumo à Harvard (quando Lorelai cancela o casamento com Max), na segunda temporada.

E também amei a cena em que a Rory, ao som daquela familiar música, começa a quebrar todos os três celulares que possui.

No fim do episódio, uma Rory muito desiludida resolve voltar a morar, ao menos temporariamente, em sua antiga casa em Stars Hollow. É nesse momento em que ela percebe o quanto a sua vida tomou um rumo que ela não queria. A carreira de jornalismo não está dando certo, ela não tem casa própria ou emprego fixo, não sabe como classificar o tipo de relacionamento que possui com o Logan e já tem 32 anos, ou seja, já não é mais tão jovem.

Os sonhos que ela tinha de ser grande, a  sede de conhecimento, a vontade de ver o mundo inteiro, enfim, parece que tudo está desmoronando.

E voltar para casa é mais difícil do que parece.

EPISÓDIO 3 –  VERÃO

Rory está de volta à Stars Hollow. E ela encontra muita dificuldade em demonstrar para os moradores da cidade que a sua volta é temporária, ou seja,  ela não pretende morar lá definitivamente, mas só até conseguir encontrar de novo um sentido para sua vida.

E é aí que o Jess entra em cena. Apesar de não serem mais namorados, eles são amigos. Ainda mais porque Luke, tio de Jess, mora com Lorelai. Seria impossível eles não se esbarrarem de vez em quando. Ele diz para Rory que é normal se sentir perdido em alguns momentos da vida. E que ela, ao invés de ficar procurando trabalhos que não quer, deveria se concentrar em fazer algo que gosta, como escrever. E, de preferência, escrever sobre algo que conhece, como, por exemplo: ela e sua mãe. Rory deveria escrever sobre a relação das duas, a vida que construíram juntas. Ela deveria fazer um livro sobre as Garotas Gilmore.

Sobre essa cena, tenho que dizer: achei – a inspiradora. Nunca fui tão fã do casal Jess e Rory, especialmente porque não curtia o estilo “bad boy” do Jess. Mas é incrível o quanto ele compreende a Rory.  E é óbvio que depois de tantos anos, ele mudou. Ainda tem aquele jeitão sarcástico, mas é muito mais tolerante e maduro. Aprovei o novo Jess, de verdade.

No episódio, Emily continua sem saber como lidar com a morte do marido.  Depois de passar dias dormindo porque não consegue gostar mais de sua antiga vida sem Richard, ela se pergunta se não é hora de mudar. De ares, de vida, de tudo.

Lorelai, por outro lado, começa a questionar uma porção de coisas. Depois de ela ter feito terapia junto com Emily e, inclusive, ter continuado quando esta parou de ir, muitas dúvidas surgiram.  Duvidas acerca do relacionamento que tinha com os pais, sobre a forma como lidou com a morte de Richard, se, depois de tantos anos, ela não deveria se casar com Luke. Michel também confessa para ela, expressamente, que quer deixar a Dragonfly Inn, a menos que ela concorde em expandir o negócio.E Lorelai se sente triste. Sem Sookie, que está trabalhando em outro negócio, e sem Michel, ela não sabe como continuar. Ora, ambos são seus melhores amigos. Foram as primeiras pessoas que ela conheceu ao se mudar para Stars Hollow.

No episódio, a cena mais importante é quando as três Gilmore decidem ir ao túmulo de Richard, para ver a nova lápide feita para ele. Rory decide contar a sua mãe o projeto em que está trabalhando:  a história das Garotas Gilmore. Um livro sobre ela e sua mãe, sobre o relacionamento das duas. O problema é que Lorelai não recebe muito bem a notícia. Para ela, a história é invasiva demais. Por mais que ela ame Rory, não foi fácil para ela, aos 16 anos, se ver grávida e ter de lidar com a vida sozinha, como se fosse uma adulta. O começo foi muito difícil. As duas, então, brigam feio, igual àquela briga que tiveram no final da quinta temporada, quando Rory decidiu que queria largar Yale.

Nas últimas cenas, vemos Lorelai tendo uma epifania no ensaio do musical de Stars Hollow. Ao ouvir uma música (que parecia ter sido feita para ela, naquele momento), ela percebe que é “agora ou nunca”. Os assuntos mal resolvidos em sua vida, as mágoas e os medos precisam ser tratados e curados. É hora de mudança. O episódio termina com Lorelai dizendo à Luke que vai viajar e ficar fora por algumas semanas ou talvez mais.

Acho que o episódio “Verão” misturou coisas leves e engraçadas, como aquele musical “horrível”, com coisas mais sérias. É um episódio em que todas as Gilmore percebem que precisam mudar de vida.

As sete temporadas de Gilmore Girls foram incríveis. Mas muita coisa terminou sem nó, ficou em aberto. Senti que esse episódio quis trazer todas essas perguntas à tona. E as respostas para todas elas, nós encontramos no próximo episódio, Outono.

Episódio 4 – Outono

Foi o melhor episódio de todos. Não só pelas participações especiais, mas porque o enredo foi incrível, mesmo.

Amy S. Palladino quis dar uma resposta a todas as questões em aberto na série.

Em primeiro lugar, eu preciso dizer que amei a volta da “Brigada da vida e morte”. Aquela cena, ao som de “With a Little Help From My Friends”, do Beatles, foi uma das melhores. Eu amei, amei e amei até dizer chega. Em meio a um episódio com muitos momentos cheios de seriedade e significado, a Brigada da Vida e Morte deu a leveza necessária. Só digo uma coisa sobre isso: In Omnia Paratus!

Finalmente, tivemos o desfecho necessário para a relação de Rory e Logan. Foi uma cena de cortar o coração, mas necessária. Rory percebe que o relacionamento entre os dois, especialmente por causa do noivado de Logan, não iria dar certo. Era o momento de dizer adeus.

Outra cena incrível foi quando Rory diz que sabe exatamente aonde vai escrever a história da sua vida, a história sobre as garotas Gilmore, e ela vai para a casa dos avós e se senta na escrivaninha de Richard. Não consegui segurar o choro nessa cena. Me fez lembrar de Edward Herrmann, de Richard, enfim, da família Gilmore.  E, eu juro, não podia ter trilha melhor para cena do que os “la la las” característicos de Gilmore Girls. Fiquei triste e feliz, ao mesmo tempo. Foi um dos melhores momentos do episódio.

E Lorelai tentando fazer “The Wild”. Ela esquece sua autorização e tem que voltar para o hotel. Mas, no caminho, resolve buscar café. Como a cafeteria estava fechada, ela sobe uma montanha que tem ali por perto e bum! Mais uma epifania. É como se tudo viesse com clareza à mente da personagem. Quem ela é  e  o que ela viveu. Ela, então, liga para a mãe e conta uma história sobre Richard. Foi outra cena que me emocionei. Ver mãe e filha, ali, resolvendo suas questões, solucionando o passado e moldando o futuro, foi lindo. Foi algo que os fãs de Gilmore Girls sempre esperaram para ver.

Amei  quando ela contou ao Luke que quer se casar com ele.  O melhor foi ver a reação dele. E plus: Lorelai dizendo o quanto tudo na sua vida tem a ver com café. Aliás, quem duvida que, em outra vida, ela foi  café? Diálogos malucos e engraçados sempre fizeram parte de Gilmore Girls!

Precisamos dar destaque para o momento em que Emily contracena com  as mulheres do DRA. Finalmente, ela saiu daquele clube mesquinho. E com a melhor classe possível:

“Eu não posso fazer isso mais. Eu não posso gastar mais tempo e energia com artifícios e papinhos do cacete.”

Alguém conseguiu não rir nessa cena? Eu preciso dizer que amei Emily nesse revival. Ela mudou… ela foi obrigada a mudar. Vendeu a casa e, pela primeira vez, quis fazer as coisas por conta própria! Conseguiu encontrar sua própria felicidade. E de quebra: conseguiu segurar uma empregada doméstica (e toda a sua família!) por uma temporada inteira. Emily se tornou mais humana, apenas isso.

MEU DEUS! E aquela cena com o Dean. Por muito tempo, joguei no time do Dean. E ver essa cena entre os dois, era tudo o que eu precisava! O personagem se despediu com estilo. E não houve escolha mais acertada do que fazer a cena no Doose’s Market. O diálogo  entre eles foi lindo.

  • Posso incluir você ? (Rory pergunta se pode incluir Dean no livro que está escrevendo sobre ela e sua mãe)

  • Eu não sei… o que você vai dizer?

  • Que você foi o melhor namorado do mundo.Que você foi generoso, protetor, gentil e forte. Que seria melhor eu ter conhecido você quando eu fosse mais velha e madura, mas sem você naquela época, eu não seria quem sou hoje. Você me ensinou o que é estar segura.

E depois ela diz:

  • Dean. Amido de Milho.

E ele:

  • Pague por ele desta vez.

Amei essa referência ao primeiro beijo da Rory, aos dois na Doose’s. Era o adeus que eu precisava.

Rory e Lorelai, é claro, fizeram as pazes no episódio. Lorelai, por fim, aceita que Rory escreva sua história. Amei essa cena “mãe e filha” entre as duas.  E adivinhem o título do livro? Sim, Gilmore Girls. É como se a série toda tivesse sido contada nas palavras da Rory.   Surtei quando a Lorelai fala:

  • Só uma coisa. Tire o artigo “The”. Deixe só Gilmore Girls. Fica melhor.

Nós revemos Sookie. É lógico que ela tinha que voltar para  casamento de Lorelai, certo? Quer dizer, esse casamento não podia acontecer sem um bolo deslumbrante da Sookie.

Revemos Christopher. Eu adorei o diálogo que ele e a Rory tiveram. E, depois que vemos a última cena da temporada, dá para entender o porquê foi tão importante para a ela questionar o pai sobre os motivos de ele ter deixado Lorelai criar sua filha sozinha.

Amei a cena em que Lorelai pede dinheiro à mãe para poder expandir sua pousada. E tudo acontece igualzinho à cena do primeiro episódio da série.

Precisamos falar sobre o olhar que Jess dá para Rory no final do episódio. Ficou muito claro que ele ainda tem sentimentos por ela. A história entre os dois ficou um pouco em aberto. Seria a hipótese de uma possível nova temporada? Quem sabe. Estou torcendo.

Foi lindo ver o gazebo todo enfeitado para o casamento de Lorelai. E, mais lindo ainda, ver ela e Luke subindo ao altar, para se casar em uma noite bonita, pouco movimentada e serena em Stars Hollow.

Agora, a cena que mais me deixou emocionada e chocada. Exatamente a cena em que ouvimos as últimas quatro palavras da série.  O final planejado há muitos anos pela criadora, Amy Sherman – Palladino.  É claro que essas palavras saíram em um diálogo entre as duas protagonistas. E as palavras, de Rory para Lorelai, foram: mãe, eu estou grávida. Ao final, só vemos a cara de choque de Lorelai.

Não eram as palavras que eu esperava. Mas, a partir disso, tudo fez sentido. O início de um ciclo, o fim de um ciclo e o começar de outro.  Quando a série foi ao ar, Lorelai tinha aproximadamente 32 anos, a mesma idade em que Rory estava nessa temporada. Era justo que a  série terminasse com uma Rory, de 32 anos, esperando a próxima ou o próximo Gilmore.

Muitos se questionaram de quem seria o filho, já que a série termina sem dar respostas. Creio que seja de Logan, não sei. Alguém aí tem mais alguma teoria?

Gilmore Girls, nessa última temporada, conseguiu fechar seu ciclo de forma majestosa. Foi um final muito melhor do que eu imaginava. Acredito que exista margem para uma nova história que desnude esse novo ciclo que se iniciou com a gravidez de Rory. Mas se não houver nova temporada, se esta for a última, tudo bem. Eu acredito que dei o adeus que precisava dar aos meus personagens queridos. E isso já basta.

Confesso que foi impossível não ficar triste ao terminar de ver. Escrevo neste momento com sentimentos de ausência e perda, porque Gilmore Girls sempre foi muito mais do que um show. Nas palavras das próprias garotas Gilmore, essa série é um estilo de vida; algo para ser visto e amado religiosamente.

O que vocês acharam dessa nova temporada? Conta tudo! Vamos discutir as teorias e as possibilidades dessa série continuar haha 💋

21 momentos lindos, hilários e inesquecíveis de Gilmore Girls

Em 24.11.2016   Arquivado em CINEMA, LISTINHAS

Gente,  o revival de Gilmore Girls já é amanhã!!! 

Eu preciso dizer o quanto eu estou animada?!!! Acho que não né !!!

Tá bom, eu vou parar com esses pontos de exclamação, haha.  É que estou muito feliz e ansiosa para esse revival. Como vocês se sentiriam se uma das suas séries preferidas retornasse  depois de 9 anos? Pois é. É assim mesmo que eu estou me sentindo.

Pensando no revival que chega amanhã na Netflix, eu, muito nostálgica, fiz uma listinha com os melhores e mais inesquecíveis momentos  das nossas garotas Gilmore. Então, vem cá curtir essa nostalgia comigo 

1. O primeiro beijo da Rory. Gente, como não lembrar da Rory e do Dean na Doose’s Market?

2. Amor e neve. É nesse episódio que aprendemos o quanto tudo fica mágico quando neva <3

3.  “I love you, you idiot!“.  Quando o Dean e a Rory se reconciliam no final da primeira temporada. Essa cena é icônica, apenas. haha

4. A viagem da Lorelai e Rory para Harvard.  Como não rir e se emocionar nesse episódio da segunda temporada?

5.  “Like Mother, Like Daughter”. Amo essa cena entre a Emily e  a Lorelai.  É um dos poucos momentos em que as duas, por alguns bons minutos, deixam as diferenças de lado e vivem a típica frase “tal mãe, tal filha”.

6. A formatura de Lorelai. É um momento de realização para a nossa mãe favorita. E é incrível ver Emily e Richard se emocionando junto com a gente.

7. O beijo de Rory e Jess.  Apesar de não ser o meu casal preferido, até eu admito que esse beijo foi lindo.

8. O cabelo roxo da Lane.  Adorava as não muito drásticas atitudes da Lane quando ela queria se rebelar contra a Mrs. Kim

9. Quando Paris perde o controle, em um discurso da escola, por não ter entrado em Harvard. E o total apoio que Rory dá a ela. É o momento que faz a gente perceber o quanto a relação das duas evoluiu para uma amizade quase que incondicional.

10. A formatura de Rory na Chilton. Gente, esse episódio foi incrível. Impossível não se emocionar com mais essa conquista da Rory, da Paris e, até mesmo, da Lorelai. Afinal de contas, ela deu duro para criar a Rory e ver a filha se formando em uma das melhores escolas é motivo de orgulho para uma mãe, sem dúvida.

11. O primeiro dia em Yale. Uma nova era para mãe e filha.

12. O beijo de Luke e Lorelai. Depois de quase quatro temporadas de espera, ele aconteceu!

13. Aquela cena hilária  entre Lane e Rory que acontece na biblioteca.

14. Se você pular, eu pulo. Quem não amou esse episódio em que ficamos a par do clube secreto de Yale, chamado de “A Brigada de vida e morte”?

15. Quando Dean e Rory terminam o relacionamento na quinta temporada. Achei aquela cena triste, apenas.

16. Luke descobre que é pai.  Quem aí também adora a April?

17. The Prodigal Daughter Returns.  Quando Rory desiste de Yale, nós temos a primeira briga realmente feia entre mãe e filha.  As duas ficam sem se falar durante meses.  Por isso, a reconciliação não podia ter sido mais bonita, certo?

18. A icônica frase de Lorelai quando Luke diz que não gosta de ultimatos.

19. You’re the Man I want to Want. O término do relacionamento entre Lorelai e Christopher na sétima temporada.

20. I will always love you. A serenata que a Lorelai, inicialmente, faz para Rory quando, de repente, Luke aparece.

21. Bon Voyage. A festa surpresa que todo o pessoal de Stars Hollow preparou para Rory e Lorelai no último episódio da série.

Ficaram ainda mais ansiosos para o revival amanhã? Conta tudo 💋

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